UOL (1999)
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UOL (1999)
A new academic year, but the same old lecture theatre textures and shapes 🤎
PL2630
A PL 2630 não é censura quanto à liberdade de expressão e quem perde tempo escrevendo sobre isso ou associando a censura ao comunismo ou seja lá o quê, só mostra ignorância e não entender sobre as coisas que acontecem à sua volta, portanto, não entende de nada, nem de História, Filosofia, Direito e nem de Sociologia para falar ou fazer ligação da PL com "comunistas".
A função da PL é responsabilizar esses trilionários cretinos que exploram os cidadãos do mundo inteiro com um mega delírio de poder sobre controlar as massas através de notícias falsas, denunciações caluniosas, apologias ao crime, à mão armada, ao crime de ódio, a desestabilização emocional, ao recrutamento de menores, jovens e de pessoas de diversas camadas e áreas para diversos fins ilícitos, como a pedofilia, a prostituição, ou recrutamento para o terrorismo, como ocorreu na tentativa de 08 de janeiro de 2023 em Brasília, centro político do Brasil.
As empresas não eram responsabilizadas e nem penalizadas por promover ou usar esses recursos contra as leis brasileiras, e recursos tecnológicos como contas fake, bots de diversos tipos, malwares, e outras técnicas para atrapalhar o andamento das diversas camadas do governo, traçar perfis para ataque, invadir privacidade, hackeamentos, noindex (que retira a página de propaganda das outras empresas em favor das suas patrocinadas ou pagas, ataque à instituições, ao Planalto, e sobre propaganda nefasta dos grupos extremistas como o do fascismo e o neonazismo.
Portanto: o Brasil só tem a ganhar penalizando essas empresas que além de estrangeiras, são conhecidas mundialmente por estar envolvidas nos principais golpes de Estado ocorridos em diversos países, ataques articulados pelas plataformas digitais, além da espionagem que já exercem através de seus sistemas, e de aplicativos para celulares e computadores que utilizam o microfone, a câmera e o pareamento com dispositivos próximos via bluetooth, a leitura de seu cache, histórico de navegação e outros recursos para enviar o que você não pediu. (todas fazem isso, não só o Google).
Deixem a estupidez e ignorância e risquem esses "profissionais entendidos de coisa nenhuma, os fofoqueiros de plantão, os colunistas da tolice ou os políticos sem cultura", os evangelistas do capeta e da sacolinha de dinheiro, da sua visão e da sua audição.
Faça um favor a si mesmo.
Chega de besteiras.
PL2630 já e pra ontem!
Falta de respeito às instituições democráticas, baderna sim, mais que isso é o que está havendo porque está afetando às pessoas que nada tem a ver com isso, à volta desses fascistas. A ministra Rosa Weber não exagerou ao dizer que há um autoritarismo se levantando contra as instituições democráticas. Sim, há, desde 2021 eles já sabem. Talvez antes disso. E existe um perigo muito maior que este.
É sobre a Lei n. 14.197, de 1º de setembro de 2021, que revogou a Lei de Segurança Nacional (Lei n. 7.170/1983) e acrescentou no Código Penal os crimes contra o Estado Democrático de Direito, a partir do art. 359-I, exemplificando onde se tipifica estes crimes, neste caso, o crime de atentado à integridade nacional.
Se fosse manifestação de grupos contrários a jair Bolsonaro, os militares já teriam dispersado este povo, que nada mais são do que criminosos, uma organização que excedeu o limite do direito de protesto e tem o prazer de humilhar pessoas alheias à política, cidadãos, porque não pensam como eles!
Houve uma eleição e ela foi legítima.
Há com urgência, a necessidade de buscar, segundo a lei, se tal omissão das autoridades militares que estão se divertindo com isso, estão sob a questão de permissividade e incentivo à concentração de cidadãos em portas de quartéis, num absurdo ataque, e delírio coletivo e persistente contra a democracia, o que houve até o momento, poderá ser qualificado como “crime militar extravagante”.
I spent this morning preparing for my gender, sexuality and criminal justice class later, but I’m taking a break from studying this afternoon to do some leisure reading. In other news: it was zero degrees when I woke up this morning and snow is forecast for next week!
