Você merece o mundo!!! Não esquece!!!
Kah
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Você merece o mundo!!! Não esquece!!!
Kah
quando você ama alguém essa pessoa se torna meio que sua base, sua estrutura, você se apoia nela.
isso é doentio, por quê apesar de as pessoas e as relações que temos com elas serem realmente nossa base, nós não deveríamos nos apoiar TANTO em SÓ UMA relação, isso faz mal.
principalmente quando você não se torna a base de alguém
e pra essa pessoa que vc tanto se entregou, sua falta depois do inevitável fim é apenas suportável.
Apenas seja você mesmo, deixe as pessoas verem o real, a imperfeita, defeituosa, fraca, estranha, linda e mágica pessoa que você é.
Desconhecido
Agora eu quero ir pra me reconhecer de volta, pra me reaprender e me aprender de novo.
Ana Vitória
Você Mesmo
Você Mesmo Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo.
Chico Xavier
E aí? Me diz: tá sendo importante?
Eu desejo muito, com todas as minhas forças que essa data seja importante pro resto da minha vida. E as coisas entre nós estão indo tão bem que eu não duvido muito que isso realmente aconteça, independente do que acontecer.
Eu quero abrir aquele grande sorriso bobo ao me lembrar do dia em que demos início a minha coisa mais certa desse ano e que mais me tem feito sorrir: nosso namoro. Meu amor, estamos passando por uma fase extremamente conturbada devido aos acontecimentos, mas quero te assegurar de que estou ao seu lado e não vou te abandonar. Eu cuido de você, você cuida de mim, não desisto de você e nem você de mim. Nós vamos superar qualquer obstáculo porque ninguém melhor do que nós mesmos sabemos o que acontece entre nós. É algo forte, intenso e carregado de amor, carinho e cumplicidade. O que sentimos um pelo outro é superior a tudo isso, e muitos meses juntos ainda nos aguardam no futuro, talvez anos, por que não? Eu quero muito fazer isso dar certo,
Wonnie... Você não imagina o quanto! Também quero lembrar que independente de tudo, a cada dia que passa eu conheço algo novo seu e só me apaixono mais e mais por esse homem maravilhoso que você é. Você é perfeito pra mim, amor. Mesmo com os seus defeitos eu tenho o prazer de aprender a lidar, só pra amar cada pedacinho de você. Nada muda a forma como eu te vejo, nada diminui o que sinto por você. Às vezes eu me pergunto se realmente sou merecedor de tudo isso... Você não sabe o quanto eu tenho me empenhado pra ser o melhor namorado do mundo pra você, simplesmente porque só quero ver você sorrir. É o suficiente pra me deixar satisfeito. Você com o seu jeito carinhoso e dedicado me faz até duvidar se tudo isso é real, se você é real. E se não for, eu não quero mais acordar, quero viver ao seu lado pelo maior tempo possível.
Eu não vou te prometer mundos e fundos, dizer que não vivo sem você, porque isso seria romance exagerado e sem noção, e o que sinto por você é concreto demais pra isso. O que posso dizer é que as horas que passo sem você são agoniantes, e quando você aparece eu só quero grudar em você, dar e receber todo o carinho possível e não soltar nunca mais, sério. E a minha única promessa é que vou dar o melhor de mim por você, pois são poucos que têm a sorte de te conhecer verdadeiramente, enxergar o seu lado mais profundo e ver como você é a coisa mais linda desse mundo de todas as formas possíveis.
