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#nexus4
Debuff stacks
Confiar em mim e confiar em você. Confiar em nós.
É tão óbvio isso, e é tão difícil colocar na cabeça. Como confiar mais em mim para assim confiar em você?
Não tem remédio, não tem feitiço. É força de vontade, é saber quando mudar o foco, quando parar de pensar besteira, quando não acreditar naquilo que acredito... Pois será melhor. Eu só não sei.
Como confiar nos meus pensamentos? Insegurança ao ponto de não ter certeza da legitimidade do que sinto, ficar triste e não saber se essa tristeza realmente tem fundamento. Medo de questionar e causar dor. Medo de cobrar. Medo de pedir. Acho que devo mudar sozinho, talvez com o tempo? Eu não tenho o direito de te pedir ajuda, mas seria bom.
Com a máquina na minha cabeça que não para um segundo de pensar é difícil controlar as palavras, falar com jeitinho, não magoar... Mas é necessário, não é? Quero melhorar as coisas, evitar conflitos, tentar ser forte, engolir, deixar passar, não pensar muito. Mas tudo vai por água abaixo em minutos, pois há fraqueza, há tristeza, há falta. Há falta de alguma coisa, alguma coisa que me dê certeza de que está tudo certo, de que está tudo bem, de que sou amado.
Eu provavelmente estou errado, mas não estou seguro disso, estou inseguro disso. É, eu não sei nem ao menos se estou errado. Eu não consigo mudar se não sei se estou errado. E se eu estiver certo? Será que eu estou certo?
Não, eu devo estar exagerando mesmo, eu acho. Enfim.
Eu te amo. E são quatro horas da manhã. Queria te mandar uma mensagem, mas acho melhor não, só vai piorar as coisas. São quatro horas da manhã, e eu estou aqui pensando em como vai ser ao te encontrar. Quero te levar para passear, quero saber como você está. Acho que não devo perguntar, você está chateada.
Você está com medo de mim, e eu criei esse medo em você. Não sou agressivo, não sou violênto, mas não sei lidar com sentimentos, com os meus sentimentos. E meus sentimentos acabam machucando os seus.
Queria restaurar sua confiança em mim. Mas eu preciso confiar em mim também, não é mesmo? Eu sinto que isso está cada vez mais longe. É o que eu mais quero no mundo, mas não consigo me aproximar.
Eu entendo o porque você está pensando assim, eu falei coisas que te levaram a essas conclusões. Mas não sou assim, não faço essas coisas. Eu sou apenas curioso demais e inseguro demais.
Enfim, não quero discutir mais. Só quero ficar bem.
2 0 1 5 .
Aquela vontade de ficar na cama e não largar o travesseiro. Mas não por cansaço ou preguiça, por tristeza.
A tristeza de simplesmente acordar e não saber o que fazer da vida, ou não ter certeza se o que está fazendo é o que gostaria de fazer, enfim.
Tristeza de assistir vídeos motivacionais no YouTube e ficar mais triste por pensar (pensador crônico) que esse tipo de coisa faz bem paras pessoas, mas não pra você.
E o que faz bem? É, talvez ficar na internet ou olhando a lista de jogos no Steam aparentemente sem motivo nenhum. Mas há um motivo sim: A tristeza de simplesmente acordar e não saber o que fazer da vida.
A alegria de saber que, mesmo sendo difícil acreditar nisso, existe alguém que se importa com você e se sente bem por isso. Alguém que apareceu pra mostrar que a vida não é perfeita. A vida não é perfeita. A vida não é perfeita. A-vida-não-é-perfeita. Não é perfeita, a vida. Mas ela é perfeita (não a vida, ela), mesmo com suas imperfeições, que são perfeitas.
E o que é perfeito? O amor? Talvez o amor não seja perfeito, mas compartilhe uma característica com o perfeito: a escolha.
A escolha que se faz ao amar o imperfeito, fazendo-o assim, perfeito. Perfeito ao menos para quem tem que ser perfeito: Quem faz a escolha, quem aceita o presente (em ambos os sentidos).
E o presente? A escolha.
