#seramesmotaoforte?! #sera que irei suportar? #Odestino é #engracado faz piada com nossas #vidas quando mais precisamos de #força ! (em Belo Horizonte, Brazil)
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#seramesmotaoforte?! #sera que irei suportar? #Odestino é #engracado faz piada com nossas #vidas quando mais precisamos de #força ! (em Belo Horizonte, Brazil)
⭐️Na linha do tempo o destino escreveu... "E nesses traços vou tentando descrever Que mil palavras é tão pouco pra dizer Que um sentimento muda tudo Muda o mundo Isso é o amor.." ✅Post da Semana Novinho http://bit.ly/NaLinhadoTempo ✅ Música da semana 🎼📀https://youtu.be/IO9ScpKnVKg #boanoite #eclipselunar #nalinhadotempo #odestino #musica #felicidade #lua #solteoscachos #cabeloscacheados #sorria #vivendobemfeliz 🌻 (em Vitória, Brazil) https://www.instagram.com/p/Bz_qcwMjrWX/?igshid=s6mkcvdsrso8
🎧🎵🎧 #principe #LucasLucco #patrocionio #AoVivo #ODestino #divo #love #video #sp (em São Paulo, Brazil)
O Destino - Parte 10
Acordei atrasada, sai correndo e ainda consegui entrar pra fazer a prova. Quando tava saindo resolvi ir até um café que tinha perto da faculdade pra descansar um pouco pois só teria que ir para o escritório ao meio dia. Me sentei em uma das mesas e fiquei pensando na vida, acho que finalmente cheguei na parte boa dela, a parte em que me tornei a protagonista e tomei as rédias ao invés de deixar ela me levar como fazia antes. Me lembrei que não tinha ligado ainda pra Elis e ela ainda não tinha me mandado nenhuma mensagem se quer avisando que chegou. Tentei ligar, na segunda tentativa ela me atendeu com uma voz de sono.
Você: Amiga?
Elis: Ahh é você
Você: Nossa, como assim? Que desânimo em saber que sou eu.
Elis: É que eu tava dormindo, desculpa.
Você: Quer que eu te ligue depois?
Elis: Por favor ou então te ligo depois que sair do "modo avião" em que me encontro.
Você: Tá bem! Se cuida zumbi. Beijos
Elis: Ok, beijos.
Assim que desliguei ouvi uma voz um pouco conhecida.
Gabriel: Posso te oferecer um expresso com baunilha moça do casaco vermelho?
No início me assustei, era o cara da cafeteria do aeroporto, mas tentei ser um pouco descontraída pois ele tinha sido tão gentil comigo ontem.
Você: Tenho alguns traumas de expresso com baunilha.
Gabriel: Posso me sentar?
Você: Claro.
Gabriel: Você gosta mesmo de café hein?!
Você: E você? Não se cansa de cafés? Ontem tava trabalhando e hoje está vindo na concorrência?
Ele sorriu de um jeito tão bonito que foi inevitável não reparar no quanto aquele sorriso era bonito.
Gabriel: É que trabalho lá e faço faculdade aqui perto.
Você: Sério? Onde?
Gabriel: Sabe aquela que fica perto da livraria pra loucos?
Você: Sei!
Gabriel: Pois é, ali é meu campus
Você: Sério? A gente estuda no mesmo campus e eu nunca vi você?
Gabriel: Você faz qual curso?
Você: Publicidade e propaganda e você?
Gabriel: Jornalismo.
Você: Sala 302?
Gabriel: Não, na 306
Você: Eu faço aula na 308
Você e Gabriel: Como é que nunca te vi?
Começamos a dar risada da situação, nos dois estudando na mesma faculdade, no mesmo campus, nas salas ao lado, nunca se quer nos vimos por lá e fomos nós conhecer no aeroporto. O que o destino queria com isso? Era sempre assim que pensava. Tomamos café juntos e até trocamos telefones agora que nos conhecíamos. Fui para o meu trabalho e Gabriel para o dele.
O Destino - Parte 9
Já eram 8 da noite e tínhamos acabado de resolver tudo.
Ana: Nossa foi muito cansativo mas pelo menos resolvemos tudo.
Você: Tô bastante cansada mas aliviada que conseguimos terminar tudo.
