Categorias: romance, amizade, drama, comfort e possivelmente smut
FCs: Holland Roden e Dylan O’Brien | Negociável
Ship: [✓] Amélia Turner | [✓] Dylan Cooper
Observações:
Baseado em Um amor para recordar
O jogo começa a partir do momento que Dylan é mandado para seu castigo.
Amélia poderá ficar grávida ao decorrer do jogo.
Status: Open.
Amélia - Fechada | Dylan: Fechado
Plot: Amélia Turner é uma garota doce e sensível. Tem 18 anos e sempre foi um exemplo de filha, de aluna, de amiga, de pessoa… Durante toda a sua vida fez de tudo para que pudesse ser o orgulho da família, se jogou nos estudos e em atividades consideradas dignas por seus pais. Mas de tanto tentar agradar a todos, esqueceu de si mesma. Nunca fez nada que realmente quisesse fazer, e com o tempo acabou se esquecendo de quem era. Ao completar a maioridade, descobriu ter Leucemia Mielóide Aguda, um tipo de câncer que não tem cura, e seus médicos lhe deram apenas um ano de vida. Agora, ela quer viver intensamente, fazer tudo o que tiver vontade sem se preocupar com as consequências, mas não sabe como começar.
Dylan Cooper é o capitão do time de futebol do colégio. Conhecido por ser extramente popular e mulherengo, o garoto faz o que quer, a hora que quer, sem se incomodar com o que as pessoas pensam. Já se meteu em vários problemas com bebidas e drogas, mas isso não faz com que pense em mudar. Muito pelo contrário, é totalmente viciado em adrenalina.
Por ter se metido em uma briga com alguns colegas do colégio, foi forçado a prestar serviços comunitários em troca de não ser expulso, pois já está no seu último ano do ensino médio, e uma expulsão agora seria completamente um fim nos seus sonhos de entrar na faculdade. Lá, ele conhece Amélia, a garota nerd e sem sal da sua turma, que está encarregada em orientá-lo nas suas tarefas.
Fandom: baseado nos filmes The Invisible e Just Like Heaven.
Gênero: Romance || Drama || Sobrenatural.
Localização: Decatur, Illinois. USA.
Lindsay Pevensie, 18 anos. (Odette Annable) - Indisponível.
Dimitri Hollis, 18 anos. (Justin Chatwin) - Disponível.
Quem já assistiu filmes como Meninas Malvadas ou Manhã Sangrenta sabe que a vida no colégio pode não ser nada fácil, que adolescente podem ser extremamente cruéis e nem sempre as coisas terminam bem. Toda aquela pressão sobre ser aceito e ter notas boas o suficiente para ser “alguém” na vida, isso pode mexer gravemente com o psicológico de um adolescente. Muitas vezes a família influência no futuro de um jovem, existem aqueles de boa linhagem que já tem um futuro brilhante pela frente sem nem precisar de muito esforço, outros podem vim de uma família mais humilde porém, estabilizada, com um pouco de esforço chegam lá… Já outros, bem…
Lindsay, ou para os mais íntimos, Lola, pertencia a uma família tradicional, os pais cursaram a gloriosa universidade de Harvard e queriam que a garota seguisse os mesmos passos que eles. Sempre fora uma menina certinha e obediente, nunca questionava os pais em nada, logo, o que eles queriam pra ela, automaticamente, era o que ela queria, ao menos era isso o que repetia para si mesma até acreditar na própria mentira. A verdade é que a garota sentia que havia perdido sua identidade, acreditava que ninguém a conhecia verdadeiramente, nem mesmo seus amigos mais próximos, mas também tinha medo de ser quem realmente era e não ser aceita por eles, vivendo apenas de aparência.
