Perigosa.
Imprudente.
Insensata.
Louca.
Um coro tão barulhento de dúvidas que as botas dela deram um passo para trás, sozinhas. Em um dos outros estádios, a multidão aplaudiu quando um arnesiano saiu vitorioso. Lila recuou mais um passo. Então de relance, ela viu uma flâmula, a sua flâmula, e seus passos cessaram.
Eu sou Dalilah Bard, pensou. Pirata, ladra, maga. Os dedos dela começaram tamborilar.
Atravessei mundos e roubei navios. Lutei com rainhas e salvei cidades. Os ossos dela estremeceram, e seu sangue acelerou nas veias.
Sou única.













