"é vinho. mais velho que você, quiçá, e não está envenenado. eu jamais..." ele meneou a cabeça, afastando a ideia como uma mosca que lhe perturbava. e para provar o que tinha dito, não tardou em agitar os dedos, o que resultou em pequenas criaturinhas aparecendo em pleno ar apenas para encher duas taças que sabe-se deus de onde surgiram. uma das taças, claro, tão rapidamente quanto o desaparecimento das criaturinhas, foi bebericada, um sinal de não-está-envenenado. e ele entendia! poderia fazê-lo. mas não hoje. sorriu, para quebrar a tensão e suspense enquanto anunciava o que viria a seguir, pois nunca daria nem uma taça de vinho sequer sem pensar em que benefícios poderia retirar daquilo. "eu quero algo de você." falou, point-blank, como gostava de fazer.







