"Que, procurando iludir a solidão, eu não me transforme definitivamente em sua presa. Que eu não tenha que lamentar, como Goethe: 'Aqui, como aliás em toda parte, encontro sempre ao mesmo tempo o que procuro e aquilo de que fujo'."
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"Que, procurando iludir a solidão, eu não me transforme definitivamente em sua presa. Que eu não tenha que lamentar, como Goethe: 'Aqui, como aliás em toda parte, encontro sempre ao mesmo tempo o que procuro e aquilo de que fujo'."
Mas por que pões, Totônia, em origens tão vagas, as deficiências de teus filhos? [...] Ainda que te enganes, que sejas sereva contigo, deves crer que os erros de teus filhos são filhos de teus erros, mas sem que isto confranja tua alma, pois é humilde, Totônia, crer-se capaz de erros — e soberbo ter que os enganos e falhas sempre são para os outros.
Retábulo de Santa Joana Carolina, Osman Lins
Coisas que encontramos dentro dos livros. Semana passada comprei um livro dele para meu acervo pessoal e encontrei essa lembrança. #osmanlins #sebolivrariarenovato (em Recife, Brazil) https://www.instagram.com/p/Bxr-DovnzSA/?igshid=1ofg4j4sn302d
Coisas que encontramos dentro dos livros. Comprei um livro dele semana passada num sebo, para meu acervo pessoal, e encontro esse cartão. #osmanlins #sebolivrariarenovato https://www.instagram.com/p/Bxr9ly7Bl_k/?igshid=1ho1r0o2y4si6
Osman Lins. “Do ideal e da glória: problemas inculturais brasileiros”. Summus Editorial, 1977, p. 105. #osmanlins #literatura
Alguns anos antes, em 1953, Ray Bradbury já havia levantado esse problema em seu clássico Fahrenheit 451, no qual descreve uma sociedade cada vez mais refém da automatização — e, portanto, menos afeita ao estudo das letras: “A escolaridade é abreviada, a disciplina relaxada, as filosofias, as histórias e as línguas são abolidas, gramática e ortografia pouco a pouco negligenciadas, e, por fim, quase totalmente ignoradas. A vida é imediata, o emprego é que conta, o prazer está por toda parte depois do trabalho. Por que aprender alguma coisa além de apertar botões, acionar interruptores, ajustar parafusos e porcas?” #osmanlins #literatura #decadênciacultural
Está tudo azul com bolinhas brancas
Douglas em Lisbela e o Prisioneiro - o filme