“Why do they make this look so easy in all those porn movies?! This hurts like fuck!”
—— Se você estiver falando de sexo anal, eu realmente serei obrigada a concordar com você.
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“Why do they make this look so easy in all those porn movies?! This hurts like fuck!”
—— Se você estiver falando de sexo anal, eu realmente serei obrigada a concordar com você.
002. kiss their cheek
Flashback
Desde sempre, Joowon e Sungkyu não se davam bem, o que erairônico considerando o quão próximas suas mães eram. Mas, de certo modo, issoparecia dar a elas a obrigação de serem aparentemente amigos. Naye sempretentava remediar as brigas normalmente iniciadas pelo seu filho e Sungkyusomente cedia quando ouvia aquele suspiro frustrado de sua mãe, pois ele eradifícil de lidar. E daquela vez, depois dos dois moleques terem começado a seatirar brinquedos e quase rolar juntos numa briga que por pouco não envolveuuns socos fraquinhos de pivete, lá estava a ex-guitarrista, com as mãos nacintura, obrigando seu filho a se retificar.
“Peçam desculpas um aooutro, se abracem, dêem beijinho, sei lá, mas essas briguinhas não podemcontinuar.”
Sungkyu preferia que ela tivesse mandado ele construir umfoguete como os da NASA. Seria muito mais fácil. Ele inspirou fundo, mas nãosoltou o ar sonoramente, disfarçando de maneira cúmplice o descontentamento comaquilo, assim como o seu coleguinha não parecia muito contente. Ele se curvou,pediu desculpas e seguiu a ordem da mãe à risca, abraçando-o e dando umbeijinho no rosto. Assim que terminou, a mãe o pegou pela mão e o levou para oquarto, informando-o que ele ficaria lá de castigo até ela levar o outro garotopara a casa dele. Foi só Naye dar as costas que Sungkyu olhou para trás emostrou a língua para o outro menino.
“Is that a– Wait, no, just an airplane.”
——— se quer muito ganhar alguma coisa e acredita mesmo nesse lance de estrela cadente, não acho que elas vão se importar se você trapacear um pouco. vai, faz um pedido, mas tenta fazer um na base do real porque vai que eu consigo realizar. ❞
“We should get a puppy!”
por mais idiota que pudesse parecer, arthur era apegado aos bens materiais - aos poucos que tinha, ao menos. eram raras as vezes que abria mão de uma noite confortável na cama pra dormir no sofá, mas foi o que aconteceu quando bona pediu por um lugar pra dormir. conhecia os limites impostos e não iria ultrapassá-los, ao menos não tão de cara, preferia ganhar terreno e confiança antes de oferecer ao menos um cafuné para que ela dormisse melhor. teria tempo pra isso. ainda assim, logo pela manhã, a mulher lhe cumprimentou com uma ideia que fez o franco-coreano rir. jurava que era algum tipo de teste para ver qual seria sua reação, mas quando observou a cara emburrada que ela fazia em resposta, concluía que era sério. adorável, no mínimo. ❝ ——— dorme aqui por uma noite e já vamos ter um cachorro? veremos. ❞ questionou duvidoso, de propósito, virando a panqueca com maestria enquanto tentava parecer sério para entrar na brincadeira que ele mesmo havia começado.❝ ——— bom dia pra você também, “jagiya”. ❞
“I’m not going to stop poking you until you give me some attention.”
não que arthur estivesse muito ocupado, apenas tinha reservado algumas horas de seu dia para que pudesse compor. estava sentado no chão mesmo, com a guitarra apoiada em uma das pernas, o caderno onde escrevia bem à frente e um cinzeiro ao lado, ao qual deixava um cigarro de ervas que vez ou outra era tragado; seria a combinação perfeita para externar a criatividade se não fosse por uma bona que, mesmo sentada longe, se esgueirava para lhe beliscar a coxa com os dedos do pé. com o início da brincadeira, arthur retribuía beliscando a sola do pé para que lhe causasse cócegas e lhe afastasse por isso, mas após alguns minutos sem conseguir se concentrar, ameaçou morder a perna da menor e então a puxou para perto, a fazendo escorregar pelo tapete em consequência quando ouviu o que ela tinha a dizer.❝ ——— te dou atenção depois que me ajudar aqui, manhosa. ❞
“ is it bad i really want to kiss you right now? ”
Não pode conter o riso que escapou de seus lábios com os dizeres da mais velha; havia sido tão inesperado que ela fora pega de surpresa e só pode rir. Beber na companhia de Bona sempre era divertido, principalmente por ela lhe compreender e não ser uma bêbada insuportável. Ergueu as sobrancelhas, cessando os risos ao que notara que não era acompanhada. —— Você está falando sério? —— Não era preconceituosa como sua família, no entanto, nunca tinha sentido vontade de beijar alguém do mesmo sexo. Fitou à mesma novamente, ela era linda e não poderia sequer negar isso. Deu de ombros, um sorriso lascivo logo adornou em sua expressão à medida que segurava o rosto da amiga pela lateral; os dígitos afagando sua pele delicadamente. —— Meus lábios são convidativos, sempre me dizem isso… —— Encostou os lábios nos semelhantes, em uma leve provocação. Afinal, não poderia perder a oportunidade. —— Mas, eu também estou com uma puta vontade de te beijar. —— Não esperou uma resposta antes de diminuir com a pequena distância imposta por si, aprofundando o contato que ela fazia questão de guiar, ditando o ritmo que gostava. Não era tão diferente dos outros beijos que já havia trocado, era mais delicado e uma experiência nova e fato de Bona estar totalmente mercê contribuía com o seu prazer; deslizou os dedos para a nuca da mesma, puxando o seu cabelo ao passo que findava o beijo. Não evitou o ímpeto de morder o seu lábio inferior com força e distribuir breves selares pelo seu lábio inchado. Inchado por sua culpa, só o pensamento fez com que ela sorrisse em direção a outra. —— Espero que você não esteja tão bêbada… e que não esqueça desse beijo.