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Here’s another Inktober prompt list, dedicated to the American Victorian wild west. Tags are #@twiliart and #westober!
Piper Yoon/Garen So, Omegaverse Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Lingerie Kink, Domestic Porn, ABO dynamics, Omega Piper/Alpha Garen, Fantasy elements, Mentions of biting mark, Dirty Talk, Piper is in heat, Dry Humping, Masturbation (f receiving), Begging, Mentions of breeding kink, Mentions of Creampie, Minors DNI.
Ela tinha comprado aquela camisola transparente de “briguei com meu marido e agora vou resolver as coisas na base da chantagem” pensando naquele momento mesmo, não ia mentir. Piper era do tipo que planejava tudo e mais um pouco sobre a sua vida, em detalhes, e algumas pessoas poderiam dizer que ela era manipuladora, mas ela preferia o termo estrategista.
Por exemplo, ela sentiu o seu lobo interno uivando altíssimo para aquele policial durante a varredura que fizeram no laboratório. Quando ele apareceu para fazer a segunda rodada de interrogatório, ela fez o que precisava ser feito: foi com sua saia curta e seu cropped com decote por baixo do casaco e fingiu estar com calor para tirar a peça de cima durante a hora que passaria ali dentro com ele. O caso investigado? Foi resolvido, ainda bem. Mas mais importante: ele sentiu o cheirinho dela de cereja por toda a sala durante aquelas perguntas protocolares, querendo ou não. Ela não deveria andar por aí sem supressantes e exalando seu aroma para atrair alphas com seu feromônio, mas ela estava usando o que tinha em mãos para lutar pelo que o lobo interno dela queria. Poxa vida, ela era apenas uma garota.
Uma garota que estava no estro, completamente obcecada pelo alpha dela que tinha ligado mais cedo para o emprego de ambos para informar que, no momento, não estariam podendo sair de casa. E era por isso que Piper tinha preparado o ninho dela com toda dedicação para receber o homem que agora era seu parceiro e se preparado também para ele.
Com a menor e mais delicada calcinha que combinava com aquela maldita camisola.
— Você gostou? — perguntou a Garen, o olhando por cima do ombro, o beicinho nos lábios como se ela não estivesse com o rabo empinado no ar, os pés balançando distraidamente. — Eu queria ficar bonita para o meu alpha.
Ela soube que ele gostou pela forma como ele a puxou para os braços dele, com um único movimento, a fazendo se chocar com o peito nu dele. Piper respirou fundo, trazendo para dentro dos seus pulmões o cheiro cítrico típico de Garen, sentindo como os feromônios dele também estavam reagindo a ela. Seu lado lobo estava em festa. Seu lado humano, cheio de arrepios.
Garen tinha se sentado na cama, a calça de moletom macia sendo a última peça em seu corpo. Naquela posição, ele a tinha em seu colo, o nariz passando em sua nuca, os lábios raspando exatamente no local em que ele a demarcou como dele. Mating bite, agora ela pertencia a ele e ele a ela para sempre. A buceta de Piper se contraiu quando ele beijou o local.
— Hmm, babe… — ela deixou escapar, entrando naquela névoa que atingia seu cérebro quando estavam próximos demais um do outro. As mãos dele seguravam sua cintura com tanta propriedade, como se estivesse a lembrando a quem ela pertencia, assim como os lábios em seu pescoço, a mordendo e chupando deixavam a mesma mensagem. — Sim, me marca. Me faz sua.
Ainda mais dele, como se isso fosse possível.
— Babe, eu tô tão molhada… — sua voz escorria manha, não destoando da expressão em seu rosto. — Alpha, por favor!
Um golpe baixíssimo usar aquela expressão, que equivalia a um “daddy, por favor”, mas ela estava mesmo precisando de ainda mais atenção.
E se ela não receberia, ela iria atrás, empurrando a bunda contra o quadril de Garen, criando o atrito necessário para provocá-lo e deixá-lo tão duro quanto ela precisava. O som que saiu dos lábios dele a arrepiaram por completo mais uma vez, claramente querendo revidar aquela forma de ser confrontado. Então ele empurrou o quadril contra ela, roçando o suficiente para ela saber que ele a queria também. E o que deveria ser apenas uma pequena provocação tão logo encontrou um ritmo, os dois se esfregando um contra o corpo do outro, uma mão dele em sua garganta, a outra em sua barriga, espalmada, a mantendo colada contra ele.
