Mai 31. Castelo dos Mouros. Sintra, Portugal.
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Mai 31. Castelo dos Mouros. Sintra, Portugal.
14.09.2019 - 12:12
Tumulo II of Sodo (Also knows as Il Melone, the Melon)
Cortona, Tuscany, Italy
5th century BCE
Etruscan
The Tumulo (or Melone) II of Sodo is located on the right edge of the stream Loreto. Its structure consists of two tombs and a monumental altar. Tomb 1 is characterized by a long entrance corridor, which leads to two consecutive rectangular vestibules, through which it was possible to enter six lateral chambers (three on each side) and the main chamber at the back of the tomb. Tomb 2 was made up of two consecutive chambers, where some fetid-stone sarcophagi and cinerary urns as well as extremely refined golden pieces have been found: necklaces of different kinds, pendants, earrings and rings.
The monumental risalit was probably an altar – platform for religious ceremonies and cultural practices. The structure is made up of a ten-step stairway decorated with carved sphinxes devouring warrior.
Assim como o amor de hoje em dia é líquido , as amizades são voláteis.
Me
Paranapiacaba
Cão do Mausoléu
Neste labirinto de mortos, tu guardas algo
Vistes mais humanos deitados que qualquer outro
O que sobra pra guardar, do que fois testemunha?
Alcunha sua, deitar-se nas sombras e andar sobre lágrimas
Erguer-se sobre mausoléus ter visões da tristeza alheia
Passos tranquilos, calma
Verdade final, existencial, terminal, destino da alma
Lotes de cigarros, o vicio volta hoje
A meses esses não tocavam tabaco, mas a sensação traz sede
Um pombo branco, magro e cansado, rodeou o jovem adulto de luto
Pousou no tumulo, depois disso o mancebo notou varios deles, empoleiradis sobre santos e cruzes
E o cão ainda deitado sobre um mausoléu
Perambulou o terreno todo, o homem
Tal como os cães do lugar
Olhando olho no olho dele esta o cachorro
Ele esta tentando não chorar
Olha a figura que se esvai ao longe
Não conheço os camaradas do que jas
Só o sangue
O choro passa é virus, é contagioso feito bocejo
Em vida tinhamos desejos, nos aconchegavamos ao nos deitar
O cão ladra pra quem chega por qual motivo?
Dar-lhed bronca, amerços, ou fazer anunciar
Olha pro homem cão do mausoléu
Ele se dirige ao sepulcro, ao tumulo a tumba
É dificil se manter, sobre a meta de ver todo ente querido morrer, de novo e de novo a historia de muitas luas
Olha cão do mausoléu o homem sou eu!
Eu que estou aqui, sem destino, sem saber como isso aconteceu
Olha pra mim cão do mausoléu
Homens feitos são desfeitos viram meninos não mais moços
Os bons se vão os pecadores ficarão o abutre tomara minha carne e ainda devorara o osso
Deite-se sobre minha lapide cão
Lembrai-vos em uivo oração
Guarda-me