Formei, e agora?
O início de um novo momento nos leva ao encontro com o desconhecido, e realmente não sei onde irei parar com tantos sonhos que tenho em mim. Então resolvi criar essa página, onde desejo compartilhar pensamentos, vivências e amores cotidianos dessa jornada que se segue.
Quem sabe essa atitude venha contribuir com o próximo! Isso me deixará realizada!
Formei, e agora?
Finalizei mais uma grande etapa e quero relembrar essa caminhada com vocês de uma forma diferente. Minha intenção é mostrar que na vida sempre vão aparecer novos desafios e o nosso papel é saborear cada passo dado.
Ao longo dos anos que me trouxe até aqui, me deparei com grandes abismos, caí em alguns, aprofundei-me em outros, dancei na maioria deles, e os momento que mais me marcaram foram os primeiros passos, pois a apreensão esteve presente nesses inícios.
O abismo é o desconhecido, exigindo de nós: apreensão.
Saber parar, respirar e sentir a chegada de um abismo é enriquecedor. Ser humilde a ponto de reconhecer que não sabemos de nada, mas que somos capazes de ultrapassar as barreiras do desconhecido, é supremo.
Quando consegui tatear o meu momento universitário, em agosto de 2011, decidi mergulhar em uma deliciosa aventura. Foram os melhores momentos da viagem pelo abismo da psicologia. Emocionante, carregado de frios na barriga e orgasmos intelectuais! Mas eis que teve um fim, assim como tudo existente. A decida cessou, dando início a construção de minha subjetividade profissional dentro do curso.
Lembrar essa fase me deixa emocionada, pois foi um difícil encontro com meu EU.
Na subida árdua modifiquei o que tinha significado em minha vida. Chorei, sentei, rolei escada a baixo, exausta. Desci ao térreo do abismo e rebolei. Na verdade, dancei todos os estilos musicais. Senti falta dos antigos prazeres, pois tudo que estava sendo imposto naqueles degraus íngremes me fizeram entrar em um certo luto. Mas saboreei a difícil caminhada, vivi cada descascar e nascer da nova vestimenta.
A chegada ao topo foi como o nascer do sol, apreciada com grande emoção. Chorei, sorri, bati palmas, desacreditei e logo me reacostumei à claridade nos olhos. Feliz, abracei aqueles que me acompanharam e que tanto amo.
Hoje me encontro diante um novo abismo e saboreio a inquietude da velha conhecida apreensão, meu início profissional.
O sol nasce, mas ao meio dia é quase insuportável ficar apenas a apreciá-lo. Nesse tempo, novos abismos chegam e é preciso estratégia.
E é assim que me apresento, aberta às descobertas. Contente por compartilhar essa possibilidade de VITÓRIAS com todos.