— Sim, Garen, por favor… — várias coisas passavam na mente dela. “Por favor, arranca minhas roupas e me fode agora mesmo”. “Por favor, me deixa sem ar enquanto afunda na minha bucetinha até eu perder a noção de tempo e espaço”. “Por favor, me enche de porra e me engravida”. Piper já era adepta de transar sem nada impedindo, quando estava em estro como naquele momento, seus pensamentos se tornavam ainda mais sujos, pensando em como Garen poderia encher sua buceta de porra até a borda, em como ele empurraria de volta para dentro dela com os dedos longos dele, em como ele a faria implorar para ser dentro de novo e de novo. — Ah, eu quero tanto você.
Claro que queria, estava tão molhada que escorria pelas suas pernas, alcançando o tecido da cama.
Beijando o pescoço dela, ele comentava o quanto ela estava bonita naquela camisola e o quanto ele tinha gostado de vê-la se produzindo para ele, só ele. E um leve fervor de orgulho se apossou de seu rosto, ou talvez fosse pela forma como ele brincava com os bicos dos seus seios por cima do tecido, os torcendo e amassando na palma da mão. A voz dele dizendo que ela sempre é bonita para ele e que ele não consegue tirar ela da cabeça a faziam se derreter, soltando gemidos fracos, inebriada pelo tom de voz dele. Ele podia dizer as coisas mais sujas e as coisas mais bonitas também, a voz grave dele fazia loucuras com seu cérebro de uma forma que ela ficava tonta. Fora de si. Tão distraída que não percebeu como ele a induzia a afastar as pernas para ele, cada vez mais. Porém seus olhos estavam muito abertos quando ele afastou a calcinha e tocou diretamente na entrada de sua buceta.
— Bem aí, daddy, por favor… alarga minha bucetinha. Eu preciso de você dentro de mim! — pediu novamente, naquele tom de voz desesperado e manhoso.
E aquela voz tomou conta de seus pensamentos quando ele mencionou o quanto ela estava pronta para ele, e como ela ia ser feita de vagabunda por ele quantas vezes ele quisesse, porque ela era dele e só dele. Piper não sabia se o gemido que soltou tinha sido pelo que tinha ouvido ou pelos dígitos a fodendo não tão gentilmente, do jeito que ela precisava naquele momento. Seus quadris procuravam pelos dedos dele, sua pele estava quente e ela tinha certeza que estava gemendo cada vez mais alto e suas roupas ainda estavam no seu corpo.
Garen podia a fazer gozar só falando em seu ouvido, mas Piper tinha certeza de que ela iria fazer isso ao redor do cacete dele noite adentro. Não só porque era o que ela queria, mas porque ele também queria. É porque ela tinha planejado isso. E os planos dela sempre davam certo.
Jihoon Lee/Amalia Piazza, Magical Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Dirty Talk, Public Sex, Kissing, Dry Humping, Oral sex (f receiving), Cunnilingus, Sort of Vouyerism, Obsession with tighs, Minors DNI.
Aquela relação deles de gato e rato proporcionava momentos de fato peculiares. Fosse porque a sorte de Jihoon não era lá uma das melhores, fosse porque Amalia gostava de fingir que nada tinha acontecido entre eles e que acontecia agora com certa recorrência, eles sempre terminavam em situações inusitadas.
Como naquele dia, em que ele tinha chamado Amalia para sair, ela disse que ia ver e depois avisava, ele sentiu que estava sendo tapeado e invadiu a sala dela para que ela dissesse não ou sim de forma assertiva e não enrolando ele com palavras confusas. Em que momento aquela conversa terminou com ele desabotoando a camisa dela e metendo as mãos nos peitos dela enquanto a mantinha sentada em cima da mesa de madeira da sala, ele não tinha muita certeza, mas não ia ser ele quem ia questionar.
No momento, ele estava interessado mais em deixar marcas de chupões no pescoço de Amalia, pressionando os quadris cada vez mais contra o espaço entre as pernas dela, sentindo a respiração arfante da mulher enquanto ele a tocava como se ela não fosse escapar da mão dele dessa vez. Quando segurou a bunda dela e a empurrou contra a ereção que se formava dentro de sua calça, o som que ela fez deixou claro que Amalia também não estava planejando ir embora naquele momento.
Claro que estar se pegando em plena sala de aula podia sair de controle muito facilmente, aquela escola era cheia de alunos que gostavam de dar voltas pelos corredores porque sim, o tempo todo. Mas havia algo de só quem se arrisca vive o extraordinário naquela situação e o extraordinário estava sendo abrir o sutiã de Amalia enquanto ela esfregava a buceta contra a perna de sua calça. Quem se importava com alunos traumatizados nesse momento, sabe?
