Juntos, e não sozinhos. || Turno: AJ&Audrey&Connor
Correr. Era a única coisa que o filho de Discórdia fazia. Não conseguia pensar em nada, apenas queria chegar naquela batalha, que tinha começado há um certo tempo, antes da merda realmente acontecer. Enquanto se movia, sua arma pesava em suas mãos e, apesar de ter sentido a energia que o machado almejava quando tocou-o pela primeira vez após a transformação, Connor estava com medo em usá-lo devido ao encontro com o cachorro infernal original. Isso aconteceu no último ataque sofrido pelo seu acampamento e ele lembrava como tinha acabado aquele momento, principalmente porque sua perna metálica fazia um som que servia como lembrete a cada segundo que corria. Tentava não focar no medo que percorria suas veias, pois, caso deixasse-se dominar por aquele sentimento negativo, Connor correria de volta para o seu dormitório agora.
Ele estava passando perto da enfermaria quando escutou um rugido por perto e acabou não notando a aproximação rápida de um ciclope, que carregava consigo um taco de beisebol, por suas costas. Só conseguiu perceber quando sentiu a arma bater fortemente (dado 11) contra as suas costelas, fazendo com que Connor arqueasse seu corpo todo como se o ar nos seus pulmões tivesse sumido por um instante. Em seguida, o monstro tentou atacar outro golpe (dado 2), mas acabou acertando o ar. O filho de Discórdia aproveitou para afastar-se encarando a criatura com um certo desprezo misturado com raiva: — Seu idiota! Você vai se arrepender por ter aparecido no meu lar! — Com um tom de voz raivoso, Connor atacou-o (dado 2) diretamente, mas o ciclope esquivou-se facilmente dando uma risada.
— Seu bobão! — Aquela pequena provocação fez um efeito imediato no Page. Agora, qualquer coisa que tivesse menção a sentimentos de esperança ou algo assim, foram deixados de lado e a raiva se assume total. Era como se o velho Connor tivesse voltado. Achasse um tolo por ter achado que poderia ter qualquer sensação de esperança sobre dias melhores. Mas também não podia mais voltar atrás, tinha que aceitar que fora um idiota e agir com determinação de volta… Bem, era o que o rapaz pensava. Por isso, ele atacou (dado 9) a barriga do monstro causando um corte mediano.
Não tinha o bastante, mas não desistirá. Então, notou a figura de AJ perto dali e gritou para o “amigo”: — Querido, que tal a gente fazer uma sopa de ciclope?! — Na mesma hora, também notou a presença da filha de Poseidon, e sorriu convencido. Dois amigos poderosos junto com ele, que já era forte… O monstro não teria nenhuma chance. — Audrey, assado ou cozido? — Perguntou-a ficando em prontidão para o ataque.

















