Me desafiei a escrever um pouco pra mim, vivo dizendo que os outros são ou deixam (de) ser, deixam de estar.
Caos, eu sou caos, mas não naquele estado de loucura mental, aquela chuva caótica.
Eu só não sei parar, eu não sei parar de sentir, de ser, de ver, de falar, de expressar e de escrever
Eu não sei ser estática, como querem que eu seja, eu não sei engolir todos esses sapos, eu não sei lidar com situações difíceis... eu tento, eu me esforço, mas sabe, eu não sou
Eu não sou a princesa da Disney, eu não sou o perfeito, se tem uma coisa que eu não sou é o perfeito. Eu não sou ela, ou elas, eu sou eu, da minha forma, com meus erros, com meus acertos e minhas manias.
Eu sou folgada, eu sou errada, eu sou safada, eu sou risonha, eu brinco com tudo, eu brinco com o mundo, eu sou a própria criança disfarçada de adulto tentando descobrir o que fazer com esse quê que é a vida
Eu não sei tudo, na verdade eu nem sei nem metade, mas eu tento, eu me esforço.
Eu sou os defeitos e qualidades que posso ter, eu sou o amor e a razão eu só a próprio confusão
Eu sou minha, principalmente e antes de tudo, eu sou MINHA
E eu sou abrigo, abrigo de alguém, meu abraço é conforto pa alguém, minha vida é inspiração, alguém gosta da forma que eu me expresso, que eu me estresso, que eu vivo.
Alguém me ama, mas principalmente, acima de tudo EU me amo, porque eu sou amor.
Amor e caos, a perfeita junção de mim.