get down, make love by queen (rock montreal 1981)
this performance is like the gods came down from heaven and fucked everyone, it’s so good

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get down, make love by queen (rock montreal 1981)
this performance is like the gods came down from heaven and fucked everyone, it’s so good
last ep i watched was macrocosm and let me tell u janeway in that sleeveless undershirt wielding that phaser rifle ugh man wowwwwwwww
So I'm browsing through my massive folder of ME3 screenshots (thank you, thievinghippo) and because I am mentally 12, all I can think is--
do you know how easy it would be to make a 101 Terrible O-Faces of Mass Effect post?!
Phill Collen's voice in the intro of Die Hard The Hunter, live In The Round, does things to me
I get to meet Rob Zombie tomorrow for his new movie! I'M GOING TO EXPLODE!
Radio
“Oppa é tão lindo~! Como ele cantou bem hoje à noite!”
“Queria tanto um autógrafo seu! Será que é muito difícil passar pelos seguranças? Eles são tantos... Aish!”
“Eu daria qualquer coisa pra uma noite com Sungmin-oppa. Qualquer coisa.”
Esse era o tipo de comentário que Kyuhyun, escorado à parede localizada entre o bar e a entrada do backstage, ouvia. De braços cruzados sobre o peito e rosto impassível, ele escutava atentamente as impressões mais variadas sobre Sungmin. Não havia uma pontinha que fosse de ciúme em si, por mais que o que as fãs de seu amante falassem fosse até um tanto grosseiro ou exagerado. Cho Kyuhyun confiava – e muito – no próprio taco. Por que iria se preocupar com um bando de adolescentes histéricas? Sungmin não se importava. Era o preço da fama, dizia. E, até o dado momento, ele estava lidando muito bem com seu sucesso meteórico.
Merecido sucesso, vale ressaltar. Sungmin não era apenas um rostinho bonito a despontar na mídia. Ele era talentoso, muito talentoso, além de carismático, simpático e, obviamente, extremamente belo. Seu visual era único, sem que isso significasse alguma extravagância de sua parte. Ele se vestia para o público e, portanto, tinha o compromisso de se apresentar da melhor forma possível. Era muito bem sucedido nisso, aliás. Suas roupas compunham um espetáculo à parte – lhe caiam perfeitamente sobre o corpo, ressaltando o que ele tinha de mais atrativo. Kyuhyun, como não podia deixar de ser, era mais atento a tais detalhes do qualquer stalker obcecado. Afinal, se tratava de seu homem. E a ele, Kyuhyun prestava uma atenção devotada.
Sungmin era maravilhoso. E isso sem contar com suas canções, Deus! Elas iam direto ao coração das pessoas. Suas letras, as melodias, os acordes idealmente arranjados, sua banda, suas performances no palco, sua emoção ao interpretar... Kyuhyun duvidada que houvesse, na atualidade, um artista tão completo quanto Sungmin. Não se tratava de música pra manada, música pros olhos, música trivial. Era popular, sim, as pessoas gostavam, compravam, se identificavam. No entanto, era pura poesia musicada. Caia sobre os ouvidos como puro mel auditivo, como Kyuhyun mesmo classificara.
O mais novo seguia uma carreira bem distinta da de seu hyung. Era um aspirante a cineasta que já produzira alguns curtas de muito sucesso em seu meio. Estava longe de ser tão famoso quanto o cantor, mas estava no caminho. E ele parecia brilhante, cheio de louros que seriam colhidos num futuro próximo. Os críticos mais atentos ao movimento underground já o haviam notado. Predisseram Kyuhyun como o Darren Aronofsky asiático. A comparação era ridícula, na opinião do jovem artista. Kyuhyun usava o silêncio como um poderoso aliado em suas histórias – coisa que era impensável aos célebres americanos. A delicadeza de seus curtas saltava aos olhos. Havia sutileza e cadência. O cinema americano comumente não gozava de tais virtudes. Kyuhyun era um visionário. Como tal, tinha consciência do que estava fazendo. As críticas e elogios que recebia lhe afetavam minimamente. Ele era pouco compreendido – sua ‘obra’ se desenrolava para além do parco entendimento de outrem.