Dimitri, por outro lado, era de uma família problemática. Seu pai era um alcoólatra que o batia sempre que possível, sua mãe havia falecido no parto de Annalu, a irmã mais nova de Dimitri que agora tinha cinco anos, e que era o único motivo do garoto não fugir daquela casa. Suas expectativas era que ao completar a maior idade, conseguisse arrumar um emprego razoável para poder sustentar a irmã e assim, tentar conseguir a guarda dela. Sentia muita falta de sua mãe, antes da morte dela as coisas eram muito melhores, seu pai tinha um emprego fixo e mal chegava perto de bebidas alcoólicas, sua mãe mantinha a casa sempre em perfeito estado. Agora, seu pai vivia de bicos e a casa era uma zona, basicamente todo o dinheiro que entrava vinha do tráfico e dos pequenos furtos de Dimitri. No colégio andava com as piores companhias possíveis, suas notas eram sempre vermelhas e ele só não era mais invisível por causa das drogas que vendia, se não, ninguém saberia nem sequer seu nome. Era praticamente um ninguém.
Observações:
Os FCs não são negociáveis, mas se realmente for um problema, podemos conversar sobre.
Coloquei a foto de Ghost porque não achei nenhuma melhor.
Eu ainda não sei como vai ser a relação dos dois, por exemplo, se ele vai poder vê-la ou ouvi-la, pretendo combinar isso com quem for jogar comigo.
Não é necessário ter assistido aos filmes, mas seria bom ter assistido pelo menos The Invisible pra ter uma ideia.
Para mandar sua aplicação clique aqui.
As observações acima estão sujeitas a mudanças.
Full plot:
Após a cerimônia de formatura, uma festa com os amigos mais íntimos e importantes dos pais de Lola a esperava. Sabia o que aquilo significava, que eles a exibiriam como um troféu e ela teria que sorrir e fingir simpatia por todos eles, mesmo não sabendo o nome de metade daquelas pessoas esnobes. Um brinde foi feito pelos Pevensie onde anunciaram a aceitação de Lindsay em Harvard, aquele era o único motivo daquela festa, se gabar da filha prodígio que tinham. Como demonstração de orgulho, sua mãe lhe deu uma joia de família, uma pulseira de diamantes.
Com o brinde feito e seus pais distraídos conversando sobre seu futuro com aquelas pessoas, Lola viu a oportunidade perfeita de fugir de toda aquela palhaçada, ligou para Garret, seu namorado, e pediu para que ele a tirasse dali. Garret a levou para uma festa que estava acontecendo numa casa no mesmo bairro que Lola morava, a mansão que pertencia a Henry, o capitão do time de futebol americano da escola. Todos os alunos que eram alguém na escola estavam lá: jogadores, líderes de torcida, filhos de políticos… Pessoas que Lindsay esperava nunca mais ver.
Na mesma rua, também numa mansão, estava Dimitri e sua turma. A mansão era de uma família rica que morou ali anos atrás, mas um incêndio matou todos e o que sobrou da casa ficou abandonado. Rube, um dos amigos de Dimitri, passou a frequentar a casa para usar a piscina vazia transformando-a em uma pista de skate, desde então, a casa passou a ser o lugar de encontro deles. Não tinham muito o que comemorar, nenhum deles iria para universidade, mas só o fato de terem conseguido se livrar do colégio já era motivo suficiente para encher a cara e usufruir um pouco do próprio estoque de drogas.
A cabeça de Dimitri estava longe, e não era apenas efeito da maconha, ele estava pensando na carta que recebera mais cedo, uma aceitação para uma universidade que, obviamente não chegava nem aos pés de uma Harvard ou Princeton, porém, também não era das piores. Mas ele sabia que precisava tirar aquilo da cabeça, diferentemente de Lindsay, ele não tinha conseguido uma bolsa integral, teria que pagar as mensalidades. Poderia bancar a faculdade arrumando um emprego, mas então não teria condições de criar a irmã e conseguir a guarda dela seria impossível. Para Dimitri, só o futuro de Annalu era importante.