Carência is hard
>se sentindo carente >finalmente vai ver a namorada >carinhos, carinhos todoonde >continua se sentindo carente why
Refreshing.
http://maximumble.thebookofbiff.com/2013/11/27/739-refresh/
Erryday
Tá bom, amor.
How much are you willing to change if you really love someone? Should you (if it’s even possible, I don’t know) change your view of things you do not agree? Should you just accept things and deal with not liking it?
Why do you fear changing yourself to make things better with your loved one? Why do you fear regretting it? Why are you so worried about everything?
How can you be happy with someone if there’s something about them you can not accept? Or... Can you?
I don’t know.
I’ve Got Some Sad News
You are going to make people unhappy. Yes, you. You have the statistical chance of failing just as much as you do of succeeding at the things you want in life because life is made up out of a series of choices. Imagine these choices like free kicks in soccer; of course an amateur that has never kicked with all the gore in their bones and directional accuracy is going to hit some poles, faces, objects…as opposed to the initial “goal” intended. The only way to get better? Practice. I know you might be wondering “Yo Daniela, what do even know about soccer huh?”, to which I answer “Very little”.
but bear with me…I think I’m going somewhere with this. I used to be under the heavy impression that I needed to handle everything and everyone life threw at me at the same time in order to keep things in balance. I had a very hard time saying no. I’m not sure why I had such a hard time. My theory is that I have felt dependancy for a long while now and thought that nurturing other people as opposed to facing myself/dealing with my own problems was the way to go about life. I’m only now beginning to realize it had just about as much effect and use as patching up a broken roof repeatedly only to realize it’s pretty much caving in and you just need an entire new roof real, real soon. I kept stepping back from that free kick. The chance to face my choices head on and really give my gut a good have at it with all the sincerity I held. I kept wanting to please people. But what about me? Newsflash, it is NOT selfish to ask yourself that question. What ABOUT you, huh? Do you feel like the people around you really build you up? Do you feel you don’t want to be a doormat for people anymore? Its RELEVANT. If you are not happy, you need to fix something my dear, dear friend. The reason you’re going to hurt some people at first (if you’re an amateur, like me), is because you may have never explored this area of yourself before…therefore some of the surroundings you have placed in your life may inevitably be straight in the way of what you want/need because you are actually making an effort to make things right with yourself. Here comes the good part. Once you start building the good habit of honesty with yourself and keep stepping up to that line in front of that choice and giving it all you got more frequently…you will find less things will be in the way of what you were meant to want/have in life. You will hurt people less, you will frustrate yourself less and you’ll actually be well on your way to more of a balance. Does it mean it will be the end of pain once you have mastered the kick? No, quite the opposite. Life inevitably has conflict in its trajectory…even with the good that comes in it, but thats a whole other ball game. We have no other option, life is too brief and too wonderful to pass up on trying your best to be a good person to yourself. Yep, i’m gonna say it….grab life by the GOSH. DARN. BALLS. - Daniela
É legal compartilhar o mundo de vocês. É legal até conversarem sobre isso. Acompanhar ela nas festas, baladas, saber que música ela gosta, quais filmes ela vê, os livros que ela curte… Quem sabe você curte também? Mas você não tem obrigação de curtir, e nem precisa mentir sobre isso. Aproxima ela do seu mundo também. Com o tempo talvez vocês fiquem mais parecidos, em um ponto onde o mundo dela encontra o seu. Amanhã você não vai ser o mesmo cara que ela gostou, e o mesmo vai acontecer com ela. Vocês dois vão estar sempre mudando, as pessoas mudam. Então é preciso se apaixonar um pelo outro todos os dias.
Hugo, Jackie, Chiu etc
GNU/Linux
So... I don't have a cd/dvd reader currently installed on my computer and thus can't reinstall Windows, decided to give GNU/Linux a try. I have an app called DriveDroid on my Android device, you can download and boot ISO files via USB using this neat application. While browsing my options, saw Debian and remembered the very first time I tried GNU/Linux... and it was a mess, I remember installing it and trying to understand how the hell this thing works. Failed miserably. Nowadays I have a little more experience with the command line and how the system work. Not an expert, but having sufficient knowledge to use and fix stuff.
