Tule in the Morning Sun

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Tule in the Morning Sun
https://www.instagram.com/p/BVJVkpNlDPE/
https://www.instagram.com/p/BVI55tDjvF0/
https://www.instagram.com/p/BVB7U1yAn1H/
Vocals
uh oh... Tom is Typing Again.
There is indeed a gulf between two camps of musicians. Seriously…. and most musicians are only dimly aware of how differently the two camps think. uh oh… Tom is typing again. [www.TomsTypewriter.com]
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Não basta, depois de criteriosa pesquisa, apontar o que mais faz feliz. Denunciar que não coincide com o que estão a vender. Sugerir mudança de estratégia. Alteração de oferta. É arriscado, Passivo demais. Não há que sucumbir ao status quo dos desejos. É preciso ir à luta. Ser assertivo. Convencer. Alinhar na marra. Ajustar a crença de felicidade ao que estamos oferecendo. E, pra isso, esfregar na cara a ignorância sobre si mesmo. Sobre o que pode lhe fazer feliz. Deixar claro que não estão desejando certo. Ou que desejam pouco. Que se equivocam. Que falta muito O mais essencial. Exatamente aquilo: o que estamos vendendo. E, para os que estiverem no caminho certo, um prêmio. Isso mesmo. Ser feliz do jeito certo merece. Mais do que justo. Como garantiu a propaganda um dia: o mundo trata melhor quem se veste bem. Como costuma dizer o Pondé, arguto observador do contemporâneo, o capitalismo empurra para a felicidade. Cobra a projeção de uma ideia do que é ser feliz. Empresários de verdade não combinam com depressão. Por isso, talvez, felicidade tenha virado uma obrigação. Como avalia Karmal, com a elegância de sempre: tão obrigatório que ninguém nem pensa mais em ser feliz de verdade. Mas apenas em aparentar. Satisfação que devemos ao mundo para que finalmente nós deixe em paz.
Clóvis de Barros Filho.
Macarena Ponce de León, directora del Museo de Historia Nacional por Felipe Elgueta