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Aquela vontade de ficar na cama e não largar o travesseiro. Mas não por cansaço ou preguiça, por tristeza.
A tristeza de simplesmente acordar e não saber o que fazer da vida, ou não ter certeza se o que está fazendo é o que gostaria de fazer, enfim.
Tristeza de assistir vídeos motivacionais no YouTube e ficar mais triste por pensar (pensador crônico) que esse tipo de coisa faz bem paras pessoas, mas não pra você.
E o que faz bem? É, talvez ficar na internet ou olhando a lista de jogos no Steam aparentemente sem motivo nenhum. Mas há um motivo sim: A tristeza de simplesmente acordar e não saber o que fazer da vida.
A alegria de saber que, mesmo sendo difícil acreditar nisso, existe alguém que se importa com você e se sente bem por isso. Alguém que apareceu pra mostrar que a vida não é perfeita. A vida não é perfeita. A vida não é perfeita. A-vida-não-é-perfeita. Não é perfeita, a vida. Mas ela é perfeita (não a vida, ela), mesmo com suas imperfeições, que são perfeitas.
E o que é perfeito? O amor? Talvez o amor não seja perfeito, mas compartilhe uma característica com o perfeito: a escolha.
A escolha que se faz ao amar o imperfeito, fazendo-o assim, perfeito. Perfeito ao menos para quem tem que ser perfeito: Quem faz a escolha, quem aceita o presente (em ambos os sentidos).
E o presente? A escolha.