Mas eu posso escrever o antigo testamento aqui que palavra alguma vai expressar o que eu realmente sinto a respeito de você, meu príncipe. É clichê, mas palavras são só palavras que se vão com o vento, o que importa são as minhas ações que valem muito mais e o que está aqui, dentro do meu coração. Você faz de mim o homem mais feliz desse mundo e não tem ideia do quanto sou grato pelo destino por ter deixado a gente se encontrar de novo e me fazer rever todos os meus conceitos superficiais sobre você. É engraçado, mas pensando bem eu não me arrependo, apesar da situação chata, foi assim que tive o meu primeiro contato com você e isso certamente viraria história para os nossos filhos daqui uns anos... Assim como essas dificuldades de agora também virarão história e nós vamos rir juntos por termos superado cada um desses obstáculos que, eu tenho certeza, que só servirão pra tornar a minha confiança por ti e a nossa cumplicidade mais fortes ainda. Eu tenho o namorado mais perfeito do mundo, porque com todos os motivos do mundo pra desconfiar dele, ele me faz confiar nele de olhos fechados.
Meu Kanye, meu príncipe, Won do meu 2Won, meu amor... Você não faz ideia do quanto eu sou feliz por ter você. Obrigado por ter me escolhido. Obrigado por ser meu.
Pessoas são como livros. Cada um tem suas características e sua história. Existem livros parecidos mas, não iguais. É assim com as pessoas também.
Eduarda Ferreira
A vida é engraçada, de certa forma. Quando um dia avistei aquele garoto com pele alva, dentes tortos e cabelo loiro (ou seria castanho claro) no maior estilo emo, jamais imaginei que ele fosse sempre voltar para minha vida. Eu digo, sério, como alguém se apaixona três vezes pela mesma pessoa? Nós éramos amiguinhos, te conheci porque conversava com a guria que era apaixonada por ti, e posteriormente tua namorada. Ela tinha olhos verdes que eram lindos, ela era linda e eu considerava vocês o casal mais bonito da escola. No fundo eu sabia que torcia para dar errado. Eu sempre soube. Só que a garota era linda demais, e estava errado eu gostar de você, certo? eu digo, eu jamais teria chance de ficar contigo, eu estava longe de ser bonita igual a ela. Eu tinha plena consciência disso. E pensando assim que acabei por te superar. Naquela época eu estudava a tarde, mas no ano seguinte mudei para o período da manhã, fiquei longe de você por um ano e eu deixei de pensar em você nesse ano. Conheci sua irmã, e é claro que sempre irei achar ela a pessoa mais linda do mundo, porque ela realmente é, além de ter sido a pessoa mais fofa que encontrei na escola com aqueles cabelos vermelhos. Você não passava de uma mera lembrança de “irmão da garota dos cabelos de fogo” e eu estava ok com isso. Aquele foi realmente o melhor ano da minha vida, as pessoas que conheci eram maravilhosas, as amizades que fiz na escola jamais serão esquecidas. E talvez aquele tenha sido meu melhor ano porque, de certa forma, eu não lembrava que tinha me apaixonado pelo garoto que gostava de Cueio Limão e algumas outras bandas nacionais que eu nem sonhava em conhecer. Tive algumas paixões nesse ano, nada em que eu pudesse me aprofundar, mas no fundo não passava de trocar alguns beijos com amigos. No final do ano acabei gostando de guri que conheci um jogo, e que tu provavelmente riria se soubesse disto, além dele morar em outro estado. Eu acho que estava apaixonada, mas eu não sabia de nada sobre o amor naquela época, já que eu havia me desencantado desse mito cedo demais. E nós (eu e o guri) entramos no que é conhecido como namoro virtual. Eu tive uma vida sem desgraçamentos da cabeça até fevereiro, porque aí você voltou. Foi no primeiro dia de aula. Eu lembro muito bem disso, afinal, os acontecimentos seguintes permaneceram como reconhecimento até o presente dia. Foi muito rápido. Eu estava de costas, no pátio, tentando superar o baque de ter te visto