#Repost @cnbn.ufs • • • • • • Ontem, 20 de janeiro, se reuniram no Ministério Público Federal representantes da UFS e representações do Movimento Negro para firmar a Banca de Heteroidentificação para ingresso de alunos em 2021 na UFS. Para nós, integrantes do CNBN, é apenas mais uma etapa da luta contra as fraudes das cotas racias e a garantia de que pessoas negras ocupem esse lugar. Desde fevereiro de 2019 buscamos explicações da UFS sobre o funcionamento da política de cotas na instituição e não obtivemos respostas. Em novembro realizamos denúncia ao MPF que recomendou a implantação da banca de heteroidentificação na universidade. Como existe um processo seletivo para alunos de curso de graduação em andamento, com edital lançado, inserido no Sisu 2020 e que não previa a etapa de análise da matrícula dos candidatos por uma comissão de verificação, a universidade se comprometeu, apenas em relação a esse processo regido pelo Edital nº 53/2019/Prograd (Sisu 2020), a implantar uma comissão provisória para recebimento de denúncias de fraudes às cotas. De acordo com o TAC, a comissão não terá poder de cancelar a matrícula do candidato, mas de analisar as denúncias de fraude recebidas pela Ouvidoria da UFS. O acordo prevê que, em caso de indícios de fraude, a denúncia deverá ser encaminhada ao MPF para as providências judiciais cabíveis. A luta continua! #naoasfraudes #cotasraciais #ufssemfraude #InformativosPsi https://www.instagram.com/p/B7ne_FFhwz3/?igshid=jvoev76qyjt5
















