don't do that again ;; sam&nando
@sammykx
A pressa era evidente na forma como Fernando dirigia pelas ruas desertas e escuras da cidade. Para sua sorte, não havia muitos carros e, os poucos que tinha, não ofereciam resistência alguma enquanto ele os ultrapassava. O moreno dirigia o mais rápido que podia pois, após receber uma mensagem da amiga afirmando que precisava de sua ajuda mas o motivo disso não anexado, o mexicano simplesmente parecia ter entrado em pânico.
Os gêmeos não conseguiram fazê-lo se acalmar pois, em sua mente, a única resposta para o pedido de Sam era que o bebê estava com problemas. Gravidez podia ser algo bastante traiçoeiro, lembrava bem de quando a ex-namorada carregava seus bebês, quantas vezes a mulher, além de ter alarmes falsos, passou mal ao ponto de ser levada ao médico? Não fazia ideia, mas foram muitas. E a distância de sua casa para a da outra professora parecia aumentar ainda mais em situações como aquela, os minutos não passavam e as ruas tornavam-se infinitas.
Parando, finalmente, em frente a casa da mesma, Fernando pôs-se a bater de forma incessante na porta. ”Sam?” chamou-a alto o suficiente para, talvez, acordar algum vizinho. E o pior de tudo era que o moreno encontrava-se de pijama, cabelos bagunçados e óculos tortos. Mas assim que a porta foi aberta, ele soltou um suspiro de alívio. ”O que foi? Você está bem? O bebê está bem? Cadê a bolsa dele para irmos para o médico?”