outra vez e aquilo ter mexido comigo quase dois anos depois, e você veio, me puxou pela cintura e me beijou. Ali, no meio da escola inteira. Mesmo anos depois ainda posso afirmar que foi o melhor beijo da minha vida, já que ninguém havia me deixado sem fôlego daquele jeito antes. E eu fiquei conhecida como a menina que ficou com você no primeiro dia de aula, para mim estava tudo bem, era uma forma de me lembrarem sempre que a menina que era feia demais conseguiu beijar seu príncipe encantado. Porém ainda havia o guri que namorava comigo virtualmente, e por mais que eu o amasse (o que mais tarde descobri, porque na época estava abalada demais para refletir sobre), nós terminamos. Eu abri mão do que futuramente descobri como o cara que mais amei na vida por tua causa, porque eu estava completamente apaixonada por ti e achava injusto com ele. Tentamos ser melhores amigos, mas eu falava tanto sobre tu que ele acabou se afastando de mim para não se magoar, e eu continuei na ilusão de que deixar a paixão da minha vida por ti era uma troca equivalente. O segundo beijo não veio tão rápido quanto eu pensava que viria, e por mais que eu tivesse saturado o assunto “você” com meus amigos, nem eles sabiam o quanto eu ansiava por isso. Mas um dia ele veio. No anfiteatro da escola, onde supostamente deveria ter uma só sala, mas a tua veio junto e tu sentou-se ao meu lado. Dessa vez ele foi quase que escondido, no canto sentados no chão, até parecia brincadeira de criança. E mais uma vez constatei que eu era completamente apaixonada por ti, e que estava tudo bem perder qualquer outro guri por tua causa, momentos assim me provavam isso. Os meses se passaram e não houve um terceiro beijo, pelo contrário, tu se interessou pela minha melhor amiga e eu engoli meu orgulho e meus sentimentos, te apresentei a ela e fiz dar certo. E deu. Vocês passavam o intervalo juntos, pareciam um casal feliz e bonitinho, mas a sensação que tive de quando tu ficava com a guria dos olhos verdes voltou, e de repente me vi torcendo para dar errado. No fundo eu tinha esperança daquilo dar errado e tu ver que eu estava ali o tempo todo, só que eu jamais movi um dedo para falar sobre isso. Então o que eu fiz? Comecei a ficar com o primeiro babaca que me deu mole, sabendo que no fundo eu odiava aquilo, mas era aquilo que eu precisava para me livrar de ver você e ela sendo felizes. E eu até comecei a achar que ia dar certo essa história de ficar com ele, mas então teve o terceiro beijo. Era um dia cinco ou seis de maio, estava quase anoitecendo quando tu apareceu na porta da minha casa com o guri que eu ficava e mais aquele seu amigo que às vezes parece idiota. Eu lembro de tu ficar extremamente irritado com o fato dele não ter pegada ao me beijar, e quando esse guri teve que ir embora por causa do horário (ele era mais novo, tadinho), tu veio e me mostrou o que era pegada de verdade. Naquela mesma noite teve mais que o terceiro beijo, afinal, eu havia perdido as contas só pelo fato de você estar ao meu lado. Foi a primeira vez em que alguém colocou a mão nos meus peitos por cima da roupa (na época eu já tinha seios volumosos para a idade), e eu não achei estranho, talvez porque fossem as tuas mãos ou talvez porque quando estou perto de ti os meus hormônios falam mais alto. Falam tão alto que inclusive acabei esquecendo que você estava com a minha melhor amiga (e começando a se apaixonar por ela). Enquanto isso eu havia passado na prova para começar um técnico, mas ele era de manhã, o que me fez ter que trocar de período na escola, mas ainda continuavámos conversando diariamente. Tu me contava coisas sobre a guria com quem ficava além da minha melhor amiga, e eu guardava aquilo como confidente. Eu jamais trairia tua confiança, pois eu era extremamente otária de tão apaixonada por ti. Só que quando tu começou a realmente se apegar àquela que era (ainda é) minha