Ana: Vamos sair pra comer algo?
Você: Vamos mas preciso passar na lavanderia antes, derramei café no meu casaco.
Ana: Você tá de carro?
Você: Sim e você?
Ana: Também. Então vamos fazer o seguinte vou indo para o restaurante enquanto passa na lavanderia ok?
Você: Pode ser. Mas vai ser o mesmo restaurante de sempre? Aquele perto do posto de gasolina?
Ana: É esse mesmo.
Você: Combinado então.
Apagamos tudo já que fomos às últimas, trancamos é deixamos a chave com o vigia. Pegamos nossos carros no estacionamento e cada uma foi pra um lado. Deixei o casaco na lavanderia e fui encontrar Ana, chegando lá a vi em uma mesa com um homem, me aproximei meio tímida e ela pediu que sentasse.
Ana: ~seu nome~ espero que não se importe, meu marido me ligou e disse que estava por perto então o convidei.
Você: Claro que não me importo.
Ana: Nem apresentei vocês, me desculpem. ~seu nome~ esse é o Roberto meu marido e essa é a minha estagiária que tanto falo amor.
Nos cumprimentamos com aperto de mãos.
Roberto: Olha você deve ser muito boa porque ela fala muito de você e normalmente eu não a vejo confiar muito nas pessoas não.
Você: Nossa eu fico lisonjeada, obrigada.
Roberto: Eu até pensei em roubar você da Ana e te contratar na minha empresa mas ela já tem planos pra você.
Ana: Amor não entrega o jogo
Roberto: Ah me desculpe!
Eu nunca soube lidar com elogios então eu só sorria e sentia meu rosto queimar.
Ana: ~seu nome~ tinha me esquecido, essa semana o nosso chefe vai estar por aqui, amanhã de manhã ele marcou uma reunião e queria que fosse pra te apresentar e se quiser também tenho ingressos para os shows dele aqui se quiser ir com alguém.
Você: Mas amanhã de manhã tenho prova na faculdade Ana e quanto aos shows não gosto de locais cheios mas obrigada.
Ana: Verdade, me esqueci da sua prova. Mas vou falar com ele de você.
Conversamos sobre várias coisas durante o jantar, o Roberto contou que a Ana não gosta de trabalhar com ele e preferia trabalhar lá, contou que não gostava do Luan e contou também que a empresa dele era mais voltada para o Marketing digital. Terminamos, conversamos mais um pouco e cada um pegou seu caminho. Cheguei em casa, tomei um banho e cai na cama, estava muito cansada até mesmo pra ligar pra Elis, deixei pra amanhã.
O Destino - Parte 8
Entrei no carro nervosa, confusa, envergonhada e tudo mais que daria pra sentir. Não poderia dirigir desse jeito, fiquei no carro pensando em tudo, tentando me acalmar, respirando fundo. Depois de um tempo me acalmei e olhei o relógio e já estava na hora de ir trabalhar.
Você: Aí meu Deus, não posso me atrasar.
Liguei pra Ana e disse que chegaria com uns 10 minutinhos de atraso e ela nem se importou pois sabia que eu sempre era muito responsável com tudo. O trânsito hoje estava ao meu favor acabei nem me atrasando. Senti o perfume dele dentro do carro misturado ao cheiro de café.
Você: Oi Ana, boa tarde!
Ana: Nossa, pontualíssima.
Você: Obrigada, vou até a minha sala, tenho muito trabalho.
Ana: Depois precisamos conversar.
Você: Ok!
Eu era a única estagiária que tinha sua própria sala mas também eu fazia coisas que os outros não faziam pois Ana confiava muito em mim. Ela dizia que foi confiança a primeira vista. Mas todas essas regalias me traziam também algumas inimizades. Érica era contratada há uns 3 anos, começou como estagiária assim como eu, porém nunca conseguiu a confiança que Ana tinha em mim, ela me odiava e isso era visível. Estava ao telefone resolvendo alguns problemas quando ouvi alguém bater na porta.
Você: Então depois nos falávamos pra acertar tudo. Abraços e muito obrigada de novo... Pode entrar!
Érica: Oi estagiária, estão aqui os relatórios pra você resolver.
