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taquaruçu, tocantins, brasil 🇧🇷
ViaJerO
Temor de muchos, Dolor de otros tantos, Eres vituperada y maldecida repetida, muchas veces, Pero de forma injusta, muy injusta, frecuentemente... Siendo solamente un simple paso, En el proceso natural de este ciclo llamado vida; Que nos resistimos, Que nos duele, Que nos aferramos, A seguir en este mundo, Aún a pesar de sufrir y padecer suertes funestas, La hemos vuelto la enemiga a vencer, A odiar... Y ella se acerca a nosotros seria, adusta, formal; A cumplir sólo lo que le toca, No habiendo en ella ni bondad, ni maldad, Ni gozo, ni tristeza... - señor, ¿quién es usted?, - sólo un viajero, - ¿qué hace en mi pueblo?, - negocios, nada más negocios, - se ve triste, le regalo esta flor para que se alegre el día, - gracias, pequeña, muchas gracias, - de nada, Señor, todos merecemos un poco de alegría, - ¿hasta yo?, - usted también lo merece.... Ese día la muerte se retiro del pueblo sin llevarse a nadie consigo. Derechos Reservados, Bernardo Torres Cabrera, 2017.
há momentos em que apenas uma decepção é demais.
não precisa nem chegar em um dia ruim.
eu tô cansada e frágil.
é tudo sobre uma decepção que derruba a balança e de repente tudo fica entorpecido e desliga, sabe? o cérebro simplesmente para e não há mais nada a ser feito porque se recusa a começar, mas se recusa a descansar.
apenas existo neste estado de limbo e o meu corpo e minha mente se recusam a se libertar de um jeito ou de outro.
fiz três tatuagens num flash day, quis cortar o cabelo, tive duas crises hoje e chorei até minha garganta ficar na carne moída, pensei em desistir, mas pensei nos problemas
minha vida poderia ser resumida em pensar demais em coisas que eu não deveria naquele momento, é como se houvesse uma caixa dentro da minha cabeça mas ao contrário do normal que seria ter algumas boas divisórias, não tem
fiz três tatuagens e em uma quase lacrimejando pensei “nunca mais”, sabendo que no fundo faria de novo porque eu amo drama. ultimamente não converso com quase ninguém e não consigo manter o pouco que agora tenho
me sinto triste e presa o tempo todo, não consigo me abrir, voltei a mal comer, ando no automático, não cumprimento mais ninguém, geralmente sou ignorada quando tento puxar assunto
estou constantemente me encurralando ou os outros ajudam?
eu sou um pontinho negro entre quatro paredes brancas e não tem caneta pra expor nada, to acorrentada e nua, tem água, mas sem eletricidade. to assustada. sorrio pra desconhecidos, desalmada.
Eu amo o teu jeito de sorrir, de arrumar o cabelo, de colocar o óculos de sol no rosto e também amo observar, de longe, teus longos dedos finos realizando simples gestos que normalmente eu não repararia.
Então te observo por minutos, mas desejando ficar assim por horas pelo simples fato de saber que valeria a pena. O jeito que reconheço seu perfume de longe, inflamando e castigando-me cegamente e sem piedade.
A forma que suas bochechas tomam quando você conversa com sinceridade mesmo quando não é papo sério, só malandragem. Não era o que eu queria e muito menos esperava. Quem diria.
Depois de muito tempo contradizendo o que eu sentia, quando tenho a oportunidade e abro meu coração, o retiro da caixinha isolada, aquela que fica trancada a 7 chaves, lá se foi tudo. Tudo.
Então chega a insônia, o medo, a saudade, a relutância, a morbidade, as dúvidas e uma crueldade. Até a maldita crise de identidade.
Mas eu tento compreender, é mais do que eu podia ver, porém agora noto que, de fato, foi bom te conhecer mesmo você estando com alguém agora ou talvez sem nenhuma de nós.
Porra, foi bom sim.
Faria o mesmo tudo de novo. Sentaria na mesma mesa, pediria a mesma pizza, deixaria você sentar com seus amigos e iria rir das suas piadas.
Também responderia a você o meu nome quando, de longe, você gritou quase parecendo desesperado. Aceitaria sua solicitação de amizade e tudo a seguir depois dela. No entanto, eu só mudaria uma coisa: eu teria fugido pra ir no museu com você naquele dia fingindo que queria ver as artes quando na verdade a arte que eu queria ver era unicamente você.
- odiados.
quero logo o meu cantinho
aprender a tomar vinho
e talvez a dançar
usar só roupa íntima
cantar sem medo
chorar em paz
convidar os amigos pra papear
fotografar
ah, quero logo o meu cantinho
minhas plantas, o cheiro, o conforto, chamar de lar
agora, por algum motivo, muitas vezes sinto que muitas coisas acontecendo nos últimos meses não são reais.
política, guerra e vida fora das minhas próprias experiências parecem um reality show ruim.
eu não sei o motivo e realmente não posso descrever como me sinto, mas... eu não sei... quero dizer, isso me ajuda, escrever pensando em fatos reais distantes de mim agora.
mas também me preocupa porque eu sempre preciso de alguns segundos para perceber que o que parece ser uma ficção mal escrita é realmente real.
não ajuda que eu geralmente tenha problemas de concentração e 'realização' (você pode chamar assim) devido à falta de sono causada pela universidade, estresse e problemas pessoais.
minha memória tá sumindo e espero que não seja trauma irreconhecível no momento.
inerte. em silêncio. todos os dias.
eu me sinto uma estranha e desconectada de mim e do mundo.
querido diário,
eu não sei o que fazer.
eu sinto uma desconexão emocional com cada pessoa e nada mais é excitante, é simplesmente triste ou completamente entorpecido e não há como falar com alguém, nem com meu parceiro, eu simplesmente não consigo explicar tantos sentimentos, minha memória anda curta e em menos de 10 minutos eu esqueço.
é difícil sentir-se desconectada do resto do mundo e sentir-se alienado com pessoas com as quais estou compartilhado um relacionamento interpessoal.
todos parecem cansados.
eu sei que posso falar disso com as pessoas e eu tento, nada sai ou quando sai ninguém entende realmente e eu deixo pra lá.
lembro-me de que, quando começo a engarrafar as coisas, quando começo a esconder tudo o que estava sentindo, fico cada vez mais entorpecida e torna-se impossível até mesmo começar a me abrir novamente. no entanto, certifico de que estou caindo nesse padrão de engarrafamento novamente.