A festa na casa de Henry estava tão animada que de onde Dimitri tava, dava pra ouvir a musica, Rube teve então a ideia de entrarem na festa de penetra. Conseguiram entrar facilmente, o lugar estava tão cheio de pessoas bêbadas que nem sequer notaram a presença deles ali. Isso mudou quando Rube do nada começou uma briga com Henry, logo os dois estavam se socando, Garret entrou no meio para ajudar o amigo e Dimitri fez o mesmo. No momento em que Rube retirou uma faca do bolso e correu na direção de Garret, Lola pegou um vaso e o quebrou na cabeça de Rube, fazendo-o cair no chão. Dimitri levantou o amigo que ainda estava consciente, mas um pouco atordoado.— Saía daqui seu perdedor drogado e leve sua gangue de delinquentes juvenis junto! — gritou Lindsay na hora da fúria.
Era um fato que Dimitri nunca gostara de Lindsay, provavelmente por causa da inveja que tinha da menina prodígio e sua vida perfeita. Lola também não simpatizava nem um pouco com Dimitri, na verdade nem sequer sabia o nome dele, mas sabia o que ele era e ela tinha total repulsa por traficantes. Talvez realmente havia puxado um pouco do lado esnobe dos pais e não gostava de se misturar com qualquer tipo de gente, principalmente com aqueles perdedores.
Aquelas palavras atingiram Dimitri em cheio, a raiva começou a tomar conta do seu corpo, sua vontade no momento era partir pra cima da garota e acabar com ela, não se importando se ela era uma menina ou não, foda-se o cavalheirismo. Rube gemeu, ele precisava ser socorrido, Dimitri tinha de ajudá-lo. Se acalmou e tudo o que fez foi sair dali com seus amigos, mas com apenas um pensamento "Isso não vai ficar assim.".
Lindsay estava cuidando dos ferimentos de Garret, e enquanto o fazia, pensava em como talvez havia sido grossa demais com aquele garoto, mesmo que tivesse dito a verdade, ainda achava que o que havia feito tinha sido errado. Estava com mais vergonha de si mesma por conseguir falar o que pensava para um desconhecido e não conseguia encarar os próprios pais. Lola não queria ir pra Harvard e muito menos ser uma grande advogada um dia, o que ela queria mesmo era ser artista, amava desenhar e pintar, e seus pais sabiam do seu talento mas preferiam ignorar. Ela não teve coragem sequer de dizer que ganhou uma bolsa integral na universidade de Belas Artes de Lisboa e provavelmente nunca teria.
Para ela, a festa havia acabado, sua cabeça estava com pensamentos demais e por isso não conseguia mais se divertir. Disse para Garret que iria tomar um ar lá fora, mas ela iria mesmo era voltar para casa e sabia que se dissesse isso para Garret ele iria querer levá-la e tudo o que queria agora era ficar sozinha e caminhar para pôr seus pensamentos em ordem.
No meio do caminho uma van parou ao seu lado, antes que pudesse correr, a porta lateral se abriu e algumas pessoas vestidas de preto saíram de lá e a jogaram na van, amarraram suas mãos e colaram uma fita adesiva na sua boca. Quando as pessoas tiraram os mascaras, ela reconheceu os rostos, eram os caras que haviam entrado na festa de penetra. Porém só haviam quatro garotos e na festa tinham cinco, o que ela havia atacado com um vaso não estava entre eles.