Você: Mas isso é coisa pra você resolver
Érica: Não meu bem porque sou a contratada e você a estagiária.
Você: A Ana me passou outra coisa pra resolver, se você não dá conta de resolver os seus porque chega atrasada eu não tenho culpa nenhuma.
Érica: Você é bem insolente, nem é contratada e já está assim imagina se fosse, coisa que duvido muito porque suas costas não são tão quentes assim por aqui
Você: Pode ficar tranquila que a minha demissão ou contratação não cabem à você.
Érica: Vou dizer a Ana que se recusou a fazer o que é seu dever. Vai ser sua palavra de estagiária contra a minha.
Ana já ouvia tudo desde o início quando Érica terminou de falar ela entrou.
Ana: Érica preciso falar com a ~seu nome~ depois preciso falar sério com você.
Ela saiu toda sem graça sem dizer nada.
Você: O que vai fazer com ela?
Ana: Isso o que ela faz com você é assédio moral, isso gera justa causa sabia?!
Você: Não precisa se preocupar, eu sei lidar com isso e imagino o quanto deve ser desconfortável pra ela essa situação. Não precisa demiti-lá, sei que ela tem um filho e não pode ficar sem emprego.
Ana: Você é incrível garota, sabia que não estava enganada com você.
Você: Sem muitos elogios se não o ego infla, vamos trabalhar porque temos umas coisas pra terminar.
Ficamos a tarde toda na minha sala trabalhando, essas coisas burocráticas da carreira do Luan eram complicadas, até as redes sociais dele eram difíceis de lidar.
O Destino - Parte 7
#LUAN
Rober: Velho, o que foi que você viu no aero que até agora não se recuperou? E o que foi que você me mandou entregar pra aquela mulher? Cês se conhecem?
Luan: Sei lá cara, eu olhei pra trás e vi aquela mulher de casaco vermelho e travei, não sei nem porque. Mas precisava saber o que foi aquilo porque vi que ela também travou e foi por isso que mandei entregar o número do meu telefone pra ela.
Rober: Sério? Velho você pirou mesmo? Nem sabe quem ela é, nem sabe de nada dela. Mas era gata viu?! Isso eu reparei.
Luan: É por isso que dei meu número né Zé pra saber mais dela.
Rober: Apesar que você dá seu número pras muié tudo né, nem seria algo de se estranhar.
Luan: Fica na sua!!
Fiquei pensando nela o resto do dia, não sei o que aconteceu comigo, foi esquisito tudo aquilo, nunca senti algo assim. Será que ela me ligaria? Tava ansioso, nem conseguia pensar direito, queria pelo menos saber o nome dela. Ela tinha cara de quem se chamava Helena, isso, eu iria chamá-la de Helena enquanto eu não sabia o nome dela de verdade. Seria seu pseudônimo. Nosso primeiro segredo.
Teria uns seis shows em São Paulo, ficaria a semana inteira em casa e de lá iria para os shows, aproveitaria bem a minha família, mas eu não conseguia parar de pensar nela, estava acabando com os meus dedos e a cada mensagem no celular eu pensava ser ela. Muié do céu o que cê fez comigo? O que foi aquilo no aeroporto? Quem é você?
Rober: Luan? Você vai ficar sem dedo. Calma! Nós chegamos na sua casa, descansa e depois bora pro show.
Luan: Falou velho, vou tomar um banho e ver se relaxo. Até a noite galera.
Cheguei em casa, tomei um banho e comi algo mas mesmo assim não conseguia tirar ela da cabeça. Não tinha ninguém em casa, meu pai e minha mãe estavam viajando e Bruna provavelmente estava com as amigas. Ouvi um barulho lá em cima e fui ver.
Luan: Piroca? Achei que não tava em casa
Bruna: Tô meio gripada e aí resolvi não sair.
Luan: Que bom, tava precisando conversar com alguém, tô meio atordoado.
Bruna: Vem vamos pra sala
Deitamos no sofá com um edredom bem grande e ligamos a TV, o tempo estava frio, Bruna pediu pra Cida fazer pipoca.
Luan: Nossa Pi, tava precisando disso, quanto tempo não fazemos isso?
Bruna: Muito tempo viu?! Tava com saudades do meu irmão já.
Luan: E eu de você.
