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Los seres humanos somos organismos sensibles a los estímulos que pueden venir tanto del mundo externo como, medio ambiente, clima, la sociedad, o del mundo interno, impulsos, deseos, tendencias, necesidades, los cuales nos hacen reaccionar de diversas formas. . Esta sensibilidad nos permite experimentar un sinfín de fenómenos afectivos en forma constante y permanente, a este proceso de funciones psíquicas que en forma coloquial asociamos al corazón, el responsable de la llamada VIDA AFECTIVA. . El desarrollo de la afectividad es necesario para alcanzar una madurez emocional adecuada, de acuerdo a la edad y etapa de vida. Entonces, ¿Qué sucede con la vida afectiva en la sociedad actual?, Nuestra cultura, desgraciadamente, sobrevalora el desarrollo intelectual y físico, dejando de lado el afectivo, es más, se le da una connotación negativa a la persona muy expresiva o emotiva, por ejemplo al hombre, se le enseña a no expresar sus emociones como una manera de ser más viril, logrando así, formar personas fragmentadas que pierden en calidad de vida y, que no les resulta fácil el control de sus emociones. Esto hace que se pierda la capacidad de ternura, expresión y de afectos, esta pérdida lleva a carencias afectivas, a egoísmos, a incomunicación y a soledades, esta cadena pone en riesgo el desarrollo de niños y jóvenes empobreciendo a futuro su vida adulta y sexual. . Como podemos educar en una vida afectiva integrada ? . @volantin_sin_cola columnista De @canalpobrecitomortal #pobrecitomortal #canalpobrecitomortal #vidaafetiva #afectividad #sexualidad #afecto #afectos #placersexual (en Santiago, Chile) https://www.instagram.com/p/CFjknDrJO6y/?igshid=p65erk3ft36h
Vida afetiva da mulher negra
“O amor não tem cor”. Embora eu escute essa frase desde muito cedo nunca consegui acreditar na total veracidade dela. Talvez porque, como mulher negra que sou, tenha desde sempre me deparado com ações que mandam essa afirmação por água abaixo.
A mulher negra é desvalorizada em todos os espaços da sociedade. Seja na música, na televisão, no trabalho ou na política, estão sempre nos dizendo que valemos menos, que importamos menos e que somos menos bonitas. Da cultura pop às conversas de mesa de bar, os homens, em especial, estão dizendo, consciente ou inconscientemente, que nós mulheres negras somos menores. E no campo afetivo não é diferente.
A solidão da mulher negra vem sendo amplamente discutida nos últimos tempos, assim como a necessidade de desconstrução de estereótipos ligados a nós e ao nosso comportamento, especialmente amoroso/sexual. Esse processo – embora cada vez mais fortalecido internamente com a ajuda da popularização de aspectos do feminismo negro e dos muitos grupos que se espalham pelas redes sociais-, é muito complexo.
Somos constantemente taxadas com rótulos ligados à hipersexualidade, agressividade e subalternidade, e a exotização e a fetichização dos nossos corpos tem um papel muito pesado na nossa afetividade. Isso acontece desde a época logo após a escravidão, quando o relacionamento dos homens com as mulheres brancas começou a se tornar sinônimo de ascensão social, enquanto que a relação com mulheres negras remetia a sexo fácil, para os brancos, e ao horror da volta à escravidão, para os negros. E no nosso país, uma nação de falsa democracia racial, mas extremamente racista, onde a opressão branca é onipresente e representa o que é bom e positivo e o negro o que é ruim e negativo, têm sido muito difícil quebrar esses clichês.
No relacionamento afrocentrado, aquele formado por um casal negro e empoderado, o convívio pode ser um espaço de crescimento mútuo e que ajuda a fortalecer bastante os envolvidos. Os/As dois/duas geralmente compreendem o que é ser negro no mesmo contexo e o entendimento tem chances maiores de acontecer mais rápido. Já num relacionamento inter-racial é preciso ter a liberdade para discutir a questão de raça e o papel que ela representa na sociedade e nas relações interpessoais.
Esse tipo de relacionamento afetivo, principalmente o formado por uma mulher negra e um home branco, é o mais criticado pela sociedade racista que enxerga nessa miscigenação a derrocada das futuras gerações.
E para a mulher negra, preterida afetivamente tanto pelo homem negro quanto pelo branco, além de também pelas mulheres negras e brancas nos relacionamentos homossexuais, só resta sentir o que a autora e feminista negra bell hooks falou tão bem no seu livro ‘Vivendo de Amor’: “Muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor”.