Tenho tanta saudade do Mar. Não deste Mar sujo e poluído deste país (a culpa não é do país mas dos nojentos que o conspurcam) tenho saudade do meu querido Tejo, da minha Troia e da minha amada Albarquel. Tenho saudade das ruas do Pinhal Novo e das ruas de Setúbal. Tenho saudade do Rossio e da Praça da Figueira. Tenho saudade de Santo Amaro de Oeiras. Tenho saudade de ir à Lota comer Caldo verde e pão com chouriço.
Já antes disse e volto agora a dizer. A saudade não se explica e nem se mede. A saudade sente-se e aperta-nos até doer na alma e no coração.