Perfect Imbalance
As pessoas buscam pelo jogo perfeito a vida toda, muitas vezes sem perceber que o perfeito é apenas uma ilusão criada para tolos. Não existe jogo perfeito. O que realmente importa é conseguir conviver com a imperfeição, pois ela é linda. O imperfeito é algo lindo. É algo que torna coisas monotonas em momentos únicos e experiências em memórias. É o pequeno detalhe que se torna uma lembrança. O perfeito é tedioso. É certinho demais. É... perfeito demais. A partir do momento em que se entende isso verdadeiramente, paramos de buscar o jogo perfeito e passamos a buscar aquilo que nos faz bem dentro do jogo. E o título do jogo não importa. Quando essa visão é alcançada por todas as partes, fica mais fácil jogar, pois isso gera confiança, isso gera compreensão e acaba se tornando algo natural. Sem preocupação, gera liberdade, gera intimidade. Adimirar as imperfeições e do jogo, das pessoas, do mundo. É isso que te faz um bom jogador.
This is the second time I have problems with Windows rebooting infinitely in safe mode AND with Safe Mode not working, so I can’t solve this issue without a system format. Welp, tomorrow will be a fun day. (this is how my setup was looking)
sup
A Good Conversation
Por que tão difícil para algumas pessoas manter uma boa conversação? Parece tão difícil achar um assunto bacana e falar sobre aquilo por horas, ou simplesmente falar sobre mil coisas e desenvolver cada uma delas. Sei lá, dar risada, descontrair, deixar a conversa fluir, FAZER a conversa fluir... Fica ainda mais difícil quando tentamos puxar assunto com alguém que gostamos muito, é como se além de não conseguir falar, ainda filtramos tudo o que dizemos para não deixar escapar nenhuma besteria, o que piora ainda mais a situação, pois o assunto que já era ralo fica ainda mais escasso. E além disso, deixamos de ser quem realmente somos para tentar ser "perfeitos" para a pessoa.
Humpf. O pior é que mesmo sabendo disso, continuo repetindo esse erro escroto.
Just be yourself, man. Why is that so hard?
Acho que todo mundo passa por esse momento. Digo, isso se ele realmente existir e não for apenas mais uma questão filosófica que não deveria ser perguntada.
Can this love die already? Please?
Conheço algumas pessoas que dizem ter matado o amor por alguém ou por alguma coisa. Tenho me perguntado se isso é realmente possível. Recentemente um amigo me contou sobre uma situação que estava vivendo, e achei bem interessante.
Friendship and... Happiness? João não é de badalar, beber ou de simplesmente virar a noite batendo papo com amigos (fora da internet). Para falar a verdade, não teve muitos amigos, e os que tinha acabou perdendo contato depois que parou de estudar. Ele é, basicamente, uma pessoa sozinha. Nenhum relacionamento sério, sempre na dele, acreditando que um dia alguém cairia do céu e então seriam felizes para sempre. Em uma época de sua vida chegou a se conformar de que iria morrer sozinho. Ele, seu computador e sua internet. “O que mais eu preciso?” Mas bem, não vamos falar desse passado. Ele não nega que sente uma falta enorme de alguém pra conversar, sair ou fazer qualquer coisa juntos. Mas aparentemente lida bem com isso, sabe conviver com as pessoas e é sempre bem recebido por todos. Diz que até gosta de ser assim, que aprendeu a ter paciência. E que se for pra namorar, que seja verdadeiro, caso contrário é melhor ficar sozinho. De qualquer forma, o problema de ter uma "meia amizade" com todo mundo é que eventualmente você vai encontrar uma amizade inteira, alguém que você veja de outra forma e tem a certeza de que pode confiar, de que é diferente. E quando isso acontece é preciso tomar um cuidado gigantesco pra não se enganar ou alimentar o sentimento errado. Should we kill it? Há mais ou menos dois anos entrou uma pessoa nova no setor onde João trabalha. No começo não se falavam muito, mas ela era muito legal. Estava sempre ali do seu lado. Notou que ele estava meio triste e