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Parlamento Europeu propõe autonomia digital e segurança tecnológica
Em uma manobra significativa para garantir a autonomia tecnológica da Europa, o Parlamento Europeu apresentou na última terça-feira uma proposta para reduzir a dependência da infraestrutura digital proveniente dos EUA, que, segundo especialistas, é uma vulnerabilidade crítica para o bloco. Esta iniciativa se origina de uma crescente preocupação com a soberania digital, um tema que vem ganhando protagonismo na agenda política da União Europeia (UE), especialmente diante dos desafios impostos por grandes corporations tecnológicas.(...)
Leia a noticia completa no link abaixo:
https://www.jornalo.com.br/parlamento-europeu-propoe-autonomia-digital-e-seguranca-tecnologica
Parlamento Europeu pede independência das grandes empresas de tecnologia
O Parlamento Europeu está se mobilizando para encorajar um desengajamento das gigantes de tecnologia dos Estados Unidos, como parte de uma estratégia mais ampla para reduzir a dependência digital da Europa em relação às corporações americanas. Os legisladores europeus estão cada vez mais conscientes de que a dependência de empresas como Google, Microsoft e Amazon pode comprometer a segurança econômica e digital da região. Essa discussão está se intensificando em meio a preocupações sobre a privacidade de dados e o controle oligopolista exercido por essas empresas.(...)
Leia a noticia completa no link abaixo:
https://www.jornalo.com.br/parlamento-europeu-pede-independencia-das-grandes-empresas-de-tecnologia
O Parlamento Europeu condenou nesta quinta-feira (13/07) a suspensão "arbitrária e inconstitucional" dos direitos políticos de membros da oposição venezuelana e a interferência do regime de Nicolás Maduro no processo eleitoral do país.A resolução foi aprovada por 495 votos, 25 contra e 43 abstenções, após a Comissão Europeia se referir na quarta-feira aos eventos na Venezuela como "extremamente preocupantes".No texto, os eurodeputados pedem um procedimento independente para as indicações ao Conselho Nacional Eleitoral, órgão responsável pela organização das eleições na Venezuela.Eles também saúdam os esforços da oposição para organizar primárias e escolher um nome para representá-los na disputa contra Maduro, "como solução democrática para os venezuelanos tanto no país quanto no exterior".O que aconteceu na Venezuela?Adversários importantes de Maduro tiveram seus direitos políticos suspensos, como María Corina Machado, nome hoje favorito da oposição para disputar as eleições presidenciais de 2024 – em junho, ela foi declarada inelegível por 15 anos. Outros oposicionistas também já haviam tido seus direitos políticos suspensos, como Leopoldo López, Henrique Capriles e Freddy Superlano.Além da perseguição a opositores, o governo venezuelano também manobrou para atrasar a divulgação do cronograma do processo eleitoral.Os acontecimentos foram condenados por organizações internacionais, entre elas a Human Rights Watch (HRW), em comunicado conjunto emitido na semana passada. "Essas desqualificações minam os princípios da democracia e o direito à participação política e impedem a inclusão e a equidade do processo eleitoral", afirmaram as entidades.Eurodeputados querem tema na pauta da cúpula UE-CelacOs eurodeputados cobram das autoridades venezuelanas que garantam "eleições justas, livres, inclusivas e transparentes" e afirmam que cabe à União Europeia (UE) apoiar a volta do regime democrático no país latino-americano e pressionar o regime de Maduro pela libertação de todos os presos políticos.O texto também cita o apoio do Parlamento Europeu às investigações do Tribunal Penal Internacional "sobre os graves crimes e atos de repressão em larga escala do regime venezuelano" e sugere que o assunto seja debatido na cúpula entre a UE e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), a ser realizada nos próximos dias 17 e 18 de julho em Bruxelas, na Bélgica.Na ocasião, representantes dos 33 governos membros da Celac devem retomar o diálogo com o bloco europeu após um hiato de oito anos. Na pauta, além de assuntos ambientais, também deverão ser debatidos assuntos econômicos, como o acordo UE-Mercosul. É também um gesto de reaproximação cautelosa entre parceiros com visões distintas sobre a guerra na Ucrânia e as relações com governos autoritários, como a Rússia e a China.O evento, argumentam os eurodeputados, é "uma oportunidade para defender os princípios do estado de Direito, a democracia e os direitos humanos".Ainda não está claro se Maduro viajará a Bruxelas, mas seu governo e o governo cubano já acusaram a UE de agir de forma "intransparente e manipuladora" nos preparativos da cúpula – um sinal de contrariedade ante à iniciativa europeia de realizar um evento precursor, com convidados da política e da sociedade civil, para subsidiar as discussões.ra/bl (dw, ots)
