No ritual de consagração da nossa União, há um espaço para que nós, os noivos, possamos falar livremente sobre o que significa o nosso relacionamento, a nossa caminhada e nossas conquistas até o presente momento. Eu percebi que a parte mais difícil não é responder quantas pedras precisamos tirar do caminho para chegarmos até aqui, a parte difícil mesmo é escolher um único momento dos tantos momentos mágicos que tivemos. Como justificaria com uma única referência das tantas vezes que provamos nosso amor um ao outro? Como seria possível descartar miseravelmente as tantas noites que passamos acolhidos em afagos e carícias, que foram os motivos que me levaram a tomar a decisão de casar-me contigo? Quão cruel seria eu de deixar de fora desta lista os esforços que fizestes pelo nosso amor, por tantos jantares, tantas risadas, tanto abraços de refúgio, tantas histórias e noites bêbadas? Essa foi a pequena construção do que fomos, somos e seremos, sempre se importando com o outro da forma mais suave e plena que poderia me importar. Imagino nesse momento, zilhões de pequenas grandes coisas que me levaram a te escolher como companheiro de vida, posso listar por horas e horas, sem cansar eu ter pausa para pensar. Do fio de cabelo a unha do pé, todas as partes do teu corpo que eu amo incondicionalmente, tua personalidade, tua parceria, teu humor, e quem sabe o belo jeito que me faz pensar sobre ter uma criança um dia, o modo como faz parecer que não há o que temer no caminho. Eu amo você da forma mais confiável que alguém pode amar e é por isso que hoje eu estou aqui, pronta para dizer sim, pronta para viver e conviver com teu amor, ao lado do teu coração. Eu lhe amo!











