“louder. scream my name. i said scream it.”
Ryan negou com a cabeça efusivamente, os lábios presos entre os dentes em uma tentativa falha de conter os gemidos, como tinham chegado naquele ponto…? A responsabilidade era toda sua, afinal, quem mandava ter provocado o garoto quando ele tinha claramente dito que ficarem na sala de aula era muito arriscado? Era verdade, era arriscado, e estranhamente excitante. Em um momento Ryan aproximava-se para passar a língua úmida e macia contra o pescoço dele enquanto as mãos deslizavam para o meio de suas pernas, massageando seu membro sobre suas roupas, em outro estavam se beijando contra a poltrona ao lado da janela e em um último todas suas poções de teste e papéis estavam no chão e apoiava-se na bancada de frente para ele enquanto Sorem movia-se dentro de si com a flexibilidade deliciosa de seus quadris. Novamente ele insistiu nada delicadamente para que dissesse seu nome e dessa vez não conseguiu conter soltá-lo em meio a um gemido mole – Cartwright... – se falasse um tom mais alto, arriscavam que qualquer um que passasse pelos corredores os ouvisse. O mais novo, entretanto, não estava nada feliz e não iria se contentar com apenas aquilo. – Não foi você quem começou, professor…? – disse entredentes, a voz rouca de desejo enquanto um pequeno gemido fugia em meio a sua prosa. – Agora grita, tô pouco me fodendo… Fala… – com uma investida mais forte que as anteriores, o fez ver pequenas estrelas diante de sua visão enevoada – Pra eles saberem que quem está te fodendo agora sou eu… So… Scream it. – os dedos nada gentis dele fecharam-se em sua mandíbula enquanto erguia seu rosto – Eu não estou te pedindo, Youngjae… Eu estou mandando. -- havia fogo em seus olhos vermelhos e sorriso malicioso. Talvez não fosse uma ideia muito inteligente negar-lhe qualquer coisa, como se conseguisse… Mas mesmo assim, tentou – Você bem que que… – as unhas curtas dele fecharam-se em sua cintura enquanto o puxava para si com mais violência, atingindo um ponto tão certeiro com tanta força que ele finalmente teve o que pedia – Sorem! Ah… Sorem! Seu… – gemeu alto, os braços cansados de se segurar ao tampo da bancada, quase sem força. Uma explosão imensa de prazer percorreu seu corpo quando jogou a cabeça para trás, os lábios entreabertos em um gemido silencioso, apenas exteriorizando aquela sensação incrível que o percorria. Aquele moleque maldito iria se ver com ele, iria… Mas não agora, porque agora queria apenas beijá-lo.