Por sorte, ele já estava conformado com a diferença entre sua visão e a interpretação dos outros – deixava passar sem maiores problemas. Se havia alguém ali que devia ser sentido e compreendido em toda a sua extensão, esse alguém era Sungmin. E isso de fato ocorria. Longe de querer ter a popularidade de seu hyung, Kyuhyun era um dos que mais se empenhavam para torná-lo ainda mais conhecido. Falava dele para quem quer que fosse. Um cantor de indie pop como nenhum outro, afirmava. Sungmin era o melhor de seu meio e de sua geração.
–
O show havia acabado. Aquela noite fora insana e intensa. As pessoas o seguiram num coro comovido, as vozes eram harmônicas como se todos ali houvessem participado de um coral, ensaiando cada estrofe. Foi lindo, Kyuhyun sentira os pelos de seu braço e nuca se eriçarem, seu coração pulsar mais forte dentro do peito, até mesmo o sangue circular mais rápido em suas veias. Sungmin, mesmo metros à distância, lhe proporcionava aquele êxtase. A adrenalina, a paixão.
Porque, sim, Kyuhyun estava apaixonado. Apaixonado. Que palavra adorável. Que sentimento sublime. Nunca antes uma pessoa mexera tanto com seus sentimentos. Sungmin trazia todos à tona, num instante Kyuhyun se via num vórtice de prazer e desejo ao qual se jogava sem receio. Sem hesitação. Estava seguro naquele caos no qual o mais velho lhe atirava e ia junto consigo. Suspirava de amor, transbordava.
Por exemplo, essa sensação era suscitada naquele exato minuto. Seu celular vibrava em seu bolso e tinha certeza – certeza – de que não era ninguém mais, ninguém menos do que o rapaz a quem seus pensamentos convergiam a todo tempo. Mal conseguia produzir ou raciocinar quando ele estava por perto, nem que fosse uma presença meramente emocional. E Kyuhyun estava adorando aquilo. Estava arrebatado.
Deu uma rápida olhada na tela de seu celular e leu a curta mensagem de texto que o outro lhe enviara.
Uma limo está nos esperando do lado de fora. Vai na frente, ele vai dar a volta no quarteirão e depois vem me buscar. Se apresse, Kyu-ah~
Kyuhyun não perdeu tempo. Já imaginava que a volta no quarteirão era só para despistar. Sungmin não fazia questão de esconder sexualidade, assim como o mais novo não fazia. Porém, por algum motivo idiota que seu empresário colocara, ele era bastante discreto. Ninguém desconfiava de nada. E estava bom assim. A liberdade de que gozavam recompensava aquelas saídas furtivas e a reserva excessiva que eram obrigados a ter.
Naquele meio tempo em que cruzava a casa de shows quase vazia rumo à saída, Kyuhyun digitara com dedos rápidos uma resposta a Sungmin. Apenas lhe confirmava que já estava se dirigindo à limusine. E não demorou a encontrá-la estacionada a sua espera. Adentrou-a, sem ser notado. Os fãs ainda estavam dispersos pela avenida, entretanto, Kyuhyun não era alguém conhecido o suficiente para que fosse assaltado por canetas e rostos sorridentes. Ele estava seguro em seu anonimato.
Ao tomar assento, cumprimentou o chofer. Este já devia estar a par de quem se tratava e, sem delongas, deu a partida no carro. Deram algumas voltas no quarteirão, não apenas uma, como Kyuhyun esperava. Não que estivesse impaciente. Confiava em Sungmin e, embora estivesse ansioso para encontrá-lo, não era de se inquietar. O jovem diretor controlava-se bem e mantinha a calma em qualquer situação.
O tempo em que passou naquele automóvel requintado se arrastou como se fosse carregado por caracóis preguiçosos. Sem nem prestar atenção no interior do carro ou nas bebidas logo a mão, recostou a cabeça sobre o estofado e pôs-se a sonhar com o destino de sua noite.