— Eu vou dar o que você quer, só vem mais pra ponta da mesa — falou no ouvido da ruiva, mordiscando a ponta da orelha dela em seguida.
Foi o tempo de abrir o botão da calça e descer o zíper. O som da batida leve na porta fez os dois congelarem no ato. NÃO! POR FAVOR, NÃO!
A primeira coisa que Jihoon pensou foi se atirar pela janela. Mas como ele ia explicar isso para as pessoas, depois? A outra foi que ele poderia se transformar em garça e voar por aí, mas, novamente, como ele explica que estava em sua forma de animago apenas porque sim? E então, enquanto Amalia lutava para se vestir novamente enquanto respondia na voz mais desesperada que ele já escutou, se lançou luz na mente dele e apenas se jogou para dentro da pesada mesa de madeira. Bem a tempo da ruiva se sentar na cadeira acoplada a ela. A porta se abriu e então Jihoon engoliu o próprio susto em seco.
Era um professor, pelo sotaque, um dos vários que aportaram Maejig Senteo naquele último mês, durante a realização do Torneio Bruxo. O interlocutor estava tirando uma dúvida acadêmica com Amalia, muito pacientemente, sem pressa alguma. Enquanto Jihoon estava com uma ereção abafada e de quebra de cara para as pernas entreabertas de Amalia, vendo a calcinha pequena e delicada delimitando os lábios da buceta dela. Molhada, visível, pronta para ele satisfazer.
Chegava a ser uma ofensa ele estar ali e não poder fazer nada. Bem. Amalia não podia fazer nada, mas ele não estava sendo visto pelo outro professor. Para todos os efeitos, só estavam os dois na sala de aula naquele momento e ele estava por aí fazendo sabe lá o quê. Ele nem ao menos existia no campo das possibilidades. E isso o fez sorrir de forma ladina.
As unhas curtas desenhavam padrões pelas pernas dela, subindo e descendo, sempre em direção às coxas de Amalia. Ele sabia que ela estava lutando para manter as coisas serenas na superfície, mas a via se contorcer, se esfregando na cadeira para aplacar a líbido. Era errado, eles podiam ser pegos, mas ela estava interessada. A forma como ela se arrepiou quando ele mordeu levemente a parte interna da coxa dela deixou Jihoon informado que ela estava muito interessada.
Se aproximou ainda mais, se movendo com cautela, até que Amalia deslizou um pouco mais para dentro da mesa e Jihoon para a frente. Estava exatamente onde queria estar, desde o começo. Com uma mão em cada coxa, ele deliberadamente esfregou a língua por cima da calcinha dela, deixando a saliva entrar em contato com o tecido molhado, a saboreando lentamente e de forma a fazê-la estremecer. Ouvia a voz do outro professor, perguntando a ela se estava se sentindo bem, e a voz da ruiva, tão trêmula, garantindo que estava tudo bem e que só era um leve mal estar por causa do calor, porque estava muito quente naquele lugar.
Jihoon podia concordar, estava mesmo, quente e molhado e sensível ao toque como ele podia perceber.
Seus dedos dedilhavam e contornavam as dobras dela, a sentindo estremecer sutilmente a cada toque. Quando ele fechou os lábios em cima do clitóris inchado, Jihoon sentiu o exato momento em que Amalia estava começando a perder a compostura. Ele queria rir, mas não podia emitir som nenhum, então apenas tomou cuidado e sugou ela um pouco, antes de decidir que precisava fazer isso sem tecido nenhum atrapalhando. Jogando a calcinha para o lado, ele ouvia o outro professor falando algum coisa sobre usar a arena de aulas de combate físico como espaço para aulas externas. Aquele homem não fazia a menor ideia de que a poucos passos dele, debaixo da mesa, Jihoon estava chupando a buceta de Amalia avidamente, tendo a cabeça apertada pelas pernas da mulher a cada vez que ele se aprofundava.
A forma desesperada que Amalia concordou com tudo e respirou fundo, suprimindo o som de um gemido, o fez beijar de forma estalada a parte interna da coxa dela, deixando mais uma marca indevida. Pena que o som chamou a atenção. Pôde ouvir os passos vacilantes do homem, perguntando se havia algo errado, e a forma como Amalia deu um corte rápido nele falando que estava ouvindo os alunos dele procurando por ele do lado de fora da sala. Houve um momento de silêncio entre todos os presentes e então mais passos, dessa vez se distanciando, até a porta se abrir e fechar. Jihoon não esperou mais nenhum segundo, penetrando Amalia com dois dedos e a lambendo de baixo para cima, a sua língua focada em capturar o gosto dela o máximo possível.
