So, this time last week I was going round stabbing the ladies...
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So, this time last week I was going round stabbing the ladies...
And to round off today’s Coronet pictures, a trio of my wife in the same competition, facing off against Duncan Forbes, Nicholas d’Estache, and Yannick, the first and last of whom are previous winners.
Picture by Rick Williams (https://www.facebook.com/revdrickwilliams/media_set?set=a.1702988343143166&type=3)
Fight practice tonight started with Lesley getting her armour out of the taxi and me asking, "er, where's my armour?" In any case my knee had only started feeling properly painless after lunchtime today, so it was probably for the best, and I figured I'd ease back on fencing tonight and stick to teaching/coaching - since we have a returning newbie wanting his first fencing session (he's had a couple of in-armour sessions)
So, I gave him the intro and basics, had Lesley inspect his gear and MIT, with Kytte supervising her. Then Kytte drilled Lesley in footwork, and we all had some gentle half-speed sparring - Kytte having some left-handed practice - with Lesley dropping out partway to get in armour and practice with Crompie. So I didn't get any in-armour time, but I do kind of think the teaching and coaching is more important... And I consider that a proper good practice session.
Não leia se for muito sensível. Alerta de gatilho
Eu lembro que no inicio, eu deixei me levar
Era leve
Você amava me escutar, me tirar sorrisos e me fazer sentir segura.
No começo tive medo da velocidade que as coisas aconteceram.
Você me apresentou o seu universo e eu entrei. Eu ficava maravilhada com tudo e você fazia questão de me ensinar e mostrar.
Eu senti paz.
Os problemas aconteciam e eu evitava trazer para o "nós", mas você me lia tão bem e me acolhia.
Me senti segura.
Você me fez sentir pertencente, alegre, segura e me aproximou daqueles de maior valor na sua vida, sua família.
Me encantei com os assuntos e sempre gostei de estar perto de pessoas que conversavam sobre tudo.
Me senti bem.
Tinha natureza, tinha frutas, tinha uma cadeira e os cachorros em volta.
Perdi o medo de galinha, cavalo e nem tanto assim de vacas.
Me encantei com os filhotes de porco.
Me senti integrada e voltei pro meu eu.
Te apresentei para os meus amigos, principalmente aqueles que viraram família, já que eu estava distante da minha.
Te apresentei minha família e o meu eu.
Mergulhei tão fundo que não olhei o raso.
Não vi as conversas com outras, não vi que eu não fazia parte das suas amizades.
Me senti confusa
Era de 0 a 100, você sempre achava uma forma de eu me sentir culpada por algo que hoje olhando, eu não tinha culpa.
Me vi sozinha no banco, sozinha pegando as frutas, sozinha.
Mas os cachorros ainda estavam ali, e a sensação era um abraço no meio do caos.
Você começou a ter ciúmes dos cachorros, do cavalo, dos meus gatos.
Ciúme das minhas roupas, dos meus amigos, me fez duvidar das minhas capacidades e me fazia sentir mal com meu corpo.
Eu não entendia, me senti confusa, triste e sozinha.
Veio as provocações de terceiros e eu não me sentia segura mais.
As reclamações chegaram, você não saia mais comigo e sempre havia uma desculpa, indisposição, e disponibilidade para outras pessoas.
Senti raiva e dor. Falei, reclamei, tentei, tentei, tentei..
Foram várias tentativas de ir, de seguir, de cortar a linha que nos ligava, mas você me puxava de volta, e mais uma vez, eu estava ali.
Você me colocava como insegura, e eu te explicava que não conseguia confiar devido os fatos.
Mesmo assim você curtia e conversava com outra na minha frente, mas eu é quem estava doida, afinal, era sua "amiga"..
Veio suas explosões de raiva, suas manipulações e você tinha prazer em ver sofrer.
Você testava meu limite e eu me senti como um brinquedo.
Me senti fraca
Eu sabia que estava errado, eu queria sair, até que..
Veio as manipulações, as ameaças de fazer algo com você e a fala de que a culpa seria minha.
Eu pedi tanta força pra Deus.
Eu senti medo.
Meus amigos me falavam que meu brilho estava apagando, me perguntavam o que estava acontecendo e eu, sentia vergonha, não de ser julgada, mas porque eu me sentia tão confusa que eu não acreditava no que eu estava vivendo.
Tentei pedir ajuda todas as vezes que comentava sobre alguns comportamentos, como em uma das vezes que tentei terminar e ele acelerou o carro com tudo na rodovia.
Me senti em pânico.
Talvez eu ignorei os primeiros sinais, talvez eu ignorei quando me avisaram sobre o meu brilho.
