O mapa conceitual foi construído com base nas premissas levantadas pelo grupo de pesquisa. A questão norteadora, “Por que as escolas tratam a aprendizagem de forma mecânica e não significativa?”, foi o tema central e, a partir disso, criamos apontamentos que são ligados às certezas provisórias levantadas pelo grupo.
Este projeto de aprendizagem tem como objetivo investigar de que forma podemos tornar a aprendizagem mais significativa e menos tecnicista, a partir de revisão bibliográfica e entrevistas.
Até o momento, o estudo está sendo norteado por uma pergunta primária, algumas certezas provisórias e dúvidas temporárias.
Pergunta:
Por que ainda as escolas tratam a aprendizagem de forma mecânica e não significativa?
Certezas provisórias:
Vivemos em uma sociedade que valoriza em excesso apenas os fatos e não a reflexão sobre eles.
Temos baixos índices de leitura no país, tanto de textos analíticos quanto de ficção.
A educação atual é fragmentada e, por isso, não produz sentido.
Temos em nosso país um grande número de analfabetos funcionais, pessoas que sabem ler e escrever mas que possuem uma grande dificuldade no interpretar e no discernir e podemos dizer que esse é um dos efeitos produzidos pela educação fragmentada e mecânica.
O verbo principal da educação ainda é transmitir, pois o professor é visto como o detentor do conhecimento e irá transmití-lo para seus alunos, não há então uma construção de conhecimentos entre os envolvidos.
Dúvidas temporárias:
Os professores têm autonomia para mudar os planos de aula?
Como a comunidade escolar reage às mudanças do método de ensino?
Para que a mudança não seja realizada de forma agressiva e radical, como podemos elencar as prioridades a serem transformadas, visando uma espécie de passo a passo para essa mudança?
Como os alunos reagem como o fato de serem protagonistas do seus próprios conhecimentos?
A partir dessas informações, elaborou-se um mapa conceitual prévio.