O som do gemido arrastado da ruiva preencheu sua audição, o fazendo sorrir. Então ele passou a encher a pele dela de beijos, a dedando de forma lenta e torturosa.
— Deixa só esse cara pegar mais distância e eu vou foder essa bucetinha agora mesmo em cima dessa mesa — avisou, em tom despretensioso.
Porque ia mesmo. Só quem arriscava vivia o extraordinário e ele ia arriscar muito mesmo.
Lex Yoon/Daisy Oh, Magical Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Oral Sex (f receiving), Tits play, Sex with penetration, Unprotected sex, Cute names, Sex with feelings, Use of dirty words, Man in love, Demissexual in love, Creampie sort of, Minors DNI.
Lex acreditava em respeitar sentimentos, levá-los a sério. Quando ele decidiu que iria pedir Daisy em casamento, primeiro sondou se ela gostaria de ser pedida em casamento, principalmente depois do ocorrido tempos atrás. Por ele, contanto que vivessem felizes para sempre, aceitaria qualquer título ao lado dela. Felizmente, ela disse que gostaria de se casar com ele, sim, eventualmente. E foi nesse momento que ele deixou escorrer todas as suas altas doses de romantismo diretamente em uma folha de pergaminho, escrevendo exatamente como ele gostaria de dobrar o joelho no chão e fazer a pergunta que ele tanto queria a Oh.
Era final de tarde e a luz dourada do pôr do sol tomava conta daquele jardim que ele conjurou ao fundo da casa na ilha rochosa japonesa. Em todo lugar que deveria ser cinza e preto, por estar em terreno vulcânico, estava coberto por flores, em uma enorme variedade. Todo tipo de flor, exceto margaridas, porque ela seria a única, sentada debaixo daquele arco que ele construiu com as próprias mãos, enquanto ele segurava os dedos dela e despejava todo seu amor em palavras, antes de puxar o anel de seu bolso.
Suas palavras eram sobre eles, mas sobre o que ela representava para ele e como Lex queria, do fundo do seu coração, ressignificar cada pequena coisa para ela. Queria que as memórias de um relacionamento e, especialmente agora, de um casamento, fossem as mais doces e queridas que ela pudesse ter. Porque ela merecia e porque ele ia se esforçar todos os dias para que fosse realidade.
Ele sabia que ela diria sim, mas ainda assim sorriu aliviado ao ouvir as três letras saindo dos lábios do amor de sua vida.
Lex a amava tanto e se sentia tão feliz ao lado dela. Ali, com o rosto dela em suas mãos, a beijando de forma tão intensa, sabia que todos os seus neurônios estavam sendo tomados por aquela descarga elétrica que só fazia sentido quando ela passou a ser parte de sua vida. Um amor que alterava a química do seu cérebro, era isso.
Ele sabia que deveria estar pronto para buscar Leo na casa dos Ozu e contar a todo mundo sobre o pedido e que agora era oficial. Mas Lex queria mais alguns minutos, só mais alguns, em que a bolha de felicidade deles se estendia apenas entre eles dois. Queria prolongar a forma como seus braços a tiravam daquele balanço para girá-la no ar, e queria que o som da risada dela fosse apenas dele e queria que a forma como seus lábios se recusavam a deixar os dela continuasse sendo apenas assunto entre eles.
— Eu amo tanto você — ele disse em voz baixa, sem fôlego, olhando nos olhos de Daisy.
E então veio aquela faísca. Aquela que sempre surgia quando estavam a sós por tempo demais. A que o fazia passar um braço pelas costas das pernas de Daisy e ela automaticamente já estava com os braços em volta de seu pescoço, dando o equilíbrio o suficiente para ser carregada para o lugar mais confortável que a necessidade do momento pudesse oferecer. Naquele dia, foi o sofá da sala, onde ela foi deitada de forma cuidadosa, uma almofada debaixo da cabeça, garantindo que ela estava bem, antes de Lex deixar um suspiro sincero sair de seus lábios enquanto a observava de cima para baixo.
— Eu amo cada parte sua — ele comentou, a voz ainda baixa, porque só ela precisava saber. Só ela precisava entender como o olhar faminto dele dizia coisas imundas enquanto tirava os sapatos dela e deixava-os no chão, deixando mais fácil o ato de beijar as pernas dela até deixá-las dobradas sobre si. — É como se eu estivesse caindo em um feitiço hipnótico, todas as vezes.
