Sei que te amo demais pra me tornar uma espécie de morta-viva. Não sabe se vai, não sabe se fica. Decido de agora em diante parar. Estou me forçando a respirar. Inspiro, expiro, não sinto. Grito mil vezes mentalmente "merda, merda, merda!" Não faço mais idéia. Eu estou na Terra? A cabeça gira, sei que não é bebida. É culpa tua? Ou culpa minha? Ponho as mãos no rosto e no escuro tento enxergar o caminho de volta. Não posso voltar. Não devo voltar. "Enfrenta", digo a mim mesma.
É a última vez que você se foi, porque é a primeira vez que eu deixo você ir.