amiga, me senti ameaçada - e de certa forma traída - só de pensar na possibilidade de começarem a namorar. Com raiva, foi quando virei a mesa e abri o jogo para as duas gurias e ambas souberam uma da outra, assim estragando teus esquemas. Nunca mais voltamos a nos falar depois disso, e com o tempo recuperei a amizade da guria, que inclusive chegou a me agradecer. Não digo que me arrependo daquilo, porque jamais me arrependeria de ter feito uma loucura como esta. Os anos se passaram e por meio do twitter me aproximei daquela tua irmã, ela tornou-se minha maior confidente, e às vezes acredito nela me considerar assim por coisas que sei sobre ela, coisas que tu jamais imaginaria. Apesar de ser minha confidente, jamais contei a ela o que sentia por ti, porque isso era tão pessoal meu, mas tão pessoal, que preferi esconder dos meus próprios amigos - e por consequência de mim mesma. Isso ficou dentro do meu próprio fosso abissal, longe do alcance da minha própria memória. E mais uma vez pensei que pudesse ter te superado. Os anos passaram, amadureci, reprovei um ano na escola, agora ficando exatamente na mesma série que tu e quando fui procurar a lista da sala em que eu havia caído, meus olhos encontraram teu nome e meu coração bateu forte mais uma vez, mesmo que eu negasse para mim mesma. Eu continuava estudando no período noturno, tu no matutino. Qual era o perigo? Eu acabei o técnico uns meses depois, e minha mãe me fez voltar para o período da manhã. Minha surpresa veio no papel declarando a sala em que eu havia caído, e eu sabia, sabia que aquela era a mesma sala que a tua. Novamente senti meu coração bater forte. Só que eu precisava da certeza, e como quem não quer nada, fui te procurar para saber se conhecia alguém que era daquela sala. Parecendo um roteiro sendo seguido assiduamente, você me confirmou o que eu já sabia. No dia seguinte, quando te reencontrei após dois anos, tive a certeza que aquilo sobre ter te superado era banalidade. Superado uma ova, aquele coração arritmico sabia bem me dizer que ele estava em disparada e não era pela doença cardíaca. Eu procurei me manter afastada, tentei fazer amizades com pessoas completamente diferentes do teu círculo de amigos. Tentei me manter afastada, mas como de praxe, acabei fazendo tudo errado. Teu amigo se interessou por mim, até ficamos, mas eu não parava de pensar na pessoa errada, por vezes até com ódio de mim mesma, mas havia jurado que não iria me interessar por ti, porque eu sabia que era problema. Adivinha o que aconteceu? Eu me apaixonei de novo por você, e dessa vez de uma forma deveras mais assustadora. Essa paixão veio rápida e silenciosa, mas me abateu de forma conclusiva. Dessa vez eu sabia que não iria me escapar dela tão fácil, dessa vez sabia que teria que conviver contigo diariamente, o que tornaria as coisas severamente dificultosas para o meu lado. Tu não colaborou. Ficava me abraçando quando menos esperava, vivia me perturbando quando o que menos queria era prestar atenção em ti, e foi assim que adentrei na armadilha de novo, porque eu não tinha como escapar de nada disso. Tu sentas atrás de mim, logo de manhã entra com aquela cara de sono, me abraça e teu cheiro já fica impregnado nos meus pulmões como uma praga maligna da qual eu tento em vão escapar. Minhas pernas enfraquecem, o coração aperta e a sensação clichê das borboletas me faz acreditar que, puta que pariu, clichês são tão bons. Eu me sinto viva novamente, mesmo depois de atravessar um tempo em depressão (aquela que eu também tento fingir para mim mesma que não me acompanha), o declínio vira aclive até as nuvens. A primeira vez em que te mandei um snap, desse tipo de snap que você está pensando, foi a primeira vez em que de fato me senti desejada. Era de uma forma supérflua? Sim, mas para a minha baixa auto estima aquilo estava de bom tamanho e não haveria necessidade de pedir