Bruna: Mas vai, me fala o que tá acontecendo que você tá assim.
Luan: Não é nada demais, cê vai achar que fiquei louco igual Rober achou.
Bruna: Eu vou tentar entender, juro!
Luan: Hoje de manhã tava chegando aqui em São Paulo e quando tava no aeroporto vi uma mulher muito linda e nós dois travamos e trocamos olhares, mas foi só isso, nem nos falamos nem nada, mas foi estranho sabe?! Esquisito. Senti uma coisa diferente, ela passou por mim e tive vontade de correr atrás dela, eu nem sei o nome dela Pi, tô muito frustrado por não ter feito nada mas é que tava com o Well, o Rober e fugindo das fãs porque elas eram muitas e não iria conseguir nem atende-las.
Bruna: Mas você não fez nada? Logo você?
Luan: Ah, pedi o Rober pra entregar meu telefone. Nem sei se ela parou porque era minha fã mas parecia que ela não tinha me reconhecido. Queria que ela me ligasse pra saber o que foi aquilo.
Bruna: Pi, mas se foi algo importante pra ela, ela vai ligar e se não ligar bola pra frente você é o Luan Santana tem um monte de mulher querendo você.
Luan: É, vou tentar me controlar. Prometo.
Ela me abraçou e percebi o quanto ela se parecia com a minha mãe, até no jeito de dar conselhos.
O Destino - Parte 6
Fui me acalmando aos poucos, eu tentava pensar no que aconteceu mas era incrível como eu não conseguia me lembrar do rosto daquele homem, só sabia que aqueles olhos mexeram muito comigo e ainda tinha o cheiro daquele perfume que eu não conseguia esquecer. O garçom interrompeu meus pensamentos trazendo o meu pedido.
Garçom: Aqui está.
Me assustei e derrubei todo o expresso em mim.
Você: Aí meu Deus, me desculpe, sou muito desastrada, me desculpe de verdade.
Garçom: Calma, deixa que eu limpo isso, só o seu casaco é que não sei se vai ter salvação.
Ele começou a rir, fiquei ainda mais corada e envergonhada.
Garçom: Fique calma, essas coisas acontecem o tempo todo por aqui.
Você: Que bom saber que não sou a última desastrada do mundo.
Garçom: Se você é a última do mundo eu não sei, mas se me permite é uma das mais lindas que já vi por aqui.
Olhei pra ele e enquanto tentava me ajudar a limpar ele olhava pra mim, fiquei ainda mais nervosa e envergonhada. A moça que estava no balcão o chamou.
Garçom: Só um minuto.
Enquanto ele ia em direção ao balcão, deixei o dinheiro na mesa e fui saindo. Ouvi alguém gritar e parei.
Garçom: Eiii moça do casaco vermelho com expresso de baunilha.
Comecei a rir de me lembrar da cena e também de nervoso. Me virei e percebi que ele não era de se jogar fora, olhos verdes, um cabelo claro com um penteado legal, mas em uma das suas mãos ele levantava um papel e antes que ele dissesse algo fui logo me adiantando.
Você: Eu deixei o dinheiro na mesa
Garçom: Sim, eu vi. Mas isso aqui foi um cara que deixou no balcão pra entregar pra você.
Olhei desconfiada e ele estendeu o papel pra mim. Peguei e abri de curiosidade. Estava escrito um número de telefone e mais nada. Guardei no bolso do casaco sem nenhuma pretensão.
Você: Quem deixou isso lá?
Garçom: Não sei, a Débora foi quem me entregou e disse que ele pediu pra entregar para a garota do casaco vermelho.
Você: Sério? Isso não é seu né?!
Garçom: Você me ligaria se fosse?
Você: Tenho que ir.
Me virei e sai andando, depois de um tempo me tornei "alérgica" a relacionamentos, eu sentia que o amor tinha um grupo de escolhidos do qual eu não fazia parte. Ele estava parado no mesmo lugar e gritava mais alto a medida em que me afastava.
Garçom: Você sabe onde eu trabalho, nem precisa do meu telefone. Mas acaso resolva voltar e eu não esteja meu nome é Gabriel.
Me virei e sorri. Pra ele foi como se tivesse feito gol no final de um campeonato.