Rock, novela, política, nudez: Gal Costa inspirou mulheres a serem livres
[Texto opinativo sobre Gal Costa para a coluna PENSADORAS para UOL Universa]
De todas as cantoras brasileiras com mais de 50 anos de carreira, Gal Costa talvez tenha sido a que mais se reinventou ao longo dos anos. Essa capacidade de redescobrir-se foi uma das características mais marcantes da baiana Maria da Graça Costa Pena Burgos, nascida em Salvador em 1945 e morta em São Paulo na última quarta-feira (9).
Ela aprendeu cedo a usar a voz como instrumento e levou esse talento às últimas consequências. Versátil, transitou por diversos gêneros musicais e rompeu com os próprios padrões –e o que esperavam dela. Para além da música, botou as cordas vocais e os quadris pra jogo, deixando claro que o corpo é também uma ferramenta de expressão da maior importância, gritando para o mundo as suas verdades mais profundas. Sim, uma mulher pode ser várias ao longo de uma vida, apesar de a sociedade estar sempre tentando nos dizer o contrário.
Vejamos alguns exemplos. Se no primeiro disco, “Domingo” (1967), que dividiu com Caetano Veloso, a artista de voz doce e tímida se revelou uma discípula fiel de João Gilberto, os álbuns gravados na sequência, principalmente entre 1969 e 1971, deixaram claro o seu potencial para a estridência do rock. Nessa fase, ao tomar certa distância da bossa nova, Gal gravou Roberto e Erasmo Carlos, aproximou a jovem guarda da tropicália e alcançou o equilíbrio perfeito entre berros e sussurros.
Em 1971, a cantora de 26 anos vestiu uma saia bem abaixo do umbigo e apresentou o show “Fa-tal – Gal a todo vapor”, em que explorava os agudos cantando “Eu não tenho nada, antes de você ser eu sou amor da cabeça aos pés”, enquanto a guitarra de Lanny Gordin pontuava os versos de Moraes Moreira e Luiz Galvão ao fundo em “Dê um rolê”. A apresentação dirigida pelo poeta Waly Salomão, que deu origem a um disco ao vivo, cultuado até hoje pelas gerações mais jovens, representa também o engajamento político da artista, ao se colocar como uma das porta-vozes da resistência à ditadura militar enquanto Caetano e Gilberto Gil seguiam exilados.
Anos mais tarde, em 1973, ela teve a capa do disco “Índia” censurada pela mesma ditadura. Quem, naquela época, teria coragem de publicar um close da virilha? Gal Costa, claro. Recentemente, a cantora voltou a se posicionar politicamente, criticando Bolsonaro e lamentando as consequências da pandemia.
No fim da década de 1970, a figura de Gal já estava consagrada e sua imagem de sensualidade espontânea já estava gravada no imaginário popular brasileiro. Em uma cena hoje antológica da novela “Dancin’ Days” (1978), de Gilberto Braga, a artista canta em uma festa na casa de Júlia, personagem de Sônia Braga na trama, com a cabeleira imensa solta no ar, os lábios vermelhos. Foi nessa época que surgiu “Gal tropical” (1979), em que ela usava o timbre claro e definido em faixas como a marchinha pop “Balancê”, e seguiu frequentando as trilhas de novelas globais, nem aí para a opinião dos puristas.
Em um de seus mais controversos espetáculos, em 1994, a cantora exibiu os seios no palco do Imperator, no Rio de Janeiro, ao cantar “Brasil”, de Cazuza, no show de lançamento de “O sorriso do gato de Alice”, dirigido por Gerald Thomas. Parte do público carioca recebeu mal a proposta e vaiou a artista, enquanto alguns veículos que publicaram fotos da cena foram criticados. Além do figurino inesperado, uma camisa larga que podia ser desabotoada com facilidade, o show começava com Gal engatinhando ao som de guitarras distorcidas, contrariando as expectativas de quem esperava a postura padronizada de uma diva da MPB.
De peito aberto, Gal avançou pelos anos sem medo de mostrar a voz que ganhou intensidade, e seguiu explorando gêneros como a música eletrônica e o funk carioca. Ao mesmo tempo doce e bárbara, ela segue nos inspirando e lembrando que, em 2022, ano que começou com a partida de Elza Soares e termina sem Gal Costa, apesar de tudo, é preciso estar atenta e forte.
Professor branco ocupa vaga reservada a pessoas negras num concurso da Universidade Federal de Goiás (UFG). Notícias se espalham também pelos afetos que mobilizam, e a do caso em tela se propagou pela indignação.Um resumo expandido diria o segui
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