I’m starting the 100-days productivity challenge to motivate myself to be disciplined because I have a very important exam at the end of the year, so I need to lock in, do my best and study hard now. my challenge will be counted in consecutive days, except for sundays, which are my days off. so, if my calculations are correct, I’ll complete this challenge on august 25. let’s go! 🐞
today i studied for eight hours, most of the time was spent reviewing inorganic chemistry.
˙⋆.˚ Hellooo!! I disappeared for a while, but I didn't stop studying. I don't like the "carnaval" holiday in Brazil, so for my Brazilian friends: o único bloquinho que eu pulei foi o de questões mesmo
˙⋆.˚ Just kidding, but really, I'm studying seriously for the entrance exam, so this holiday was perfect for me, I managed to get ahead on the physics content, so I'll be able to give it my all on the school math test this week!
˙⋆.˚ Also, I have officially started my review schedule. I hope everything goes well, as the spaced practice is a bit confusing, but I trust in my potential, everything will be fine.
Hello everyone! My name is Ana, I'm 29 years old, I'm from Brazil. I've had this blog for a long time, but it was also abandoned for some time, and now I'm coming back.
I've decided to go back to school (at 29, yes) for another graduation, because I want to become a teacher. And I'm back with this blog because the other times I was at school, posting here helped me with motivation (nothing like being a little performative for the aesthetic, but actually studying because of it).
Right now I'm getting a degree in Languages (and Teaching), and I'll be studying Portuguese and English (and linguistics and all things languages), Art and Literature. So, if you're interested in any of that, let's be mutuals!
Long time no update here, huh? I'm so bad at posting consistently, sorry about that.
I took some time off from studying because my mental health was a little shot and summer is being absolutely murderous on my ability to think, but now I got one of those humidifying fans you can put ice into and my quality of life has improved immensely.
I'm working through the contents for my Neuropsychology and Cognitive Behavioral Therapy unit, bit by bit, and soon enough it will be time to take the exam. So far the psychiatry content is more engaging than the neurology content, but it's not too bad.
26.02.24 || the last semester has begun! today i had class in the morning and in the afternoon i'm planning to write a bunch of e-mails. let's have a great start of the week :)⭐️
Depois das dicas básicas, chegou o momento de dizer algo mais complicado de se dizer, porque é desconfortável.
Por mais que a universidade não seja aquele inferno retratado dos memes e possa ser bem perigoso pra nossa saúde mental pensar assim, é preciso haver um contraponto. Afinal, isso não significa que tudo é um mar de rosas e nem que deva ser.
VOCÊ VAI SE ESTRESSAR. E MUITO.
Isso é um fato. Claro que não é saudável ter um burnout, mas não há nada de absurdo na sua sala ou na instituição por você estar com cansaço.
Isso acontece porque a vida universitária exige muito mais de nós do que estávamos acostumados na escola básica e isso faz parte. É um processo de adaptação e o começo é sempre mais difícil. Contudo, as coisas ficam mais fáceis:
com o tempo;
com uma adaptação na sua rotina diária e de estudos;
com a aceitação de que a faculdade é estressante.
Sim. A verdade é que quanto antes você lidar com esse fato, melhor vai ser pra você, assim como passamos pelo mesmo processo quando ingressamos no mercado de trabalho.
Não só isso como vamos lidar com pessoas diferentes (professores e colegas), mundos diferentes e com várias situações das quais não podemos fugir com um sorrisinho (trabalhos que você odeia, atividades em grupo quando tudo o que você quer é ficar em paz, etc.).
OS PROFESSORES NÃO VÃO SEMPRE SER LEGAIZINHOS COM VOCÊ (E NEM SÃO OBRIGADOS A ISSO)
Ok, isso pode soar meio agressivo, mas é outro momento daqueles “quanto antes você aceitar isso, melhor”. Chega a ser até um despreparo ficar esperando que eles sejam seus amigos próximos como alguns professores de escola costumam ser.
Aqueles professores te viram crescer. Eles te acompanharam por anos quando você estava formando sua identidade, e muitos veem os alunos quase como filhos.
Na faculdade, a realidade é outra e não tem nada de essencialmente errado nisso, porque esse ambiente não foi feito pra ser igual a escola. Ele é a entrada de muitas pessoas na vida adulta e é isso que os professores vão exigir de você: atitudes adultas.
Óbvio que eu não estou dizendo que eles têm licença pra serem rudes: eles não têm! Mas não precisamos (e nem devemos) puxar isso para o coração, pensar que foi algo pessoal ou esperar muita coisa calorosa de pessoas que nem conhecemos.
Muito do nosso estresse com certos professores pode acabar vindo de uma expectativa que não se encaixa ali. Quando aprendemos a ver isso e trabalhar com nossos próprios sentimentos para criarmos essa distância entre as atitudes ou humor dos professores e os nossos, podemos levar uma vida bem tranquila; e, ainda mais, conseguimos identificar bem melhor quando um professor é só chato e quando ele de fato é um profissional ruim.
