Totalmente de acuerdo.

#dc#dc comics#batman#bruce wayne#batfam#dick grayson#batfamily#dc universe#tim drake#dc fanart



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#familicia #familícia #bolsonaro #rachadinha #mycheque #queiroz #mitoéocaralho #mitoeocaralho #bolsonaro #salles #elenão #elenao #genocida #bandido #traficante #miliciano #quadrilha (em Planalto Central Do Brasil) https://www.instagram.com/p/CPUyQPILT9b/?utm_medium=tumblr
Imagine Zayn Malik - Revenge of love
Prólogo: S/n é filha de Zulema Zahir, uma das maiores traficantes da Europa, mas por causa de desavenças com a família Malik acabou sendo tirada do trono e morta, então a família Malik assume o reino do trafico. Em seguida S/n, sem nada, tenta se vingar do filho do Malik, só que algo acontece, e isso muda drasticamente toda vida de Zayn Malik.
Boa leitura, espero que goste. Se gostar não se esqueça de me mandar uma mensagem, por favor, só para eu saber se vocês estão gostando. PS: Talvez esse primeiro capitulo seja pequeno, mas os próximos serão maiores.
Narrador on
- Eu vou te dar uma chance Zulema, sua filha da puta, você está sempre arruinando meus negócios, e hoje você vai pagar por tudo. - dizia o grande Mohammed Malik com uma arma apontada na cabeça de Zulema.
- Atira seu desgraçado, mas não se esqueça que vai ter volta. - Zulema então virou de uma vez, pegou a arma da mão de Mohammed e atirou no meio de sua cabeça, o mesmo caiu no chão. Logo em seguida, ao ouvir tiros, os guardas do grande Malik entraram no quarto e atiraram em Zulema, assim acabando com o o grande legado de Zahir.
Meses se passaram e o trafico não foi mais o mesmo, antes Zulema comandava tudo, mas agora que está morta Zayn, o filho de Mohammed passou a comandar tudo, ele tinha a fama de ser impiedoso e temido.
Do outro lado temos S/n, uma garota que nunca se interessou por esse mundo de drogas, mas com a morte de sua mãe jurou vingança, o plano era simples, na próxima festa de Zayn Malik, ela entraria pelos fundos da casa iria até o quarto “especial” da casa do Malik e mataria ele.
Dia 24 de novembro de 2021, hoje Malik vai dar sua festa, todos traficantes estarão lá, mulheres nuas na casa serão igual agua, a musica será tão ensurdecedora que vai ser escutada a quilômetros de distancia, mas ele nem liga, afinal, ele manda em tudo.
- Tudo pronto meninas? - S/n perguntou a suas amigas, quais tinham aceitado fazer parte do plano.
- S/n, e se der tudo errado? - Sarah, umas das melhores amigas de S/n perguntou apreensiva.
- Não vai dar Sarah, estamos com silenciador, vamos fazer e em seguida sair daquela casa.
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- Você não quer brincar um pouco Sr. Malik - uma garota perguntou ao moreno que mantinha seus olhos vidrados na fumaça que saia de sua boca, o mesmo sorriu e logo arrastou a calcinha da garota para o lado e começou seu trabalho com as mãos.
Assim que acabou seu trabalho Malik voltou para a area onde estavam os seu amigos de trafico, Harry Styles, Liam Payne, Niall Horan e o seu mais fiel aliado Louis Tomlinson, os cinco nunca faziam um trabalho sozinhos, a não ser que fosse necessário, estavam sempre juntos.
- Qual foi com aquela garota lá? - Liam Perguntou rindo.
- Nada não, só mais uma oferecida, obvio que eu dei um gostinho do que o Malik pode fazer, mas não fui muito além. - Malik disse soltando mais fumaça de sua boca.
Enquanto a festa acontecia, S/n e suas amigas se preparavam no portão dos fundos, Sarah observava a movimentação, S/n Ficava de guarda juntamente com Keth e Ally abria o portão da mansão. Assim que entraram, as garotas correram logo para uma área que tinha dentro da casa.
- E agora S/n? - Ally perguntou ao ver dois enormes seguranças na porta da sala que dava entrada para a mansão.
- Agora fudeu de vez né, vamos sair daqui em uma caixa preta - Keth disse em um tom de desespero e humor ao mesmo tempo.
- Calma gente, distraiam eles, caso eles peguem vocês digam que queria entrar na festa, obviamente eles vão deixar vocês entrar na parte que a festa está acontecendo, enquanto isso eu entro e vou para os quartos, e espero o Malik lá.
Enquanto Keth e Ally entravam por um lado Sarah e S/n entravam por outro. Só que uma coisa que ninguém esperava aconteceu, o Malik apareceu.
- Quem são vocês? - O Malik perguntou ríspido.
- Nada não chefe, elas só estão perdidas. - O grande segurança que segurava as duas respondeu rápido.
- Perdidas nos fundos da casa? Revistem elas. - Malik olhou bem e avistou as armas em suas cinturas - Nem precisa mais - apontou cada arma na cabeça das duas - Me diga oque vocês vieram fazer aqui, ANDA.
