Sem pernas
Muito tempo parado Pra que pensar Se nao dizer Acabar, sem começar O que mudou Árduo rancor Ficando sem A própria cor Descolorido, morto Sem um tenor Vivendo de ilusoes Falsos amor Na duvida de viver Preferiu morrer Simplesmente Nao escolheu Pensava em caminhar Mas nao sabia o lugar Acabava sempre Parado em lar As placas vem Sem a direção Só segue o próprio rastro escarro O tempo passou Nada mudou Só o crescimento Do árduo rancor E quando dizia Nao vivia Nem pensava, Sempre sorria Um sorriso sem cor Sem boca e amor Tentando esconder A verdadeira dor E quando voar Pode acreditar Sua asa vai estar Sem um par Quando voar Sua aza vai estar Sem um par...
Cauê Gabriel Graciano Rezende












