24. "Are you drunk?”
“No, but I’m trying to be.” A fala foi dita com tom de humor, conquanto, não demorou muito para que ele começasse a esmaecer em sua expressão. O contorcer dos traços foi lendo enquanto seus olhos esverdeados mantinham-se fixos no copo gelado que tinha em mãos, assistindo as pequenas gotículas deslizaram por sobre o vidro até pararem contra a superfície amadeirada do balcão; e, a cada vez que isso ocorria, seu estômago se revirava mais. “... My oldest, Anika, she was... Well, she was killed, in Moscow, yesterday.” Completou, as palavras não mais que um sopro, um sussurro que soava como sentença das mais funestas, mordiscando suavemente o lábio inferior e buscando conter o desespero que ameaçava aflorar.