Porque sim, essas duas coisas são diferentes. Como diz a frase: “não confunda uma pessoa que erra com uma pessoa errada”.
VOCÊ VAI TER QUE ESTUDAR MAIS E LER TEXTOS CHATOS
Como eu disse no outro post, nossa forma de estudar deve ser diferente na faculdade do que era na escola. Isso inclui mais horas de estudo e leitura, inclusive para você que não gosta de ler. E mesmo você que gosta, melhor aceitar logo que vai ter que ler mesmo coisas que acha chatas.
A verdade é essa: seu método de estudo anterior não vai funcionar na faculdade. Sim, você vai precisar reaprender a fazer isso e passar por outro nível de desconforto e estresse.
ESSA MATÉRIA QUE VOCÊ NÃO GOSTA É SIM NECESSÁRIA
Todo curso, toda sala, tem aquela pessoa que diz “não sei porque estou tendo isso” ou ainda que vai além “eu nem vou usar essa parte na minha atuação profissional que planejei”.
A verdade chata é que essas matérias são sim necessárias (ou então seu currículo de aulas já teria sido modificado) e que, sinto lhe dizer, o curso não foi e não vai ser moldado só no que uma parcela de alunos quer ter ou usar. Os cursos universitários são moldados de forma que os alunos se formem como profissionais da área e, para serem profissionais da área, é preciso ter conhecimento sobre todos os campos envolvidos. O momento de escolher o que você vai fazer é na especialização, no TCC, na iniciação científica, nos estágios e na pós-graduação. Mas para fazer a melhor escolha e atuar na sua melhor capacidade, você precisa sim ter um conhecimento básico de todas as áreas existentes daquele caminho.
Uma coisa que precisamos desenvolver (o ideal seria desde o ensino básico, mas sabemos que existem professores que não são bons em estimular isso) é o conhecimento interdisciplinar. O que isso significa? É a conexão do conhecimento adquirido em diversas matérias, criando redes de correlação para formar o aprendizado aprofundado e complexo.
Por exemplo: para entendermos melhor a arquitetura árabe, precisamos ter uma noção do contexto sócio-histórico-cultural no qual ele foi criado (História e Antropologia), quais os princípios religiosos que possam tê-los levado a não representar imagens em seus vitrais e murais (Teologia), quais os cálculos por trás da criação dos padrões geométricos dos mais simples aos mais elaborados (Matemática), a influência da incidência solar, temperatura e ventos na região assim como quais os materiais e instrumentos disponíveis (Geografia).
Do mesmo modo, para entender um movimento literário, precisamos entender o que veio antes, qual sociedade o formou (costumes, religião, visão de mundo, anseios, desafios), Filosofia, estilística, Sociologia, Linguística e teoria literária. Ou ainda, como precisamos de Filosofia, Sociologia, História, processos psicológicos básicos, Biologia, Antropologia e Psicologia do Desenvolvimento para entender Psicologia Social e, mais ainda, como ela se correlaciona com todas as abordagens teóricas da Psicologia (afinal, quer você escolha seguir a psicanálise, a experimental, a TCC, a fenomenológica, você deve entender o indivíduo como pertencente a uma sociedade e como esta o influencia).
Uma vez que passamos a compreender a importância de uma rede de saberes interdisciplinares, é como se todo um novo universo se abrisse diante de nós. Quando você menos esperar, será possível entrelaçar conhecimentos de disciplinas e até teorias diferentes para compreender uma determinada situação e escolher a melhor medida a ser tomada.
Por mais que fiquem dizendo não existir momento nenhum em que vai usar aquela matéria, acredite, cedo ou tarde, você vai. E, dependendo da situação, conseguir compreender aquelas informações e entrelaçá-las com as outras pode ser um fator determinante para um sucesso total ou um desastre gigantesco.
VOCÊ NÃO PODE DEPENDER SÓ DOS SEUS PROFESSORES
Isso retoma o que mencionei no post anterior sobre como o conteúdo é resumido para uma aula e os pontos mencionados acima. Por mais ideal que seja um professor ser tão sensacional e abrangente que explique tudo sobre tudo, não podemos ficar seguindo o curso no mundo ideal. Precisamos lidar com o real que temos.
Muitos professores podem ser chatos, ou não ter didática, ou podem ser confusos, ou ainda pessoas ruins. Você não pode ficar dependendo deles para te darem tudo na mão ou ainda tudo mastigado para seguir em frente com o seu aprendizado. Assista as aulas, faça anotações, faça pesquisas por si próprio, leia, grife, copie, comente, reescreva. Aprenda a andar com os seus próprios pés o quanto antes.
Além disso: não, não é função do professor te dar todo o conhecimento que você vai ter. Pois é. Não é. É função dele te dar a base, te orientar, corrigir os erros e tirar as dúvidas para você correr atrás do resto.