O carro parou num local deserto, Lola estava apavorada, os garotos começaram a tirar suas roupas e as lágrimas começaram a escorrer de seu rosto, ela queria gritar mas a fita adesiva não deixava. Três abusaram dela, Dimitri preferiu ficar do lado de fora esperando, ele não concordava com a parte do estupro. Depois, jogaram ela no asfalto e começaram a bater nela, Dimitri gritava — Quem é o perdedor agora? Hein?! —, ele claramente estava muito alterado, os outros já haviam parado de espancá-la. — Tá bom cara, já chega. — seus amigos falavam, mas ele parecia não escutar, a fúria havia tomado conta do seu corpo. — Ela viu nossos rostos, ela vai nos entregar! — ele rebatia. De repente, Lindsay fechou os olhos. — Ela tá morta, cara! — um dos garotos gritou. Foi quando Dimitri percebeu o que estava fazendo e parou com os chutes. Mas já era tarde. Os garotos pegaram o corpo de Lindsay e jogaram num bueiro, depois entraram na van, antes que Dimitri também entrasse, viu a pulseira de diamantes no chão e a pegou, entrando na van logo em seguida.
Kaaaaara *--* Estas aceptadísima como Cynthia, me alegra mucho que te haya interesado el plot<3 Envíame la cuenta de Cynthia apenas la tengas y podremos empezar a rolear.
PAÍS: México.
ACTIVIDAD: Pls, estoy conectada todo el día.
PLOT: Plot #3; Just The Way You Are
PERSONAJE: Cynthia Brennan.
PÁRRAFO DE EJEMPLO:
Angelique se encontraba saliendo del baño, se había dado una ducha. Sólo tenía puesto su ropa interior, su compañera de habitación no estaba pero igual se enrollo en una toalla y se dirigió hacia el closet. Iba a salir con su profesor… ¿Eso era algo normal? Bien, tal vez estaba mal por una parte, ya que es su profesor y básicamente le doblaba la edad, pero por otra parte, ellos no harían nada malo.
Solo saldrían al cine, platicarían, tal vez comprarían unas palomitas y verían una película, nada más… o bueno, no sabía bien lo que pasaría. Sonrió al pensar que algo más podría pasar pero luego sacudió la cabeza para sacar esas ideas. Si había invitado a salir a su profesor era porque le caía muy bien y le parecía alguien realmente simpático e interesante, sólo eso.
Suspiró y abrió las puertas de su closet. La verdad era que Angelique no era del tipo de chicas que se tardaban en arreglarse, se le hacía fácil elegir que se pondría pero por alguna razón, estaba teniendo un poco en ese momento. Puso sus manos en su cara en modo de frustración y bufó. Unos minutos pasaron y se decidió por unos shorts de mezclilla, una blusa negra de tirantes que iban adornados con encaje del mismo color, un cardigan color amarillo y unos tenis color negro.
Después de caminó hacia en donde se encontraba su secadora de cabello, todavía lo tenía mojado así que la encendió y lo secó. Se dejó el cabello suelto, la morena poseía un cabello que tenía unas ondas naturales y lucían bastante bien. Luego de eso se dirigió a su tocador en donde estaba su maquillaje. Sólo se puso un poco, rímel, delineador, rubor y brillo labial. No quería lucir cargada. Al final se puso un collar con un dije de la letra A, su inicial y unas tres pulseras y claro, también se puso su perfume favorito, era un aroma realmente dulce pero no tanto como para empalagar.
Tomó su bolso y metió en ella las llaves de su habitación, su celular, cartera y algunas otras cosas más. De ahí, salió del cuarto para dirigirse rápidamente fuera de la academia, ya iba un poco tarde. Iba a paso rápido, pero no corriendo. Agradecía que no se hubiera encontrado con nadie que le hubiera preguntado a donde iría. La morena estaba segura de que nadie vería muy bien que fuera al cine con su profesor, no entendía porque, la verdad, no le veía nada malo. Llegó a donde tenía planeado y lo vio recargado en su auto. —Señor… Lamento la tardanza ¿lo he hecho esperar mucho?— dijo para que él volteara a verla, ella sonrió divertida. Se acercó a él y depositó un rápido beso en su mejilla en forma de saludo —Hola—.
Babir, obviamente estás aceptada!! Me da mucho gusto que te haya interesado el plot y no puedo esperar a rolear contigo :3 Mándame el link de la cuenta de Cinthia y podemos empezar c:
NOMBRE: Bárbara, Babir, o simplemente Ali.
