The bathtub scene in "The Dreamers" (2003) dir. Bernardo Bertolucci
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The bathtub scene in "The Dreamers" (2003) dir. Bernardo Bertolucci
Os Sonhadores, 2003.
aqui apenas legendado.
Mlk sonhador, Sorridente, carente, apegado nas palavras e promessas,Muleque disposição, também muito chorão pois grande é o seu sorriso, maior é a sua dor e sua tristeza, Abandonado por muitos e humilhado por outros; sigo assim, Que os amigos que estão longe, volte e vem pra perto. Os que se foram quero um rencontro pois tenho muito a falar e muito mais pra demostrar. Frases de um pequeno poeta grande sonhador.
Frases de um pequeno poeta grande sonhador ✍️
Mlk dreamer, Smiling, needy, attached to words and promises, Kid who has the mood, also very crying because his smile is bigger, his pain and sadness are greater, Abandoned by many
Phrases of a little poet big dreamer ✍️
Os Sonhadores (2003)
Dir. Bernardo Bertolucci
Eva Green and Louis Garrel The Dreamers (2003) dir. Bernardo Bertolucci.
Louis Garrel as Theo in The Dreamers.
Os Sonhadores (2003)
The Dreamers
Direção: Bernardo Bertolucci;
Roteiro: Gilbert Adair, baseado em seu próprio romance The Holy Innocents;
Gênero: Drama; Romance;
País: Reino Unido, França, Itália e EUA.
Uma declaração de amor ao cinema e um trágico e cruel retrato da juventude contracultural do final dos anos 1960. Enquanto a maior parte da crítica especializada destacou exageradamente o controverso teor erótico-sexual do filme, procurando fazer dele uma atualização do igualmente controverso Último Tango em Paris (1972), outras dimensões significativas, sobretudo as políticas, passaram ao largo. Tendo como mote o triângulo amoroso erigido em torno dos irmãos gêmeos Théo (Louis Garrel) e Isabelle (Eva Green), e seu amigo americano Matthew (Michael Pitt), a narrativa questiona incisivamente a postura contestatória de jovens utopistas filhos da pequena-burguesia parisiense, que apesar do espírito revolucionário, refugiavam-se no interior de suas casas afastados dos rumores das ruas. Neste sentido, o filme dialoga muito com o nosso tempo presente, possibilitando a coincidência daquela juventude com a da atualidade.
Narrada em primeira pessoa por Matthew, a narrativa tem início na Cinemateca Francesa com um comentário muito perspicaz sobre a importância da cinematografia para a França: “só os franceses podem ter um cinema num palácio”. Na sequência, em 1968, após a demissão de Henri Langlois da direção da cinemateca, durante uma manifestação organizada por jovens cineclubistas, Matthew conhece os gêmeos Théo e Isabelle e prontamente tornam-se amigos. Pouco depois, os três passam a morar juntos na casa dos gêmeos, enquanto seus pais estão em viagem. Durante o tempo em que vivem juntos, um relacionamento afetivo-sexual frutificará entre os três, no entremeio de discussões e jogos sobre cinema, cultura, arte, filosofia e política. Todos os paradigmas burgueses são contestados - sobretudo os sentidos tradicionais de família - sem, no entanto, que eles tomem parte efetivamente de qualquer movimento revolucionário. Dentre os três, Matthew parece ser o mais consciente, questionando criticamente a incoerência de todas aquelas contestações.
O ponto alto do filme é o momento em que a revolução estudantil de 1968 adentra o espaço doméstico - materialmente na forma de uma pedra atirada pelos manifestantes. Neste ponto, o filme se encerra metaforicamente evidenciando o limiar existente entre o infrutífero pacifismo contracultural e a potência revolucionante de um coquetel molotov acesso.
⭐ 4.2 / 5.0