S. G. Browne, Breathers: A Zombie’s Lament

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S. G. Browne, Breathers: A Zombie’s Lament
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A despedida é uma dor tão doce, o cacete! Muito mais uma amarga agonia, se você quer saber.
Desastre, S.G. Browne
Ela está em minha medula. Ela está no ar que respiro. E, a cada respiração, nela me intoxico.
Desastre, S.G. Browne
Na verdade, não posso ver os caminhos deles. Não posso ver quais decisões eles tomaram para chegar aqui ou que escolhas farão amanhã. Não posso ver seus erros, transgressões ou padrões de comportamento. Mas percebo que não tem importância. Não preciso saber o passado de alguém para fazer com que se sinta melhor sobre seu futuro. Não preciso saber por que alguém está com fome para lhe conseguir comida. Não preciso saber por que alguém está com frio para aquecer a pessoa. Não preciso saber por que alguém está deprimido para lhe oferecer esperança.
Desastre, S.G. Browne
Talvez seja isso que significa ser humano. Conectar-se com os outros. Ter um senso de companheirismo. Compartilhar a experiência de viver em vez de alardear seu sucesso ou lutar sozinho.
Desastre, S. G. Browne
Eu me viro para encontrar Sara ali, ainda com suas roupas esportivas, o cabelo suado preso atrás e seu rosto sem nenhuma maquiagem, e penso que ela nunca me pareceu tão linda.
Desastre, S. G Browne
Todo ser humano tem uma escolha. Eles podem escolher felicidade ou podem escolher o sofrimento. Eles podem escolher o amor ou podem escolher a raiva. Não há absolutos. Cada situação requer uma escolha. E cada humano escolhe como ele ou ela quer reagir. Mas, inúmeras vezes, os humanos escolhem sofrer. Inúmeras vezes, escolhem não perdoar. Inúmeras vezes, escolhem a raiva.
Desastre, S.G. Browne