#Repost @folhadespaulo • • • • • • TONY GOES I Na primeira década deste século, houve um momento em que o Pânico foi o humorístico mais importante do Brasil. Mas, assim como Emilio Surita e sua turma suplantaram o Casseta & Planeta, que ocupava o pódio do riso na virada do século, não demorou para que eles também fossem ultrapassados. O surgimento do Porta dos Fundos, em 2012, marcou o início de uma nova era no humor brasileiro. Começamos a rir mais do opressor do que do oprimido, com mulheres, negros e homossexuais passando de alvos a protagonistas. A mudança de ares não foi uma unanimidade. Muitos se queixaram de uma suposta ditadura do politicamente correto e continuaram a fazer piada ao jeito antigo, como Danilo Gentili ou Rafinha Bastos. Mas mesmo estes vêm se adequando aos tempos que correm. Só o Pânico continua igual ao que sempre foi: basicamente, um bando de "bullies" brancos, héteros e privilegiados, que acham engraçado tirar sarro de quem não é igual a eles. Hoje em dia, o programa só repercute quando trata mal seus convidados –o que vem se tornando um hábito. Na semana passada, isto aconteceu duas vezes: com o tiktoker Mario Junior, tratado como um moleque insignificante, e com a ex-BBB Bianca Andrade, a Boca Rosa, cuja participação no programa se converteu uma aula de machismo estrutural. Leia mais na coluna de Tony Goes (@tonygoes) no @sitef5 #folha #fsp #folhadespaulo #UseAmarelo pela Democracia Foto: Pânico no Instagram/Reprodução . #StopBolsonaroMundial #CassaçãoDaChapa #cadeiaparafakenews #ForaBolsonaro #MoroeBolsonarosãoumsó #forabolsonarogenocida #bolsonarochega #BolsonaroAcabou #bolsonaromiliciano #bolsonaromentiroso #bolsonarolixodaditadura #ovírusébolsonaro #sarahwinternacadeia #alandossantosnacadeia #famíliabolsonaronacadeia #cadeiaparafakenews https://www.instagram.com/p/CDMn0MupTJf/?igshid=127ootybfsxbd