sozinho, que precisava de alguém pra conversar. Ela lhe contava coisas de sua vida, e ele ouvia pois não tinha muito o que contar. Acabaram se tornando bons amigos, e foi assim por um bom tempo. O carinho que ela tinha acabou gerando uma atração por parte dele, mas sem coragem de se abrir, escondeu isso por um tempo. Sabia que não estava preparado para aquilo, que não era capaz. Uma das coisas que ela lhe contava era sobre um rapaz que mandava mensagens e a chamava pra sair direto, chegou a dizer que pensava em tentar algo com ele quando estivesse pronta, e que estava aguardando pelo momento certo. E foi aí que ele fez a maior besteira de toda a história. João estava se sentindo pressionado, precisava que ela soubesse o que estava sentindo. E numa quarta feira durante o café, falou que estava gostando dela e que sentia ciúmes. Ela é uma pessoa inteligente e já teve relacionamentos passados, sabia que ele havia dito aquilo por estar se sentindo carente e ela ser a pessoa mais próxima naquele momento. Ele estava perdido. A amizade enfraqueceu demais após isso, João se tornou grudento, e mesmo sabendo que não havia muitas chances, tinha esperança de que um dia isso iria mudar e que ficariam juntos. Infelizmente, deixou o ciúmes aparecer as vezes e acabava passando a impressão de que estava com raiva por ter recebido um "não". Chegaram a discutir algumas vezes, e ele se sentia péssimo em cada uma delas. Achei interessante como sempre voltavam a se falar, e a amizade ficava até mais firmada. O problema é que com o tempo ela perdeu a confiança que tinha nele pois isso se repetia de novo e de novo. Hoje algumas coisas que ele fala ou faz já a faz pensar de que é implicância e que ele é um idiota rancoroso. Porém, mesmo em uma situação como essa ela não deixa a amizade acabar. É meio estranho, como se de um dia pro outro tudo ficasse bem novamente e não tocam mais no assunto. Mas não é a mesma coisa, pelo menos para João. Ele tem uma sensação de que a qualquer momento vai acontecer algo ruim novamente e isso o incomoda demais. Ele gostaria de resolver isso, mas parece ser uma daquelas coisas que só o tempo vai consertar.
Nós conversamos bastante, e me lembro muito bem da última coisa que ele me disse: “Bem, parece que não tenho muito o que fazer. Ainda me lembro de quando ela me disse que isso passaria. Era um fim de tarde, final do expediente. Ela me falou que eu acharia alguém no tempo certo e que tudo se resolveria. E eu estou aqui, ainda esperando isso passar. Eu não sei o que fazer. Talvez eu deva me afastar por um tempo, mudar de emprego, cuidar melhor da minha vida, parar de vê-la todos os dias. Afinal, ela é fácil uma das mulheres mais bonitas que já conheci. O jeito que ela faz as coisas, que ela fala, o modo como se veste, como anda, como pensa, como trata as pessoas. Ela é linda. E só de olhar pra ela já me faz esquecer do que estou tentando fazer: Matar o amor.”
http://hyperboleandahalf.blogspot.com.br/2013/05/depression-part-two.html
Me sinto estranho ao ler isso e conseguir relacionar alguns momentos com situações passadas.
É difícil aceitar que alguém é depressivo, é difícil falar de depressão, é um assunto muito delicado para as pessoas, elas tem medo de falar sobre. E isso acaba gerando um bloqueio no indivíduo em aceitar que é depressivo, aquela sensação de não querer incomodar ninguém com isso. Não tenho certeza se isso é bom ou ruim. Provavelmente ruim.
Welp, whatever.
"God doesn’t make the world this way. We do."
- Rorschach, Whatchmen (2009)
As vezes me pego pensando nessa cena do filme e na quantidade de informação ela carrega. Dá pra filosofar muito sobre a sociedade, os problemas que nosso sistema social gera e é claro, doenças psicológicas e questionamentos em relação as práticas de tratamento.
Porém, a última frase é a que mais fala comigo. É uma frase aterrorizante, e ao mesmo tempo confortante, depende muito de como olhamos para ela. É uma frase que exercita a minha fé.