Sungmin estaria muito cansado após uma performance tão enérgica, tinha certeza. Contudo, ele tinha como hábito estendê-la até os lençóis nos quais ambos se emaranhavam até o alvorecer, fazendo um amor louco e ousado madrugada adentro. Kyuhyun apreciava o arrojo de seu amante na cama. Ele era tão espontâneo, tão... Sungmin. Era fofo e sexy e másculo e firme, tudo isso numa pessoa só e inacreditavelmente era muito coerente. Não era como se uma hora ele fosse incrivelmente meigo e, em outra, fosse um ninfomaníaco selvagem arrancando as roupas de seu dongsaeng e o levando para a banheira de hidromassagem. Não, não assim. Não que ele não fizesse esse tipo de coisa, às vezes até rolava. Sungmin era diferente, ele era a soma de tudo o que Kyuhyun sempre ansiara. Ele era extraordinário.
E Kyuhyun nem se deu conta quando a porta da limusine fora aberta e por ela entrou um animado e frenético Sungmin. Ele ficava tão feliz depois de suas apresentações, esbanjava alegria. Num dia difícil, o mais novo invariavelmente ia procurá-lo. Sungmin jamais falhava em lhe envolver naquela atmosfera jubilosa e agradável. Nem que precisasse apelar para algumas taças de vinho tinto – ele era o melhor em fazer Kyuhyun tão feliz quanto ele próprio era.
“Que noite, Kyu-ah! Que noite!”, ele exclamou, botando a mão no peito como que para conter as batidas e a respiração descompassada. “Eu tive que correr para aquelas garotas lá de fora não me pegarem! Elas me viram entrando!”
Kyuhyun o observava, quieto. Ele era especial, e como era. Em todo o seu rosto estava desenhado e evidente o quanto ele era especial, não só para si, como para o mundo inteiro.
“Mas não se preocupe, os vidros são escuros o suficiente. Ninguém nunca irá nos ver.”
Ao contrário do que iria parecer para um casal de amantes comum, aquela frase guardava um erotismo incrivelmente atraente para Kyuhyun. O caso deles era algo vivido em segredo, em silêncio, ao menos fora de quatro paredes. Ninguém iria ver, ninguém iria saber. Eram apenas eles dois, Kyuhyun e Sungmin. Não havia ninguém mais. Mais precisamente, não havia necessidade de nenhuma espécie de confirmação social do relacionamento que tinham. Estavam completamente livres disso.
“Para onde vamos, hyung?”, Kyuhyun indagou, enfim. O sorriso de canto em seus lábios foi recebido com um brilho no olhar pelo homem à sua frente. Este sorriu de volta, as íris faiscando com uma centelha que em breve se transformaria em chama das mais altas e vigorosas.
Sungmin se aproximou, encostando a boca ao lóbulo da orelha de seu amante. Seu hálito fresco acariciou a pele do mais novo, e Kyuhyun já tinha uma prévia de como seria o resto da noite. Sua orelha foi sugada com ardor e não tardou para que tivesse o pescoço atacado também.
A limusine era conduzida por um motorista cego e surdo. Mas, como se previsse algo de mais íntimo ocorrendo na traseira do automóvel que dirigia, aumentou o som que antes era como música-ambiente de elevador. Enquanto arfava sob o corpo de Sungmin, que já havia se lhe estirado sobre o estofado e já havia também se deitado sobre si, Kyuhyun ouvia a canção suave se mesclando à melodia que eles próprios entoavam. A orquestra de seus corpos, de suas peles, de seus sentidos.
“Você sabe como eu gosto, hyung”, sussurrou após um beijo particularmente intenso e despudorado em que suas línguas se entrelaçaram e dançaram para fora de suas bocas, saliva de um era confundida com a saliva de outro, eles já estavam uma bagunça. A cantora norte-americana cantava ao fundo sobre vitamina e canela, sonhos fodidos, e sobre tocar no rádio. Tão conforme com o que viviam.
Sungmin se aprumou sobre o colo de Kyuhyun. Lançando um olhar malicioso como naturalmente eram todas as suas ações ali, retirou a blusa numa precisão de profissional. Suas calças voaram num piscar de olhos também. Quando deu por si, Kyuhyun estava igualmente nu. E rijo.
“Sungminnie-ah...”
