Pra que tanta beleza nas estrelas, e toda essa demora, a vaidade ignorante, o repetir do clichê? Que haja vergonha, de avermelhar a maça dos rostos, e que seja nu e cru, como um desejo de se saciar com uma maça vermelhinha, mas que seja racional a ponte de sentar-se a esperar por horas, de ver a imensidão de cada toque e que lhe caiba sentir cada passar da brisa, e amar, amar tanto quanto lhe é permitido, e mais, mais um pouco, pois o delimitado já não lhe serve mais.
Desejo

















