lia wälti
icons
please hit the ♡ if you save or use
seen from United States
seen from China

seen from United States

seen from Malaysia
seen from Syria
seen from United States

seen from France

seen from Japan

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from China
seen from Russia
seen from China
seen from China
seen from Bangladesh

seen from Malaysia

seen from Japan
seen from Germany
lia wälti
icons
please hit the ♡ if you save or use
Você conhece todos os partidos políticos?
O que é política?
Propaganda ou manipulação?
É difícil ter somente uma opinião quando se fala de propaganda política. Muitos leitores, autores e especialistas debatem até hoje as diversas teorias que tentam definir o assunto, como se fosse uma ciência exata. Na verdade, a política em si já é complexa. E os meios de divulgá-la para todos os públicos, jovens e adultos, é mais complexo ainda. E, no meio de tantos nomes, surge a necessidade de discutir sobre duas pessoas com ideais diferentes: Paulo Gontijo e Noam Chomsky.
Trazemos o nome de Paulo Gontijo pois o mesmo apresentou-se no dia 25 de agosto para a turma de roteiro, abordando um pouco de sua carreira como gerador de marketing político. Trabalhando com Marcelo Crivella, ele trouxe seus pontos de vista sobre o candidato, contando um pouco da sua participação na campanha política dele (Responsável pela campanha “10 motivos para votar Crivella 100”) e sobre a importância da campanha em si e de um bom marketing.
Durante a palestra, ele falou sobre o papel do roteiro numa campanha política e em como, no passar dos anos, diversas propagandas começaram a trazer consigo um apelo mais emocional, enfatizando o lado mais humano do candidato, trazendo sua família e amigos como forma de vender uma imagem positiva dele. Um exemplo, inclusive, foi quando o palestrante disse que trabalhou com o ex-candidato Fernando Gabeira e teve a missão de “limpar” seu nome na mídia, usando imagens de sua família, de sua seriedade e de sua firmeza para acabar com os boatos sobre a sua sexualidade e sobre o fato dele querer legalizar a maconha.
Visto isso, trazemos enfim o nome de Noam Chomsky. Linguista, filósofo e ativista político norte-americano, criador da gramática gerativa, a mais ambiciosa teoria sobre a aquisição e funcionamento da linguagem, ele ataca diretamente com um pensamento simples: somos um rebanho que precisa ser convencido a seguir apenas um líder, ou seja, um representante político. Essa visão, apesar de pessimista, agrada aos lados de esquerda e direita em seu desenrolar.
Noam, após introduzir seu argumento inicial, começa a questionar a propaganda política, dizendo que “não somos mais rebanhos, quem pensa em construir consensos a partir daí vai se dar mal” e que “ninguém está disposto a abrir mão do poder para o outro”. Ou seja, ele diz que o povo está cansado das mesmas promessas, das mesmas campanhas, do mesmo “blá, blá, blá” de sempre, que é preciso uma renovação na propaganda política e, se possível, na política em si. Ele ainda fala sobre o poder do voto. Quanto vale o voto? O povo está disposto a dar este voto para qualquer candidato? Em quem votaremos? E por quê? Questões que, segundo ele, podem resultar em problema ainda mais grave que se refere principalmente a atual situação brasileira: a irrelevância.
Por fim, fica claro que as ideias das duas pessoas citadas são, em sua totalidade, opostas. No entanto, é interessante ver como elas descrevem, de forma sucinta, o funcionamento da propaganda. Não só política, apesar desse ser o foco, mas dela no geral. Somos facilmente manipulados, isto é fato, mas o que leva a essa manipulação? A certeza de que há um fator predominante na venda da imagem de um candidato torna-se cada vez incerta e, com isso, a fórmula para se construir “o candidato perfeito” começa a se desfazer e a vontade do povo de construir uma nova política parece que começa a se formar lentamente no novo patamar eleitoral.
Escrito por: Amanda Waelti e Lucas Mendes.
Nada além de mim... Percebo que a cada aula que nós entramos na classe do professor Tavares, ele nos propõe algo que nos insere no amplo mundo da política, que por sua vez tem largas proporções de postos de vista. Cada pedacinho em que nós nos aprofundamos é uma porta para que nossa imaginação voe sobre o assunto que nos é proposto. Só que não é meio errado dizer algo em que não se acontece de verdade? O tema que foi imposto ao nosso projeto final, foi meio batido. Política. Fala sério, o que a política tem de “bom” que possa se falar? Até porque vão nos fazer uma encomenda que não poderá falar o que nós realmente achamos, pois todos nós sabemos que se fosse o tema política totalmente aberto haveriam muitos problemas com o que os alunos alegariam em seus vídeos/trabalhos. Uma forma de se modificar isso seria, fazendo com que nós escolhêssemos algo do nosso