Um grupo de hackers pró-Kremlin reivindicou a autoria de um ataque cibernético que deixou fora do ar os serviços do portal de internet do Parlamento Europeu nesta quarta-feira (23/11).A investida ocorreu após os europarlamentares declararem a Rússia como um Estado patrocinador do terrorismo."O Parlamento Europeu está sob um ciberataque sofisticado", informou a presidente da Casa, Roberta Metsola, através do Twitter. Ela confirmou que hackers pró-Moscou assumiram a responsabilidade."Nossos especialistas de TI estão contra-atacando e protegendo nossos sistemas. Isso, após nós proclamarmos a Rússia um Estado patrocinador do terrorismo. Minha resposta: SlavaUkrani ('Glória a Ucrânia')", disse a italiana.Os europarlamentares aprovaram por maioria esmagadora a proclamação contra Moscou, com 494 votos a favor e 58 contra, além de 48 abstenções. A medida se baseia no argumento de que os ataques russos contra alvos civis como infraestruturas de energia, hospitais, escolas e abrigos violam as leis internacionais.O gesto, porém, é amplamente simbólico, já que a União Europeia (UE) não possui um quadro jurídico para apoiar a medida. Ao mesmo tempo, o bloco das 27 nações impôs uma série de sanções de magnitude sem precedentes em razão da invasão russa na Ucrânia."A disponibilidade do portal de internet do Europarlamento está sendo impactada por fora devido a níveis altos de tráfego na rede externa. Esse tráfico está relacionado a um ataque DDoS (sigla em inglês para 'negação distribuída de serviços')", informou um porta-voz do Legislativo da UE.Os ataques DDoS ocorrem através do direcionamento de alto volume de tráfego de internet para os servidores atingidos pelos hackers com a intenção de deixá-los offline.As investidas não danificam as redes uma vez que não conseguem penetrá-las, mas podem gerar problemas, especialmente ao atingir portais de internet dos quais o público depende para obter informações vitais e acessar serviços.Às vezes os hackers utilizam os ataques DDoS como uma cortina de fumaça para outros ciberataques mais graves, como ocorreu na Ucrânia pouco antes da invasão russa. Na maioria das vezes, porém, a intenção é utilizá-los como uma ferramenta política capaz de atrair atenção.Por Deutsche Welle
Os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia chegaram a um acordo a redução de 100% das emissões de CO2 geradas por motores a combustão até 2035.A medida, prevista no pacote de ações de combate às mudanças climáticas da UE, o chamado Fit for 55, eliminará a comercialização de automóveis e vans a gasolina ou diesel. O fim do motor de combustão foi aprovado pelo Parlamento Europeu em 8 de junho, mas ainda era necessário o aval das 27 nações e do Executivo da UE.O pacote visa reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa em 55% até 2030 – em relação aos níveis de 1990 – para tornar viável a meta de atingir a neutralidade climática no continente até 2050."Uma decisão histórica da UE para o clima, que confirma em definitivo a meta de 100% de veículos com emissão zero até 2035, com fases intermediárias entre 2025 e 2030", comemorou através do Twitter o europarlamentar francês Pascal Canfin, que preside a Comissão Ambiental do Parlamento Europeu.Não chegou ser cogitada a proibição da circulação dos veículos com motores a combustão após 2035. A previsão é que esses automóveis e vans sejam substituídos gradualmente no mercado.Os automóveis são responsáveis por 12% de todas as emissões de CO2 na UE, enquanto os demais meios de transporte, emitem em torno de um quarto do total.Os Estados-membros devem, a partir de agora, transformar as novas regulamentações em lei.rc (AFP, dpa, Reuters)Por DW
O Parlamento Europeu elege nesta terça-feira (18) o novo presidente da instituição até 2024, que vai substituir David Sassoli na segunda metade da legislatura. Sassoli morreu há uma semana, aos 65 anos, por complicação relacionada ao sistema imunológico. A maltesa Roberta Metsola, do Partido Popular Europeu (PPE), é a grande favorita à sucessão. A eleição já estava prevista e não está relacionada à morte de David Sassoli. A eleição do presidente do Parlamento Europeu é feita por voto secreto. Para ser eleito, o candidato deve obter a maioria absoluta dos votos expressos válidos, ou seja, 50% mais um. Devido à pandemia, a votação será realizada em sessão virtual. Foram anunciadas quatro candidaturas à presidência da assembleia europeia: da maltesa Roberta Metsola (PPE), da sueca Alice Bah Kuhnke (Grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia), do polaco Kosma Zlotowski (Grupo dos Conservadores e Reformistas Europeus) e da espanhola Sira Rego (Grupo da Esquerda). O anúncio oficial das candidaturas foi feito nessa segunda-feira (prazo previsto) em plenário pelo vice-presidente do Parlamento Europeu (PE), Pedro Silva Pereira. Os candidatos iniciam a sessão com breve apresentação e depois é feita a votação. Os eurodeputados vão eleger também 14 vice-presidentes e cinco gestores, que compõem a Mesa do Parlamento Europeu. A escolha determinará a composição do órgão nos próximos dois anos e meio, ou seja, até 2024. Todos os cargos eleitos do Parlamento Europeu (presidente, vice-presidente, gestor, presidente e vice-presidente de comissão e presidente e vice-presidente de delegação) são renovados a cada dois anos e meio. Fonte: RTP - Estrasburgo (França) #Parlamento #ParlamentoEuropeu #Europa #Portugal #PPE #Política #PolíticaInternacional #Internacional #Mundo https://www.instagram.com/p/CY38DyVO1MS/?utm_medium=tumblr
A austeridade deve recair sobre quem roubou e continua a roubar Angola
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Em Portugal e no Parlamento Europeu é uma voz activa contra a corrupção, tema que a trouxe a Angola. Em entrevista ao Expansão deixa claro que a UE pode ajudar o País a recuperar activos desviados nos últimos anos. (more…)
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