[ DIVERSIDADE RELIGIOSA ] Depois de um governo que chegou a ser acusado de usar a máquina pública para beneficiar determinados segmentos religiosos, a posse dos secretários de Eduardo Paes (DEM) começou com um ato ecumênico. Os trabalhos foram abertos pelo arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, que passou a bola ao bispo Abner Ferreira (da Assembleia de Deus de Madureira, a maior denominação evangélica do Brasil). Depois, foi a vez do rabino Nilton Bonder e, por fim, o microfone foi entregue ao pai de santo Márcio de Jagun. Em sua fala, o superintendente estadual da Liberdade Religiosa fez questão de lembrar um dos episódios mais marcantes do segundo turno. "Espero que o senhor use o chapéu de Zé Pelintra, use também as cruzes, os símbolos de todas as matrizes", disse ao prefeito recém-empossado. E não são apenas as fés que compareceram em grande número: a festa no Palácio da Cidade está concorridíssima. E pecando pela falta de distanciamento social, diferentemente da posse de Paes, no velho Palácio Pedro Ernesto. #diversidadereligiosa #marciodejagun #prefeiturarj https://www.instagram.com/p/CJjEwEOj6JI/?igshid=ws2c5hz5g3mu