My snow day classroom is extra cozy #blizzard #newclassmate #poodle #wearemsb

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My snow day classroom is extra cozy #blizzard #newclassmate #poodle #wearemsb
Made with @nocrop_rc #rcnocrop 18 days till new semester, #newmodule #newclassmate #newchallenges #bringiton
Meron akong classmate na kamukha ng dati kong crush.
Meron akong classmate na kamukha ni Abby, hindi naman literal na kamukha , kapag nakikita ko siya naaalala ko lang si Abby, naaalala ko nung patay na patay pa ko sa kanya. Pati kilos , boses, galaw, yung pa cute, yung pagngiti halos pareho talaga. HAHA! Ewan ko natutuwa lang ako masyado, feelilng ko nagiging High School ulit ako. haha!
My new classmate
A luz daquele recinto era tão forte que encandeava sua visão. Havia tantas pessoas ao redor, e o garoto de cabelos castanho escuro sequer trocara uma palavra com alguma delas durante os meses em que estivera ali. Uma vez chegou a se perguntar se sequer era visível aos seus colegas de sala. Porque era óbvio que, se não o fosse, sua existência simplesmente era ignorada por eles.
O que havia de errado consigo? Era outra questão que não lhe deixava. Olhava para aquelas pessoas e elas pareciam tão ou mais estranhas quanto ele mesmo. Algumas delas nunca prestavam atenção às aulas, ocupados demais com seus celulares de última geração ou com livros e revistas debaixo da carteira. Algumas delas bebiam água sem parar, e o garota indagava de si para si se acaso elas tinham uma bexiga extra para armazenar tanto líquido. Algumas conversavam o tempo que durasse aquela tortura – por bilhetes, por mensagem de texto, e algumas até tinham a ousadia de falar em voz alta, importunando o andamento da aula e a concentração dos outros alunos.
A verdade era que, apesar de suas particularidades, todos ali tinham afinidades com um ou com vários. Cho Kyuhyun era o único que, totalmente invisível e transparente, estava inteiramente só.
Sua solidão e isolamento duraram até o meio do ano letivo – de fato, ninguém quisera socializar consigo e Kyuhyun era tímido e retraído demais para atrever-se a dar o primeiro passo. A verdade era que nenhum de seus companheiros lhe dera a mínima. De qualquer forma, ele já estava se conformando e se habituando àquela situação – afinal, também tinha seu game boy, seu smartphone, seus gibis e mangás e não precisava de ninguém. Assim, seus intervalos eram passados quase imperceptivelmente.
Então chegaram as curtas férias e as festas de fim de ano. Mesmo tendo ganhado um Xbox de seus avós maternos e um notebook ultra equipado de seu pai, ele fez mais um pedido, e este realmente não poderia ser comprado ou obtido através de dinheiro – ao contrário de seus outros presentes.
Cho Kyuhyun pediu um amigo.
E, embora achasse muito deprimente fazer um pedido como aquele a Deus – em suas preces, citara até o Papai Noel, e isso sim era vergonhoso – não se censurou muito: quem poderia julgá-lo? Ninguém, até porque ninguém iria tomar conhecimento daquilo. Era tudo muito prático.
As férias se passaram e Kyuhyun teve que voltar à Escola, assim como o fizeram todos os estudantes da Coréia do Sul. Estava um frio terrível naquele começo de janeiro, e o mais jovem dos Cho, todo agasalhado e coberto em cada ínfima parte de seu corpo, exceto pelo rosto, chapinhava na neve espessa pelo caminho até aquele lugar apático e igualmente gélido.
Já era dia, e Kyuhyun podia sentir um ou dois flocos de neve se colarem às suas pálpebras longas. Agradecia pelo trajeto não ser tão longo, a sensação era bem ruim ali fora.
Chegou ao destino em poucos minutos. Atravessou os corredores rumo à sala e tomou assento na carteira que usava desde que o início daquela singela seção de angústia certa. Estava retirando o material quando o professor adentrou a sala. Excepcionalmente, por conta da neve que cobria as ruas e todo o mais, havia chegado em cima da hora.
O professor trazia consigo um garoto que aparentava ter mais ou menos a idade de todos ali, e ele era obviamente um novato recém-transferido. Kyuhyun o fitava atentamente: havia algo de diferente e incomum naquele garoto, e não era nada daquela estranheza que seus outros colegas possuíam, não. Era algo realmente singular. O analisando de cima a baixo, pensou que talvez fossem suas pernas nada modestas. Ou o sorriso cortês colado à sua face e que ele distribuía sem embaraço, direcionando-o a qualquer um que ousasse olhar para si – e isso incluía Kyuhyun, claro.
Ainda havia os fios coloridos de vermelho, a bolsa de uma marca conceituada e ostensivamente cara que Kyuhyun conhecia do vestuário de sua mãe. Também os sapatos com detalhes nada discretos em suas laterais e o suéter preto e branco cujos desenhos geométricos eram meio hipnotizantes. O novato era, no mínimo, um cara engraçado.
Em sua breve apresentação à sala, disse chamar-se Zhou Mi e vir da China. Ele falava num coreano um tanto embolado e Kyuhyun jamais admitiria, mas achou seu sotaque adorável.
Cho Kyuhyun acabou por descobrir que não era só na aparência que Zhou Mi era especial – sim, de engraçado, diferente e incomum, ele passara a ser ‘especial’. Palavra que, segundo o mais novo, definia seu amigo chinês muito bem. Havia muitas razões que comprovavam Zhou Mi como uma pessoal ‘especial’. Ele era educado, gentil e tinha bons modos, nunca atrapalhava uma aula ou uma palestra, por mais entediado que estivesse. Não perdia um detalhe das explanações de seus professores e, surpreendentemente, tampouco um movimento de seu ‘dongsaeng’, como gostava de chamá-lo – estava tentando se ajustar à Coréia e etc. Aquele garoto, em seus dezessete anos e alguns meses, era um virtuose, um gentleman. Ele tinha a capacidade impressionante de sempre acalmar os bichos tresloucados da casa dos Cho, ele tinha uma voz tão bonita, ele era adorável e, sobretudo, ele era especial por entrever em Kyuhyun o que qualquer outra pessoa jamais pudera vez.
Além disso, Zhou Mi era o melhor – para não dizer único – amigo de Cho Kyuhyun e isso, acima de todas as outras coisas, era o que o tornava mais especial aos olhos do coreano.
Zhou Mi era o amigo perfeito para Kyuhyun.