por mais. Um dia por vacilo acabei ficando com a tua blusa, e puta merda, que grande vacilo comigo mesma. O tei cheiro estava tão impregnado naquilo que me extasiava cada vez que eu respirava, eu me encontrava em um abismo tão absurdo, sem saída e pulei de cabeça nele. Eu sabia que iria entrar em queda livre e morrer com o impacto forte que estava por vir, mas eu não me importei no momento em que me joguei. Óbvio que naquele momento eu tinha consciência de que um beijo estaria próximo, e eu sabia que precisava de só um para ter a certeza de que eu já não sabia de mais nada. Digo, tu és tão errado para mim, mas mesmo assim me sinto presa a você, ou talvez a alguma ideia que devo ter criado sobre ti. Nós não temos mais nada a ver, e cada vez mais sei disso, só que mesmo tendo consciência desse problema, ainda não faço a menor ideia do porquê continuo pensando sobre ti. Eu passei 48 horas com a sua blusa, não com ela no meu corpo, mas com ela na minha mochila. Estava ciente de que não deveria ficar próxima a ela, porque aquilo era como um oceano, e eu não sei nadar em águas profundas sem me afogar. Tu teria que ter ela de volta, e a devolvi para você o mais cedo que pude. Na aula de biologia (olha o clichê voltando, afinal biologia pode ser cconectado com anatomia), senti sua mão na minha coxa, e coloquei a minha na sua. Assim, simples, por baixo da carteira, na sala escura onde ninguém veria o que estava acontecendo. É óbvio que haviam segundas intenções ali, mas me deixei levar. Também haviam segundas intenções quando me disse “por que não me devolve minha blusa na sua casa?”. No dia seguinte você foi o primeiro a notar a marca de chupão no meu pescoço, como se tivesse um troféu e quisesse compartilhar aos seus amigos, amigos que não sabiam e que não saberiam se eu não tivesse dado pala. Minha mãe também notou, e como eu esperava por ela me dar uma bronca (outra coisa que ela não fez, mesmo sabendo que eu estava sozinha em casa com um guri no dia anterior). Eu queria ela tivesse sido mãe o suficiente para me dizer que, um tipo de garoto que deixa marcas nos pescoços alheios não é o tipo de garoto com quem eu deveria me envolver. Porque as mães sempre sabem, mas assim como eu, ela também não sabe nada de ti, mas ela sabe que o jeito como olho para ti, é como nunca olhei para mais ninguém. Eu sei que ela conhece esse olhar porque é o mesmo olhar que ela dá para o seu namorado. Agora tem um amigo teu que sabe, e dá para ver que ele também sabe o que tu não sabe - ou sabe? Ele também deve saber que eu não deveria ter me jogado do abismo, mas os dias e as horas vão passando, e as suas indiretas sobre coisas que aconteceram vão aumentando. Obviamente eu não esperava pelo que aconteceria na casa desse seu amigo, talvez nem você esperasse, mas aconteceu. E novamente voltei com marcas suas, e quando pensei em revidar, você me parou e disse “hoje não posso”. Mais uma vez pensei que eu era só o troféu que ele marcava, mas sem querer exibir. Ele não poderia ser marcado para não estragar o que viria posteriormente, mas nada o impediu de estragar a chance de qualquer outro menino se aproximar de mim por conta de algumas marcas no meu pescoço. Eu estava chegando cada vez mais perto do solo, eu conseguia sentir, só não esperava que o impacto fosse tão absurdo quanto pensei que seria. Uma mensagem. Algumas palavras. A véspera do meu aniversário. E o impacto chegou. Agora tu não seria mais o guri que me beijaria ocasionalmente, nem que me abraçaria ocasionalmente. “Eu consegui ficar com a menina que eu queria, agora só irei ficar com ela porque gosto dela e quero que dê certo” Certamente não é o melhor jeito de acordar alguém. Hoje é dia vinte e cinco de agosto, véspera do meu aniversário de dezoito anos e tudo que sei é que eu preciso esquecer você de uma vez por todas.
Te conheci aos 13, me apaixonei aos 15 e me decepcionei aos 17.