- Só estamos perdidas, queríamos participar da festa. - Keth respondeu suando frio, afinal ela está diante de um dos maiores traficantes da Europa toda.
- Não minta para mim honey, diga logo, nenhuma mulher entra armada em uma festa do Malik, a não ser que seja especial. - Zayn falou calmo, mas em um tom amedrontador.
- As nossas amigas S/n e Sarah estão no seu quarto. - Ally com medo falou dudo.
- Cuidem delas, eu cuido das outras duas. - Malik disse e logo em seguida correu para o seu quarto.
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- Amiga, olha esse tanto de joias. - Sarah falou com vários colares no pescoço.
- Sarah, foco, depois você pega quantas joias você quiser.
- Tarde demais. - Sarah caiu no chão, Zayn tinha dado um tiro bem no seu peito. - Acho melhor você ficar quietinha S/n Zahir, veio se vingar ne sua desgraçada, mas adivinha? A casa caiu para você.
- Eu acho que não Malik. - S/n apontou sua marma para Zayn, mas rapidamente o mesmo atirou na arma, deixando a garota sem nada.
- Você vai se arrepender.
- Vai fazer oque? Me matar, assim como fez com minha mãe e a Sarah? - Uma lagrima solitária caiu dos olhos da garota, ela se segurava para não chorar.
Zayn analisou toda a garota e teve uma ideia, ele não a mataria, sabia que ela não tinha nada.
- Pior, você vai ficar aqui comigo. - Segurou o braço da garota e a levou para um quarto, trancando- a.
https://m.youtube.com/watch?v=aZME_MjH-Y0
Aquí te cagay enterooo 😂
Tráfagos
“Dijeron que solamente iban a hablar, que no lo lastimarían”, lloraba la chica del mensaje.
“Me vendiste”…
Ya sin fuerza, dejé caer el martillo ensangrentado. No debí confiar en tener todo bajo control. La noche anterior, salí de juerga a trabajar un poco; se vende muy bien en los antros y si tienes cuidado, trabajo y placer se pueden juntar sin problemas. Esperaba a una muchacha que me había comprado un poco cada semana desde hacía alrededor de tres meses; además de, ocasionalmente, terminar en mi casa. A la 1:00, me envió un mensaje con la información de una fiesta en busca de ampliar su horizonte recreativo. Prácticamente había vendido todo, pero la dirección estaba en zona de ricos y el dinero nunca está de más. Fui a mi apartamento a abastecerme, no sin antes alejar a algunos mendigos desequilibrados con pinta de normales que de vez en cuando se acercan. Hacia la 1:35, llegaba a la casa. Había mucha gente: algunos conocidos de situaciones similares, varios rostros de influencia, mucha pasta. Me recibieron expectantes encabezados por la hermosa joven dándome un fajo abultado de billetes. Le pasé varias bolsitas llenas para repartir. Después de un buen lapso en aquella reunión llena de deleites, me ofreció un poco por enésima vez, más sugerente. Debí rechazar; llevaba no más que unas cuantas cervezas y es mejor seguir siendo profesional pero, desde su boca, la relajación se volvía necesaria.
“¡Venga acá!”, respondí. Por un largo rato, psicoactivos se mezclaron con los sentidos hasta perderse en agasajes impulsados. Parpadeé y al abrir los ojos, la gente se iba. Los restantes me atacaron y sentaron a la mesa. Entendí lo fundamental entre lo que decían:
“Te nos escapaste por mucho tiempo… Desde ahora únicamente nosotros vendemos… Nos vas a decir quién te lo proporciona... El barrio manda… Te cargo la mierda…, etc.”. Reí y me golpearon con un arma mientras se disponían a quebrar mis dedos con un martillo.
“¡Está bien! Les digo. Ya basta. Les digo”…
“Me obligaron a hacerlo. Perdóname”.
“Sáquenla de aquí”, dijo el del martillo golpeándolo en la mesa. Gracias a su distracción, se lo arrebaté y, justo antes de romper su mano, le di con fuerza en la cabeza a quien me detenía por los hombros. Me descubrí disfrutando de la borrosa escena en que eliminaba cualquier cosa amenazante. Destellos de nitidez llegaron cuando salpicó mi rostro la sangre de una obra de arte que alguien no tan fuera de sí, probablemente, nada más podría ver como una pulpa de carne; hasta que un estruendo me trajo con dolor a la claridad completa. Mi agridulce perdición temblaba desde una esquina con el barril humeante de la pistola señalándome el estómago. Me acerqué unos pasos hacia ella y, con ojos desorbitados de miedo y frustración, disparó dos veces más. Cuando pronunció sus últimas palabras: “Sólo tenías que cooperar”; le lancé el martillo, lo desencajé de su bella frente, besé su cerebro y salí por la puerta principal.
El sol se asomaba iluminando el rocío en las hojas de pasto del pequeño jardín. Las aves no gorjeaban cerca, pero ante los insectos capataces que señalaban el inicio de jornada a los trabajadores que se despedían de sus diminutas pero numerosas familias; elefantes sonrosados y dragones extravagantes, al bailar en lugar de pelear, terminaron en canto alternante de rojo y azul.
“Qué bella mañana”, pensé al sentarme desangrándome en el pórtico.
Gastón R. Fernández G.