One Shot Exo Kai
POV Kai
Sempre fui muito reservado com meus relacionamentos. Nunca fui de fazer propaganda para Deus e pro mundo, ainda mais no ramo em que eu trabalho, já que temos que vender a imagem de homens perfeitos e namorados de nossas fãs.
Por um lado eu amo o que faço, amo minhas fãs e disso nunca me arrependeria, mas por outro lado tenho que me privar de varias coisas, como por exemplo minha privacidade.
Namoro há dois anos com a k-idol (s/n) do grupo Blizz. Grupo que debutou em 2011 e vem crescendo até hoje. Quando decidimos namora a SM Enterteinment, nossa empresa, não foi tão rigorosa, contando que namorássemos escondidos, como dois adolescentes fugindo da família. A maior preocupação era de ambos os lados, já que os dois grupos são bem famosos e tem uma legião de fãs ensandecida atrás de nós.
Aceitamos, contra gosto, mas aceitamos e desde então estamos juntos. Temos um relacionamento sólido e baseado na total confiança. Acredito nela de olhos fechados e vice versa. Porém, como toda pessoa normal, o ciúmes está presente em nosso namoro e é mais da minha parte. Eu sinto muito ciúmes dela e vê algo e não poder fazer nada me enlouquece, o que gera muita zoação dos meus companheiros de grupo. Eles sabem como eu sou e utilizam isso para implicar comigo, principalmente o Baekhyun, que é a peste em pessoa.
Por serem um grupo em constante crescimento, elas sempre participam de programas de variedades, o que não acontece muito com a gente por conta da nossa agenda, mas quando temos a oportunidade é muito legal, pois mesmo que seja trabalho é descontraído e refrescante. Entretanto, nunca tivemos a chance de gravar juntos, até agora.
Ambos fomos convidados para ir no Running Man, um programa de variedade muito famoso e popular aqui na Coreia. A experiência estaria sendo ótima se eu não estivesse me corroendo de raiva por conta do ser intragável que está descaradamente dando em cima da minha namorada.
Gary é o nome do embuste. Vejo a forma quão que está desconfortável com a situação e o que mais me choca é ninguém fazer nada. Mesmo com as cortadas que a mesma dá ele continua.
Uma coisa que logo de inicio eu sabia que seria um desafio para mim era seu jeitinho. Por ser brasileira e ter costumes diferentes e jeitos distintos de enxergar as coisas, não faz distinção no tratamento entre homens e mulheres. Trata todos da mesma forma e sendo aqui na Coreia, isso pode passar uma impressão errada já que somos um país bem conservador. Por conta disso ela tem que passar por certos tipos de situações às vezes, mas não que eu vá pedir para ela mudar. A conheci assim e me apaixonei assim, mas foi algo bem difícil de me adaptar e ainda estou trabalhando nisso.
Respiro fundo mais uma vez e tento fazer cara de paisagem como o Suho Hyung pediu. Claro, para ele é fácil. Queria ver se fosse a Irene no lugar da (s/n) se ele ia gostar e ia manter a calma que pediu para eu ter.
Passo toda a gravação com o cenho franzido e (s/n) que percebeu meu descontentamento com o olhar me pediu para manter a calma. No fim, dando graças a Deus nos preparamos para ir embora, mas antes envio uma mensagem para a mesma me encontrar no prédio da SM para irmos embora juntos, já que precisaríamos ir à empresa ainda.
Chegando ao prédio fazemos o que temos que fazer e envio outra mensagem dizendo que já acabei e que vou estar esperando no carro. Sigo meu caminho até o mesmo onde me ajeito e fico mexendo no celular para passar o tempo. Sem muito esperar a vejo saindo no estacionamento caminhando em minha direção.
Notando minha rigidez e meu rosto fechado (s/n) acaricia minha nuca causando leves arrepios. Vendo que não estou muito a fim de conversar, a mesma não puxa assunto mais descansa sua mão em minha coxa direita, fazendo com que toda a raiva se dissipasse e assim foi durante todo o percurso.15 minutos foi o tempo que levou para chegar até o seu apartamento.
Já que moro com os meninos ainda, não curto levar ela para lá para dormir, seria desconfortável tanto para ela quanto para eles, sem contar que como casal queremos privacidade. Por isso, vamos para sua casa, o que é vantajoso, já que podemos ter um tempo só nosso.