Sungmin deslizou pelo estofado e pôs-se de joelhos ao lado de um Kyuhyun arfante. Ele riu baixo, mordendo o lábio inferior afim de não deixar esse riso se alastrar. Consideraria aquilo uma provocação se as coisas não estivessem indo no rumo que planejara. Não queria que seudongsaeng saísse da posição em que estava, a qual ressaltava seu sexo duro e já túmido. “Tem certeza que quer me chamar assim?”
Kyuhyun gargalhou, e então tragou uma boa dose de ar. Seu corpo se agitava em espasmos, pois Sungmin já começara a tocá-lo naquela que era sua região mais sensível. E, salientou mentalmente, seu hyung tinha o toque de um anjo.
“O que há de errado em te chamar assim?”
“Você sabe que me excita.”, o menor retrucou, voltando a se sentar sobre o sofá de couro. Posicionou uma das pernas de Kyuhyun sobre o ombro e, suavizando a voz, o imitou, puro enlevo e excitação. “Sungminnie-ah...”
Ganhou de volta um soco fraco no antebraço. Kyuhyun havia se ajeitado melhor e, já com as costas semieretas, se aproximou de Sungmin. Os dois agora estavam sentados, frente a frente. A mão do mais novo se adiantou ao membro de seu amante e, num gesto voluptuoso, iniciou a masturbação que fez com que o outro unisse as pálpebras com força.
“Você começa me chamando de Sungminnie-ah e termina pedindo pra eu te foder... Eu fico louco com isso.”
“Eu sei... Sungminnie-ah.”
A expressão outrora segura de Sungmin se desfez em gemidos e caras de deleite. Kyuhyun não era homem de rodeios, ia logo ao que interessava. Seu polegar apertava a glande alheia com insistência e seus dedos percorriam toda a extensão do membro em seu poder cada vez mais velozmente.
“E quer saber do que mais? Eu gosto sujo e seco. Você falando sacanagem no meu ouvido enquanto me fode com força e sem preparo... É assim que eu gosto.”
Kyuhyun era o provocador mais habilidoso que Sungmin jamais conhecera. Ele usava as frases certas, e invariavelmente arrancava de seu hyung exatamente aquilo o que buscava. Tinha o poder de dominar enquanto era dominado... Era um dom incrível, que despertava as fantasias mais impudicas da mente de Sungmin. Kyuhyun o usava a seu bel-prazer, levando-o para cima e para baixo na montanha russa de seus amores destilados nas mais insanas consumações.
Até o trabalhar de suas mãos no falo do mais velho era orgásmico. Compartilhavam uma intimidade rara de se encontrar até mesmo nos mais antigos amantes. Kyuhyun fazia sexo de corpo, mente e alma. Sungmin o acompanhava, nunca ficando para trás. Eles seguiam lado a lado.
“Porra, Kyuhyun, sai do meu caminho!”, Sungmin exclamou, jogando o mais novo para trás que sorriu mais amplamente do que em qualquer outra ocasião. Fora prensado entre a porta e o corpo do cantor, que o acossara inesperadamente. “Você me provoca demais para a sua própria segurança.”
“Meu hobby”
À resposta do outro, dita num tom despojado demais, Sungmin balançou a cabeça negativamente. Em questão de segundos, já enfiara os anelar e o indicador nos lábios do outro, que, apesar de surpreendido, recebeu-os ciente do que deveria fazer. Sugou-os com a técnica de uma puta de luxo. Sungmin gostava daquela postura. Gostava tanto que enfiou no ânus de Kyuhyun os mesmos dois dedos sem aviso prévio. Ah, sim. Agora estavam dançando em seu ritmo.
“Quer saber do meu hobby também, Kyu-ah? Meu hobby é te deixar duro assim... enquanto isso, eu vou fazendo você pensar que está no controle de alguma coisa. Você não raciocina direito com uma ereção. Fica tudo tão fácil... Até perde a graça.”
A cada sílaba proferida era um movimento distinto que Sungmin exercia no interior de seu dongsaeng. Kyuhyun estava no mais profundo de suas sensações, sendo levado por uma torrente que o rojava de um lado para o outro sem cessar. Era praticamente impossível se concentrar em quaisquer outras coisas que não fosse as falanges penetrando e deixando seu orifício, e seu esforço sobre-humano em se situar na superfície foi recompensado pelas declarações alheias. Kyuhyun não suportava ser desafiado e não fazer nada a respeito.
