Porque é Natal trago-vos o meu presente: "uma folga", ou seja, escrever sobre coisa nenhuma!
E porque não escrevo? Não é por razão nenhuma em especial... é só porque não me apetece.
Esta crónica é como o Natal… é quando o Homem quiser! E o único homem nesta narração sou eu por isso...
A minha estupidez natural voltará em 2015 onde continuarão a ser guiados(as) pela minha idiotice: uma visita ao passado, ao presente (pronto, Natal, lá está), ao corpo humano, à minha mente. Se houver alguém mais sensível ou com problemas cardíacos, lamento, terá de aguentar estoicamente! Perdão, talvez não saibam o que quer dizer. Quer dizer terá de aguentar e pronto...
Eu apenas anunciei que estava disposto a revelar as minhas lembranças, foram vocês que decidiram fazer uma visita ao que o meu espírito verbaliza...
Portanto, aguentemos e daqui a uma semana poderemos voltar às nossas vidinhas, salvos do consumismo, esperemos!
Não há, não existiram até hoje sociedades perfeitas. Porém, tem sido quase permanente o desejo de as transformar. Têm sido incontáveis as propostas para o fazer. Muitas delas contraditórias. Muitas distantemente utópicas ou apenas irrealizáveis. Mas quase todos estes impulsos de mudança atribuem ao sistema educativo um papel de destaque, central ou até fundador nas transformações a operar.
Para que o sistema educativo possa estar ao serviço da mudança social, tem ele próprio de se transformar. Incontáveis têm sido as propostas e aspirações de reforma. De maneira mais ou menos evidente, todas são ideologicamente inspiradas. Todas consubstanciam ou contribuem para compromissos políticos e económicos, que perpassam, de forma mais ou menos discreta, a organização institucional e funcional do sistema educativo, as relações que estabelecem entre os diversos atores, a estruturação da rede escolar, as opções disciplinares e as orientações pedagógicas.
Cabendo ao sistema educativo um papel central na modulação das colunas que erguem e sustentam o edifício social, importa conferir-lhe estabilidade. Não pode continuar, como até aqui, a ser definido de forma errática, sujeito aos caprichos de decisores, que ignorem a obra feita e o estado da arte. Importa debater e, de forma tão consensual quanto possível, identificar os contributos que terá de prestar ao desenvolvimento integral da nossa estrutura social.
Importa discutir, sem preconceitos obstaculizantes, a criação de condições para apoiar os estudantes carenciados, dar resposta às necessidades educativas especiais, contribuir para a inclusão das minorias e de todas as formas de diversidade. Devem discutir-se, sem fundamentalismos atávicos, as questões relacionadas com a organização do sistema educativo, a definição da rede escolar, a autonomia, os territórios educativos e a municipalização da gestão. Também os temas relacionados com a profissão docente, como os modelos de contratação, a organização da carreira e os processos de avaliação devem ser alvo de exame alargado. Há ainda todo um conjunto de desafios relacionados com a organização do calendário escolar, a definição do currículo, as competências a desenvolver, a integração das tecnologias e a inovação pedagógica, que merecem uma discussão franca.
Do debate alargado em torno das questões mencionadas, e de outras, deverá surgir a base de um acordo entre os principais agentes políticos e educativos, para implementar uma reforma estável, que vigore por um período amplo. Deste modo será possível obter resultados efetivos e avaliáveis, que possam constituir a base de novas mudanças, num processo sem improvisos experimentalistas, que verdadeiramente possa contribuir para mudar a escola e a sociedade.
Dia 20 de dezembro | Auditório Municipal Alcácer do Sal
Situado nas montanhas da Carolina do Norte na década de 1920, "Serena" é uma história de amor entre George Pemberton e a sua jovem mulher Serena, uma estreante no mundo dos negócios da exploração da terra e da madeira. A força e capacidade de liderança de Serena surpreende os trabalhadores e as ambições que ela tem sobre o crescimento da empresa aumentam à medida que se prepara para lutar contra o governo para manter as suas terras em vez de as vender para os Parques Nacionais. Mas a tragédia atinge este casal depois de Serena sofrer um aborto e descobrir que não pode mais ter filhos. Esta condição faz com que não consiga suportar a ideia do filho ilegítimo que o seu marido teve de uma relação anterior e acaba por contratar um dos funcionários para assassinar o filho antes de estes se conhecerem.
Crónica escrita pela ENA (Agência de Energia e Ambiente da Arrábida)
Um novo relatório das Nações Unidas revela que a camada de ozono da Terra aumentou pela primeira vez nos últimos 35 anos. De acordo com o documento, a recuperação – que é um processo lento – deve-se à proibição de clorofluorcarbonetos (CFC), com implementação do Montreal Protocolo on Substances that Deplete the Ozone Layer, em 1987.
A principal conclusão do relatório da Organização Meteorológica Mundial e do Programa das Nações Unidas para o Ambiente é a de que o buraco surgido no final dos anos 1970, devido à utilização de CFC que eram incorporados em aerossóis, frigoríficos, extintores e outros objectos e produtos, está a fechar.
Durante as décadas de 1980 e 1990, a concentração do ozono diminuiu cerca de 2,5%, em média, aumentando o risco de doenças como o cancro da pele e problemas de visão. O buraco foi detectado inicialmente nos pólos e é lá que permanece o maior problema, já que a rarefacção do ozono é mais expressiva.
"É uma vitória para a diplomacia e para a ciência, mas também para o facto de termos conseguido trabalhar juntos", afirma Mario Molina, Prémio Nobel da Química pela investigação sobre a camada de ozono terrestre, cita o Inhabitat.
O documento das Nações Unidas sublinha ainda que, apesar da recuperação feita, a camada de ozono é ainda 6% mais fina que os níveis anteriores à descoberta e aumento do buraco e deverá demorar até 2050 para que a saúde da camada esteja totalmente restabelecida. Contudo, só apenas em 2075 é que as regiões dos pólos vão estar totalmente recuperadas.
"Existem indicadores positivos que apontam para a recuperação progressiva da camada do ozono, que deverá estar concluída a meio do século. O Protocolo de Montreal – um dos tratados ambientais mais bem-sucedidos do mundo – tem protegido a camada de ozono estratosférica e evitado que os raios solares prejudiciais atinjam a superfície terrestre", indicou o vice-Secretário Geral das Nações Unidas, Achim Steiner. (Fonte: greensavers)
Este é um exemplo de que com medidas correctas e com alteração de politicas ambientais é possível ter um planeta mais sustentável, criando esperança para que as gerações vindouras possam usufruir de um meio ambiente mais saudável.
Estranho… dizeres que és de ferro e, no entanto, ver-te quebrar!
Tão estranho… sentes, mas dizes que és de pedra!
Contraditório… queres paz, mas procuras o vento.
Diz-me: porquê? Porque queres procurar e encontrar para depois fugires?
Caminhas de regresso para qualquer coisa sólida?
Quando olhas queres ver. Quando tocas queres amar. Mas quando tens sede não procuras água, não é estranho?
Queres fugir sem repetir, acreditar que não vai doer! Mas a dor é viciante e tudo é o que tem… achas mesmo? "Tem de ser"? Porquê?
Pensas… mas chegas a alguma conclusão? Escreves num livro de apontamentos tudo o que te vem à cabeça! Na esperança de veres emergir, passado algum tempo, um retrato de ti, feito de excertos significativos?