EDAD: 15
PAÍS: Argentina
ACTIVIDAD: 8/10
PLOT: Plot #03
PERSONAJE: Cinthia
PÁRRAFO DE EJEMPLO:
Sus manos estaban rígidas, y le vino una comparación a la cabeza; ¿y si sus manos eran tijeras? bueno, claro que no, ¡eso era ridículo!, aunque tantas veces se había herido a sí misma con ellas que comenzó a pensar que tal vez estaba en lo cierto. Pero si fuera así, ¿no serían los ojos, la habitual ''ventana al alma'' otro tipo de tijeras? aún más filosas, más insípidas, y casi como si tuvieran vida propia. Su piel se sacudía, pues estaba temblando. También su mandíbula y brazos, para cuando se dio cuenta de que ya no había más agua caliente en el tanque. ¿Cómo podía resistir tanto tiempo bajo la ducha helada sin decir una palabra, o siquiera notarlo?
Sin lugar a dudas, porque no le importaba. Las generosas líneas en su piel indicaban eso; que había perdido todo respeto hacia sí misma -o eso era lo que pensaba ella, al menos-.
El olor del jabón impregnado en sus manos la trajo de vuelta a la realidad, donde su largo cabello rojizo lloraba algunas minuciosas gotas de agua por las puntas. —Te odio— musitó, observando su reflejo.
A woman, raised since age 8 by her father to kill, finds herself in the city of Seoul. She's in the search of the father who left her at age 17. A man who's rather unnoticeable, quiet and soft-spoken catches her attention only briefly a few times. Intentionally she works her way into his head, knowing she'd be gone in a short amount of time. Manipulation was her drug. One night she's framed for a murder - One that was, surprisingly, not committed by herself. Shelter and protection is found in the apartment of the man. However, during her stay the two form an odd bond of love and hate, striking up arguments (Sometimes they get a bit violent.) constantly and giving into lust at the heat of their anger.
Without warning one day, she leaves while he's out. He thinks he'll never see her again until a few weeks later when she shows up in his bedroom. She says she'll stay and he believes her. The two indulge in a night of lust, but the next morning she's gone. This happens a few more times before he begins to lose all hope. She doesn't come back for a month, she's never stayed away that long... Another month passes, but this time she's back and with an important question. Would he be willing to give up everything, his on identity, to stay with her?
Here I share with you the technique for creating a mesh or a surface in Octave / Matlab:
Suppose you have samples of a function f(x,y) = z
Then you will have three vectors: x, y and z with the data from which you want to create the surface. Something like:
x = [x1 x2 x3 ... xN]
y = [y1 y2 y3 ... yN]
z = [z1 z2 z3 ... zN]
thus
f(x1,y1) = z1, f(x2,y2) = z2 and so on.
First of all you can use the plot3 function to have an idea of the function form:
plot3(x,y,z);
Well here is where the magic comes:
xlin = linspace(min(x), max(x), 50);
ylin = linspace(min(x), max(x), 50);
[X Y] = meshgrid(xlin, ylin);
Z = griddata(x,y,z,X,Y);
mesh(X,Y,Z);
It's important to know that the mesh wont be an exact representation of your function, points will be interpolated! I encourage you to play with the third argument of the linspace (I have set it to 50) and check if you have a nice result.
A sample result:
Another technique that you can try is the following:
dx = 0.1;
dy = 0.1;
xlin = [floor(min(x)):dx:ceil(max(x))];
ylin = [floor(min(y)):dy:ceil(max(y))];
[X Y] = meshgrid(xlin, ylin);
Z = griddata(x,y,z,X,Y);
mesh(X,Y,Z);
Here you can play with the dx and dy for obtaining different results.
Note that in both examples you can use surf(X,Y,Z) instead of mesh(X,Y,Z).