Afastando-se de Sungmin, gemeu ao ter os dedos retirados de dentro de si. Entretanto, aquela falta não durou muito, pois Kyuhyun numa jogada calculada, sentou com tudo sobre a ereção do mais velho. Com fúria e nenhuma suavidade, sequer esperou que a dor amainasse ou que se acostumasse com aquela invasão imensamente mais incomoda – ao menos a princípio. Ele cavalgava sobre o colo alheio como se o fizesse há algum tempo.
Sungmin o recebera meio perdido – fora tão do nada – mas não era de negar fogo ou de ficar alheio por muito tempo. Segurando em seus quadris, o ajudou a acelerar o ritmo de seu cavalgar.
“Você fala de mais e faz de menos, Sungminnie. Tenho que sentar no seu pau se quiser alguma coisa simplesmente porque você é lerdo demais.”
Sungmin revirou os olhos, lançando seus quadris pra frente como que para castigar o mais novo por ser tão insolente. Como consequência, Kyuhyun soltou um gemido ainda mais alto e prolongado. Todo o seu corpo se relaxou e ele desacelerou um tanto, somente para recomeçar com redobrada pressa.
“E você não deixa de reclamar nem quando me tem enfiado até o talo. Você é impossível, Kyu-ah.”
Kyuhyun não se deu ao trabalho de responder. Atirou-se sobre o estofado novamente e abriu tanto as pernas quanto lhe era possível. Naquela manobra complicada, Sungmin havia sido obrigado a se retirar outra vez de dentro do outro, porém não precisou esperar mais tempo para se enterrar de novo em Kyuhyun, que o esperava mais receptivo que nunca.
Se ajoelhando à frente dele, dobrou as costas o bastante para que seu rosto ficasse rente ao traseiro de seu amante. Juntando-lhe as pernas, Sungmin as ergueu e Kyuhyun as elevou acima da cabeça alheia. A essa altura, o mais velho já lhe chupava até a alma. Era o cunete mais bem feito que Kyuhyun recebera. A língua de Sungmin girava e contornava seu interior, sugava, mordia, e gemidos eram abafados contra a sua pele, a respiração do cantor exercendo efeito semelhante que qualquer outra parte de si teria se em contato com a carne fremente do cineasta.
“Só mete... Mete com força.”
Prontamente Sungmin o fez. E o fez só para se derramar dentro de seu amante, porque já planava em seu limite. Gostaria de lamber o próprio gozo da epiderme do outro, mas o cansaço havia sentado sobre os seus ombros com o peso dos últimos dias, corridos e ativos. Kyuhyun era um bom garoto, gozara logo depois, como se houvesse segurado e guardado aquela ejaculação para soltá-la só depois de seu amante. Sungmin ainda teve tempo para desmaiar sobre o chão da limusine e arrastar Kyuhyun consigo. Deitaram-se e observaram o teto estrelado da cabine. Parecia o céu noturno.
Sungmin engatinhou até o pequeno frigobar mais adiante e trouxe de lá uma garrafa de vinho tinto de alguma safra caríssima do sul da França. Teve algum trabalho em abri-la com o saca-rolha deixado sobre o frigobar e voltou para o lado de seu dongsaeng.
O líquido escarlate era despejado em sua boca com total descuido. Caia mais sobre sua face enrubescida e suada do que em sua língua estendida para apanhá-lo. Tomando a garrafa das mãos do menor, Kyuhyun ergueu-se e bebeu um grande gole.
“Da próxima vez, a gente faz no banheiro do escritório do seu manager.”
Sungmin tomou de volta a garrafa, sorvendo seu trago, que não foi menos generoso.
“Se você vier de cinta-liga, ok.”
“Ah-hã. Que engraçado.”
“Eu falo a sério.”
Kyuhyun liquidou três dedos do conteúdo da garrafa de um só trago. Ele não tinha dúvidas de que sim, era a sério.