O AMOR SUPREMO DE DEUS
AD ESPLANADA - DOMINGO 01 MARÇO DE 2015.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
O amor infinito de Deus se manifestou de uma maneira infinitamente gloriosa. Esse é o tema deste texto que tem calado tão profundamente no coração dos filhos de Deus. O versículo em estudo ilumina os seguintes aspectos desse amor:
1. Seu caráter (de tal maneira amou) – COMO FOI QUE ELE NOS AMOU.
2. Seu autor (Deus) – QUEM NOS AMOU.
3. Seu objeto (o mundo) – A QUEM ELE AMOU.
4. Sua dádiva (seu Filho unigênito) – QUAL SUA AÇÃO EM AMOR.
5. Seu propósito – POR QUE ELE NOU AMOU. PARA NOS DAR A VIDA.
INTRODUÇAO
Em conexão aos versos anteriores, Jesus estava conversando com Nicodemos príncipe dos Judeus (ele era fariseu, um dos lideres dos judeus, o que sem dúvida, se refere ao fato de que ele era um dos membros do sinédrio, o mais alto tribunal eclesiástico e civil de Israel).
Jesus está falando sobre a necessidade de nascer de novo, de ter fé e crer e encerra no verso 15 com uma sentença: “Para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna”. Isto em conexão direta ao filho do homem, ou seja, ele fala de si mesmo. É então que Jesus cita á Deus e o seu amor.
Note que Jesus está tratando com Nicodemos sobre: A alma, seu salvador, o mundo e um grande amor.
1. O CARÁTER DESTE AMOR
· Em tal grau infinito e de tal maneira gloriosamente transcendente.
· De tal maneira amou. O tempo verbal usado no original mostra que o amor de Deus em ação, que cobre todo o passado, e frutifica em plenitude, é visto como um fato único, grande e central.
· Este amor é rico e verdadeiro, cheio de compreensão, ternura e majestade.
2. SEU AUTOR DESTE AMOR
Deus é sempre pleno de amor e vida.
Tomem-se todas as virtudes humanas - Elevem-se as mesmas ao mais alto grau e entenda-se que, por mais elevado e maravilhoso que seja o quadro resultante, ele não é nada mais do que uma sombra, comparado com o amor - vida que existe eternamente no coração daquele cujo nome é Amor. E este amor de Deus sempre precede nosso amor e o torna possível.
3. SEU OBJETO DO SEU AMOR
O objeto deste amor é o mundo.
Deus não dirigiu seu as aves e árvores, mas à raça humana.
A imagem de Deus ainda está, de certa maneira, refletida nos filhos dos homens. A humanidade é como um espelho.
Seres humanos de todas as tribos e nações; não somente os judeus, mas também os gentios. Isto está em harmonia com o pensamento repetido, por várias vezes, no Quarto Evangelho.
4. SUA DÁDIVA
“... Deu o seu Filho, o unigênito.” Literalmente, o texto original diz: Toda a ênfase é posta na grandeza impressionante de sua dádiva. O verbo “deu" deve ser entendido com o sentido de “entregar para morrer como uma oferta pelo pecado”.
Podemos, por assim dizer, ouvir o eco de Gênesis 22.2:
ABRAÃO - “Tome seu filho, seu único filho, Isaque...” A dádiva do Filho é o clímax do amor de Deus (cf. M t 21.33-39).
5. SEU PROPÓSITO
“... para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Deus não abandona a humanidade. Todos aqueles que o recebem em completa confiança, pudem ter a vida eterna.
“Pereça”, mencionado nesse versículo, tem a ver com a condenação divina, que é completa e eterna, banindo a pessoa da presença do Deus de amor e fazendo-a habitar, para sempre, na presença de um Deus de ira.
“... mas tenha a vida eterna.” A vida que pertence á era por vir, ao reino de glória, torna-se a possessão do crente, aqui e agora, pelo menos em princípio. Esta vida é a salvação, e manifesta-se na comunhão com Deus em Cristo (17.3);
NASCER DE NOVO É O QUE DEUS ACONSELHA A NICODEMOS – REGENERAÇÃO;
TODO AQUELE QUE CRÊ NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA – FÉ;
DEUS TEM NOS DADO:
O DOM DA FÉ PARA CRER EM SUA PALAVRA E O DOM DA VIDA ETERNA.
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