with @stvhrwtz
“Dora, não! Caramba, Dora é pro outro lado” disse apontando para o lado que julgava ser correto para a personagem seguir. Ser destinada a ala de quimioterapia infantil era sinônimo de acompanhá-los no tratamento e de sobra assistir os desenhos que passavam na televisão. “Alice, sério, como você consegue gostar desse desenho? Olha só pra essa menina, ela não segue nada do que a gente fala. Fora que eu acho que você tá bem crescidinha pra ver esse raposo, o mapa e a Dora.” brincou com a paciente que acabara de começar o tratamento do dia “Steve, dicas de desenhos para mocinhas de dez anos. Vai, rápido!”

