interesse. Dentro de um tema não tão batido, ou não tão amplo. Um tema que não tivesse como nós criticarmos, pois nossa vontade aqui no curso de roteiro é de expor o que nós realmente queremos e falar a verdade sobre o que temos que pesquisar e não ser hipócritas ou agradar ninguém com o trabalho. Isso é uma forma meio conturbada e embolada de se dizer o que penso, não sei se vai contar com alguma coisa. Já que esse texto foi proposto de supetão. O real conceito de política hoje em dia não tem nada a ver com o conceito de Aristóteles ou de Maquiavel, até mesmo de Platão. Era falado que as decisões que eram tomadas ou que precisava ser decidida precisava ter interesse de todos e não apenas só de um grupo privilegiado. Tem a ver com a sociedade em conjunto, coletividade e comunidade. Contanto, atualmente não é bem o que tem acontecido com a política. Ela vem priorizando um grupo da elite que são os que vivem no topo da sociedade, são os que tem mais contato com as pessoas que são do meio político. Acontece que atualmente as pessoas se desinteressaram em querer ser humanitário em querer o bem de todos e querer igualdade para todos, e só se interessam em mais e mais para o próprio bem. Enquanto houver possibilidade de se conquistar mais para si mesmo, não haverá nenhum pensamento de igualdade, pois as pessoas só se priorizam. Os ricos são os melhores nesse ponto. Eles se acham autossuficientes para si e com toda certeza são, mas só visam o próprio nariz e só faz alguma caridade por troca de publicidade (com toda certeza que também existem aquelas pessoas que são boas e sempre ajudam ao próximo e não se encaixa no que foi dito anteriormente). Já os pobres, não tem quase chance alguma de conseguir o melhor para si e quando ocorre uma chance em um milhão, não dá para que esse um salve outros 200 mil de pessoas carentes. Se houvesse mais pensamento sobre ajudar o próximo em ser mais humano com os outros, talvez não precisasse que o governo seria o alvo da melhora da população e sim a boa ação de cada um. Eu acredito, e sei que existem muitas ramificações sobre a política de que não estou a par. Até porque não é um assunto que me interesso, pois existem muitos pontos de vista e eu não acho que tenho argumentos bons o suficiente para convencer ou persuadir alguém. Participarei este ano nas eleições para: presidente; senador; governador; deputados federal e estadual. Só fiz meu título esse ano e não fiz antes por preguiça de ter que ir fazer longe, até que descobri que poderia fazer na região administrativa perto da minha casa. Como foi visto, não me interesso no tema política e estou esforçada a aprender um pouco sobre o tema, a ponto de executar um trabalho excelente de final de ano. Estou determinada a sair esse ano dessa escola, e faço o possível e o impossível para conseguir o esperado. Bom, esse é meu texto. Desculpe se enrolei, ou se não me expressei bem, não trabalho muito bem sobre pressão. Por isso não escolhi seguir o mercado de Roteiro, é isso. Boa tarde!
Ideias compartilhadas - 11/08
No dia 11 (Segunda Feira) tiramos a aula para toda turma compartilhar o que viemos fazendo nas atividades. Cada grupo apresentou a turma o que desenvolveram relacionado as atividades propostas e os que estavam assistindo puderam comentar e se posicionar sobre os diversos temas. Particularmente, achei enriquecedor esse dia. Tive a oportunidade de me inteirar a respeito do que os colegas estavam fazendo e o melhor, absorver informações que não faziam parte do meu conhecimento. Discussões politicas também aconteceram e nós, alunos, em um ano no qual todos vamos votar, é importante trocar ideias entre os da nossa idade, porque somos o futuro desse país. Ótimo dia em turma.
Jeitinho Brasileiro
O curta "Os Outros" da Tv Brasil, critica de maneira irônica o aspecto esteriotipado que Brasil possui para os de fora. No primeiro momento, a partir da história de um robô que foi enviado à Marte com a música "Coisinha do pai", um marciano faz um relatório do que seria essa coisinha. Segundo ele, essa coisinha é a bunda, e assim, ele começa a fazer uma relação da mesma com o futebol, com o carnaval e com a imagem da mulher como objeto. E como se já não bastasse, faz ligação dos monumentos arquitetônicos com o amor dos brasileiros pela bunda. Acreditamos que o filme tenha relação com a política a partir do ponto que ele aborda a questão que nós não nos incluímos no "nós". Sempre culpamos o outro quando, na verdade, nem sempre é culpa do outro ou também temos culpa. Assim, perecebemos que isso é mais frequente na política. E está virando um caos, como mostra uma parte do curta, onde um bombeiro, que na verdade é um político, tenta apagar os "incêndios" do Brasil. Como sempre, dando seu "jeitinho brasileiro" de abafar a situação. E como tudo acaba em bunda, carnaval e futebol, para os políticos tudo acaba em pizza!