A vejo sair do carro e sigo até o elevador. Vejo que morde os lábios mostrando que está nervosa e seus dedos cruzados em suas costas demonstra que a mesma está meio tensa. Passo minha mão em sua cintura e a puxo para mim, afasto seu cabelo e cheiro seu pescoço. A mesma pula no susto, mas é interrompida pela porta do elevador que se abre avisando que chegamos ao nosso destino. Entramos em seu apartamento onde a mesma me avisa que vai tomar um banho. Pondero se devo ou não a acompanhar, mas decido que seria melhor não já que provavelmente não me controlaria no chuveiro e o que quero tem que ser mais demorado.
Enquanto a mesma utiliza o banheiro da suíte, vou ao seu quarto e pego uma muda de roupa minha em seu closet e vou tomar banho no banheiro de baixo. Quando volto a vejo sentada na penteadeira secando seu cabelo. Sento na beirada da cama e a encaro. Pelo reflexo do espelho ela me olha.
- Você está muito bravo? – pergunta virando – se na cadeira para me olhar cara a cara.
- Um pouco, mas não com você. – respondo passando a toalha em meus cabelos.
- Quer conversar sobre isso? – pergunta enquanto caminha até mim. Toma a toalha que estava em minhas mãos e assume o que eu estava fazendo a poucos.
Se encaixa entre minhas pernas e começa a secar meu cabelo. Sinto o carinho que a mesma me faz a seguro em sua cintura a trazendo mais para perto. Coloco – a sentada em minhas pernas e puxo descanso minhas mãos em suas coxas que envolvem meu quadril.
- Não. – digo ao passar meu nariz por seu pescoço, vendo o quão arrepiada ela ficou. Desço minhas mãos até sua bunda por debaixo da blusa grande que ela pegou de mim, e deixo ali um tapa estalado, sem muita força.
A escuto ofegar e levemente sinto quando quase que involuntariamente ela se enfrega em mim, fazendo com que meu membro comece a dar sinais de vida. Enquanto mantenho minha mão esquerda ocupada em sua bunda, deixo minha mão direita me guiar até seu peito onde aperto e abaixo levemente sua blusa.
A minha atenção ao seu pescoço é intercalada com lambidas e beijos até que me dou por vencido e tiro sua blusa, a deixando somente de calcinha. Me levanto com ela no colo e a boto deitada na cama. Pego sua perna esquerda e coloco em meu ombro, e vou deixando beijos e depois faço o mesmo com a direita.
Olho para cima e vejo a mesma me chamar com os dedos. Vou até ela e a beijo com vontade. Pego seus pulsos e coloco acima da cabeça e mantenho ali.
- Não abaixe os braços. – digo e vejo a mesma concordar com a cabeça.
Sigo trilhando seu corpo parando em seus seios, onde dou atenção e depois sigo continuo descendo até sua barriga que encolhe a cada beijo depositado.Tendo a visão de sua calcinha, deixo um beijo em cima da mesma a fazendo se encolher. Puxo um pouco para o lado já vendo sua excitação que mela a ponta dos meus dedos e assopro ali.
- Não se mexa. – repito ao ver que a mesma abaixou os braços ao sentir o vento do meu assopro.
Retiro sua calcinha e vejo a mesma tampar sua intimidade com as mãos e fechar as pernas. Olho para cima e vejo (s/n) corada olhando para o lado.
- Abre para mim, hum... – deixo um beijo em sua coxa.
Mesmo depois de tanto tempo juntos (s/n) ainda fica envergonhada nesses momentos mais íntimos que temos, mesmo não precisando, já que eu gravei cada parte do seu corpo e seu exatamente o que tem em cada lugar. Como a pintinha que ela tem na virilha e a outra na nuca.
Lentamente (s/n) abre para mim e seguro em seus joelhos a ajudando. Abaixo e dou uma lambida de baixo para cima pegando toda a sua lubrificação. Em nenhum momento corto o contato visual. A vejo começar a tremer perdendo controle de seu corpo quando dou uma sugada mais forte em seu clitóris. Involuntariamente suas pernas se fecham em volta de minha cabeça, seguro em suas coxas impedindo e as abr novamente.
Enquanto sua mão direita fica na boca tentando segurar os gemidos que querem sair, sua mão esquerda vem até meu cabeço onde intercala entre puxos e empurrões tentando tirar minha boca de sua intimida.
