Viciado em reler a conversa pra ver onde foi que eu vacilei

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Viciado em reler a conversa pra ver onde foi que eu vacilei
Não tenho certeza de nada, apenas insisto em dar um role por aí, observar o que dá pra degustar, o que dá pra descartar, o que dá pra somente observar. Existir não é banal, penso, embora não saiba bem o que é mesmo. Enquanto não compreendo, vou experimentando e cometendo vacilos, contudo cheios de emoção. É uma viagem que subverte, enlouquece, seduz, encanta. Um role que tem mais a ver com o estado de espírito e atende pelo nome de liberdade. E eu, recepciono todos os dias, mesmo nos mais sombrios, mesmo com os estilhaços. Não que eu seja otimista. Nem tenho uma alma tão nobre. É mais uma questão de obrigatoriedade. Um compromisso individual para amenizar os desencantos. A consumação da vingança contra o pessimismo e mediocridade. É o role pela sobrevivência. Sempre dá certo, porque a vida merece cada calafrio.
Ita Portugal.
Depois pergunta o por quê eu não amo mais, o por quê meus olhos não brilham mais quando te olham. Depois de tantos vacilos seus você ainda me pergunta o por quê.
Será que em algum lugar fomos feitos um para o outro?
Em algum lugar deve existir um outro eu e um outro você, nesse universo paralelo a nossa tentativa de dar certo juntos funcionou, a vontade de cuidar e estar perto foi mútua, o amor pagou a conta pelos erros e vacilos e o que eu sinto por você não me deixou machucado como estou agora. Eu costumo repetir para mim mesmo que fomos uma cópia mal feita de nós mesmos, a fase de teste que o universo fez para saber o que tinha que mudar para que pudéssemos dar certo na próxima, e eu devo ser muito idiota por acreditar que nascemos para ficar juntos em outro universo, mas é mais fácil acreditar que a gente só não deu certo aqui, onde eu mais queria, do que aceitar que nós dois juntos não existe.
— Flávio Emanuel
Quer saber? Cansei de ser trouxa. Eu me perguntava, ele dá tanto vacilo comigo e eu continuo sendo legal com ele, isso me faz gente boa ou trouxa? TÁ AÍ A RESPOSTA, trouxa. Eu sou muito gente boa, tanto que por muitos anos eu continuei levando tudo na brincadeira, perdoando cada vacilo, fingindo que aquelas palavras não eram pra mim. Eu dizia que estaria lá por ele mesmo quando ele não merecesse, porque achava que é isso que amigos de verdade fazem.
Mas aí, eu vacilava, ele me jogava pedras, me xingava de tudo quanto é nome e dizia que não conseguia nem falar meu nome. Quando era eu quem precisava, ele não estava lá por mim, então por isso, sim...eu sou trouxa. Aliás, era...porque agora quem não fala mais seu nome sou eu, e não é por todos os vacilos que você deu comigo não. É porque chega uma hora que a gente cansa, se liberta e se livra de quem nunca esteve ao seu lado, mas sim te puxando pra baixo.
Sempre 🙄