Com muito custo e oração e depois de passar por muitas coisas eu sai.
Tive coragem de cortar o laço, mesmo com medo.
Era estranho ver seu carro na porta de casa quase sempre.
Comecei a me isolar, me senti vigiada.
Você me procurava, me ligava e eu passei a dormir mais nas minhas amigas do que na minha própria casa.
Eu saberia que não seria fácil, mas Deus me deu força!
Aos poucos suas tentativas de volta diminuí.
Meu brilho ainda está voltando, estou me conectando novamente com meu eu.
Tomando meu café da tarde olhando o jardim, escutado os pássaros enquanto meus gatos ficam deitados perto de mim.
Escutando músicas que elevam e focando nos meus estudos.
Perdendo o medo de você passar e me chamar para entrar no carro.
Aos poucos volto pra mim..
Tenho medo de me apaixonar rápido novamente.
Mas me sinto forte pela evolução até aqui.
Ninguém precisa viver com medo de se entregar e amar.
Seu eu consegui cortar o ciclo, você também consegue. Quando sentir culpada e a tentativa de volta com manipulação acontecer, lembra que você é forte e merece viver um amor extraordinário que Deus tem para a sua vida. Que você consiga dizer não e que você lembre que seu coração é imenso e você é alegre, abundante, segura de si. Que Deus proteja você!
Abraço
Susana C. A
Eu preciso escrever pra não esquecer
pois o tempo passa e tendemos a lembrar só do que foi bom.
Escrever ajuda a relembrar, e não voltar para o ciclo.
-Susana C. A
A gente olha para o passado e para o presente.
Quanta coisa muda, quanta gente passa, quanta emoção transborda..
A gente percebe que deixou o orgulho tomar frente em tantos momentos, pessoas tomarem frente em vários instantes
Quanto a gente deixou de sentir e demonstrar?
Quanto a gente deixou passar?
Tem parte da gente que se foi sem avisar
Quanto deixamos de escutar? Quanto deixamos de sentir? Quanto deixamos de agir?
Mas para!
Olha o agora! Respira! Sorria!!
Isso... Só ria!
Olha o quanto tu aprendeu!
O quanto você cresceu!
Olha como você está mais forte!
Como você aprendeu a valorizar mais os momentos e as pessoas e quantas pessoas você ajudou com tudo o que você aprendeu! Nunca entendemos nossa dores, até olharmos para trás e entender tudo o que nos trouxe até aqui. A evolução não é uma linha reta, é como um espiral, as vezes temos que passar pelo mesmo caminho mais de uma vez, com pessoas diferentes, vivências diferentes, planos diferentes, idade diferente
Até entendermos que depois de sentir, devemos deixar o sentimento ir
Até entendermos que no fim, tudo se trata de
nós.
E ai, TUDO muda.
Susana C. A
É estranho querer chorar e não conseguir.
É estranho como eu só ando aceitando a realidade como ela se apresenta, dando uma respirada e continuando.
Mesmo doendo as vezes por várias variáveis pois em algumas épocas, tudo parece ficar bagunçado.
É bom ver tudo clareando depois!
Mas no momento, no agora, eu só queria conseguir chorar tudo o que precisa sair.
Susana C. Amorim
3. Eles
Se passaram dois anos desde então
Muita coisa aconteceu na vida dos dois. Eles tinham outra cabeça, estavam mais maduros mas nesses dois anos, os olhares não mudaram.
Nunca perderam o contato, mas também não eram mais tão próximos.
Ele se apresentava, tinha outras músicas autorais e não tinha medo de cantar nas apresentações. Ela admirou essa evolução ao longo do tempo, mesmo não falando.
Ela tinha uma doceria e estava trabalhando com uma marca grande de produtos para cabelo e recebendo oportunidades para ser modelo.
Os dois ainda estudavam na mesma universidade.
Um dia, eles se aproximaram e se beijaram, era um beijo de saudade. Saudade do cheiro, da textura do cabelo, do olhar, do sentir, uma explosão de sentimentos e coisas.
Ela pensou muito se deveria colocar alguém do passado no presente.
Isso continuou, até ela descobrir que ele já estava com alguém, não namorando, mas ele tinha alguém.
Ela se afastou e voltou a focar nela, no seu crescimento pessoal nos seus objetivos, mesmo que aquela situação tenha doído, ela não queria se sujeitar aquela situação.
O tempo passou e ele voltou, eles conversaram e ela voltou.
Ele começou a tratá-la bem, a olhar como olhava antigamente com desejo e admiração, ele gosta dela e isso é nítido agora.
Eles se admiram, se apoiam, fazem questão da companhia do outro, se respeitam e se amam.
Susana C.A