Sabendo que está perto de vir, aumento a pressão de minhas sugadas e coloco um dedo para dentro. E não muito depois a vejo se desfazer e sinto seu mel em minha boca. Deixo mais algumas lambridas tentando prolongar seu momento de êxtase até que volto a fazer o caminho inverso dos beijo até sua boca.
Descabelada e joga na cama, (s/n) ainda tremendo um pouco e sorrindo, deposita um beijo em minha boca. A mesma se põem em cima de mim e deixa beijos pela minha nuca. Retira minha camisa e continua seus selares até minha calça de moletom onde a abaixa. Surpresa por se dar conta de que não estava usando cueca, e mesma agarra meu membro e o movimenta para cima e para baixo. Passa a língua na glande babada pela leve excitação que saiu e assim fica por um tempo até o enfiar todo na boca, me causando calafrios.
Tentando manter meus olhos abertos, olho para baixo e a vejo me chupando. Uma cena que para mim parecia perfeita. A forma com que tentava colocar tudo na boca e os barulhos dos engasgos era muito prazeroso de se ouvir.
Passo a mão em sua cabeça onde a deixo ali e faço um carinho. Tombo minha cabeça para trás e começo a sentir os tremores no meu corpo começarem a ficar mais fortes. Seguro sua cabeça a tentando tirar sua boca de meu pau, mas a mesma não deixa e me desfaço em sua boca. (s/n) engolhe o meu gozo e levanta lambendo os lábios.
Essa mulher é minha perdição!
A puxo para mim e a beijo. Troco de lugar e me coloco por cima sem cortar o beijo. Estendo minha mão até a mesinha de cabeceira ao lado da cama e entrego o pacotinho a (s/n) que o pega e abre. Enquanto a vejo abrir faço uma leve masturbação. Antes de cobrir meu membro (s/n) deixa um leve selar na minha glande.
Depois de coberto a deito novamente e me ponho em cima dela. No meio de suas pernas, descanso meu braço esquerdo ao lado de sua cabeça e o direito utilizo para guiar meu membro até sua entrada.
Entro e sinto um arrepio na espinha. Como é apertada. Às vezes seja ser doloroso para mim, mas ao mesmo tempo em que dói é uma dor gostosa. Sinto suas paredes me apertarem como se estivessem ordenhando uma vaca. Boto minha cabeça em seu pescoço. Noto a mesma intercalar sua atenção em minhas costas e cabeça. Ouço seus gemidos no pé do meu ouvido e vou tentando me controlar para não machuca - la.
Estoco forte. (s/n) cruza as pernas em volta da minha cintura me dando mais mobilidade. Ouço quando a mesma me pede para ir mais forte. Troco de posição e a coloco de quatro. Seguro forte na sua cintura e pego firme em seu cabelo onde puxo um pouco fazendo a mesma envergar o pescoço. Tentando abafar os gemidos (s/n) segura o travesseiro com força e puxa o lençol para o morder. Aumento minhas estocadas. Solto sua cintura e seu cabelo e puxo seus braços a trazendo para mim. Sem ter o controle de seu corpo colo suas costas em meu peitos e seguro forte em seu pescoço. (s/n) coloca sua mão em meu pulso e avisa que está perto, a solto. Aumento mais um pouco minhas estocadas até que a sinto suas paredes intimas me apertarem e (s/n) tomba na minha frente.
Seguro em sua cintura utilizando as duas mãos e só o que se ouve no momento são os gemidos de (s/n) que se tornaram mais altos devido a sensibilidade do recente gozo, meus múrmuros e o som da sua bunda chocando contra minha pélvis.
Uma pressão abaixo do meu umbigo se forma e vejo que estou bem perto. Mais cinco estocadas e gozo caindo por cima dela que sorrindo leva sua mão para trás e faz um carinho em meus cabelos suados.
Saio de dentro dela. Vou ao banheiro e me desfaço da camisinha após dar um nó nela. Volto para o quarto e vejo (s/n) resonar me mostrando que já está dormindo. Deito ao seu lado e passo meu braço em baixo de seu pescoço a trazendo para mim. Automaticamente (s/n) se aninha em mim e repousa sua mão em meu peito. Trago ela mais para perto, boto minha mão em sua cintura, afasto os fios de cabelo de sua testa e deposito um beijo casto na mesma. Logo, o sono vem e não vejo mais nada.
- Adminis Cris
Obs.: Nenhuma as imagens são de minha autoria, ou seja todos os créditos a seus devidos donos.














