@sufferingherself
— Eu estava pensando em fazer algo com os alunos de Durmstrang... Especialmente os convencidos, é claro. Talvez... Soltar umas aranhas no quarto dos que se dizem “machões”?
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Canada
seen from United States
seen from China

seen from United States
seen from China
seen from United States
seen from T1
seen from United States
seen from Türkiye

seen from India
seen from Spain
seen from Malaysia
seen from Netherlands
seen from Yemen
seen from China
seen from Netherlands
seen from Malaysia
@sufferingherself
— Eu estava pensando em fazer algo com os alunos de Durmstrang... Especialmente os convencidos, é claro. Talvez... Soltar umas aranhas no quarto dos que se dizem “machões”?
Você realmente quer saber?
Não, perguntei apenas por perguntar...
É óbvio que quero saber! Como você é devagar, Pricezinha.
Um príncipe encantado assim faria qualquer um morrer c*om o desgosto. As palavras mais certas seriam pervertido, desentendido, estúpido e iniciante.
Obrigado pelos elogios. Vou tentar fazer jus a eles.
Não finja inocência. Se eu pensasse em você como meu monstro particular, eu já o teria chamado disso.
Estou lisonjeado. Pensa em mim como seu príncipe encantado, então? Aposto que sim.
✐
✐ a mistletoe kiss
A fome. O instinto primordial do ser humano. A urgência impossível de ser ignorada. O interior gritando por comida e a boca salivando pelas comidas típicas do feriado mais esperado pela sociedade mundial. Foi por esse reflexo inconsciente da natureza humana que Ji se viu preso por gritos e pessoas, rostos alegres de esforço das canções natalinas e bochechas avermelhadas das gemadas batizadas. Aquelas pessoas impediam sua passagem, o estado alcoólico os fazendo corajosos o suficiente para ignorar os olhares mortais do aluno de Beauxbatons. Os punhos se fecharam com força, as unhas cravando na palma da mais pura e destilada irritação. A garota estava ao lado, igualmente presa na situação inconveniente de um pedaço de planta pendurado na entrada principal do refeitório. “Beija. Beija. Beija. Beija.” O coro se juntou, as palmas batendo ao ritmo do mantra estúpido. O corpo esguio ficou de frente para o igualmente magro de Caprice, os olhos castanhos perfurando os claros dela. “Beija logo. Um beijinho. Pega ela de jeito.” A varinha parecia responder a seu estado de espírito, aquecendo dentro do bolso para ser usada. Ji considerou, pensou, repensou e descartou a ideia. Muitas pessoas, muitos professores, muito problema e, o pior de tudo, sem comida pelo resto do dia. A relação entre eles não tinha se desenvolvido a esse ponto, nem sequer seria intencionada nessa direção por quanto a memória da festa ainda o rondasse. Foi com um suspiro que desistiu, sucumbindo ao desejo das massas para conseguir um pouco de comida.
Rápido, segurou-lhe pelo queixo, erguendo o rosto pálido para que não precisasse fazer muito contorcionismo ao encostar os lábios nos dela. O corpo se aproximou, os lábios se mexeram para encaixá-los melhor. Ji abriu um dos olhos e mirou nas pessoas, aproveitando o momento em que desviavam o rosto pelo prolongamento do beijo que deveria ser rápido – devido ao relutância de ambos. O jovem Youngbae se soltou da garota e girou o corpo para passar pela brecha entre os outros, rumando para a mesa da Corvinal onde seu primo esperava com um sorriso malicioso no rosto. “Não ouse fazer um comentário, Youngbae.”
♥
Octavia nunca tinha beijado ou sequer formado uma opinião quanto aquilo de beijar garotas, mas como em todas as vezes que tinham a parado e roubado um beijo de seus lábios, não fora aquela que se afastava. O fato de que todos os beijos eram imensuravelmente deliciosos só a fazia querer mais e mais, infinitos beijos românticos com qualquer um que compartilhasse o suposto estranho desejo. Queria beijos intermináveis, toques prazerosos e aproximações proibidas: o que fosse necessário para preservar aquela sensação gostosa que pintava sempre que colava os lábios com alguma outra pessoa. Quando Caprice se afastou, um riso baixo escapou de seus lábios, Octavia só conseguia imaginar como Seven ficaria irritado se descobrisse que estava aos beijos com uma amiga que ele a arranjara.------- Isso foi inesperado.
sufferingherself:
Sua opinião…? Oh, que gracinha, pensando que eu estava escutando.
Sabe a educação? Ela mandou oi.