Ele não sairia fácil daquele transe, não quando ele tinha a pele macia daquela mulher para esfregar seu rosto, beijando da panturrilha até a coxa dela, sentindo como o calor do corpo dela subia aos poucos e os sons preferidos dele surgiam dos lábios cheios dela. Lex sorria consigo mesmo, encantado em como não tinha nem mesmo encostado na calcinha delicada de Daisy e ela já estava dando sinais de que estava pronta para se entregar para ele. Era bom, porque eles estavam na mesma página.
Yoon olhava diretamente nos olhos dela quando removeu a calcinha dela e jogou no chão e ainda a encarava quando dobrou a saia do vestido e então mergulhou no vértice entre suas pernas, a língua contornando as dobras dela como se estivesse memorizando cada detalhe delas. Se fosse honesto, era uma de suas atividades favoritas: comer Daisy enquanto ela enfiava as suas unhas em suas costas e puxava seus cabelos, pedindo no tom de voz mais necessitado para ir mais fundo ou mais rápido, até ter o quadril dela se esfregando contra o seu rosto e saber que sua mulher não tinha reservas quanto a ele. Era bom. Ela era tão quente e tão doce.
— Eu amo ouvir você gemer assim — comentou, a voz abafada entre as coxas dela, os dedos a fodendo devagar, a fazendo se contorcer e choramingar. — Me dá vontade de te foder lento a noite toda, até você chorar de prazer.
Ele poderia fazer isso, poderia apenas manter seus dedos curvados dentro dela enquanto seus lábios sugavam o clitóris dela, a deixando estremecer com força naquele sofá. Poderia facilmente fazê-la ter múltiplos orgasmos, só assim, devorando aquela buceta que ficava cada vez mais molhada e pronta para ele. Porém ela pedia por mais.
E ele detestava dizer não a Daisy.
— Você quer que eu foda você, meu amor? — perguntou, passando a ponta do nariz na virilha de Daisy, antes de morder levemente o local. — Eu vou. Eu jamais diria não para esse rostinho.
A forma como ele tirou o vestido dela foi tão respeitosa que chegava a deixá-la impaciente, mas ele não se importava. Seu pau latejava dentro da calça, mas ele iria sim aproveitar quando os seios dela estavam livres do sutiã para esfregar o rosto ali, mordiscando de leve até colocar um deles na boca e acariciar o outro, brincando com os mamilos até os sentir enrijecer em meio aos toques e saliva. Os cabelos caindo ao redor do rosto, as pernas afastadas para acomodá-lo, o tom avermelhado e a temperatura febril no rosto dela…
— Você é perfeita — ele murmurou, antes de selar os lábios nos da mulher.
Perfeita, até na forma como ela subia no seu colo, o olhar travesso enquanto apoiava as mãos no seu peito, o deixando guiar os quadris em direção aos dele, os dois completamente alheios ao resto do mundo. Eram apenas eles dois, despedidos de roupas e preocupações, sentindo como cada célula de si parecia implorar para que aquilo finalmente acontecesse.
— Merda… Você se abrindo pra mim assim… — a mão dele estapeou a bunda dela, antes de agarrar o local com força, com posse. — Você é tão perfeita pra mim.
E só dele. Especialmente quando a sentia cavalgar em seu pau com determinação, como se ela também quisesse que ele soubesse que ela o amava daquela mesma forma intensa e sufocante, mas ao tempo tão harmoniosa. Só dele para gemer seu nome enquanto ele segurava os quadris dela e ele a perfurava até sentir as bolas baterem contra a bunda dela, só dele para voltar a chupar aqueles peitos até eles ficarem vermelhos e sensíveis. Só dele para esfregar o clitóris dela olhando diretamente o rosto de Daisy e assistir a sua agora noiva se contorcer ao redor do seu cacete em prazer.
— Você vai gozar, meu amor? — perguntou, sorrindo de canto, uma perversidade brincando em sua mente e feição. — Ainda não. Aguenta só mais um pouco. Você consegue, não consegue, linda?
Mas ele não parava de provocá-la, estocando fundo enquanto seus dedos circulavam naquele ponto tão cheio de terminações nervosas e angústia. Só quando Daisy moveu a cabeça em concordância foi que ele parou, apenas para deitá-la sobre o sofá, segurar as pernas dela afastadas e a fodendo com força, o móvel arrastando no chão a cada investida.
— Isso, me deixa sentir você mais um pouco, me deixa perdido mais um pouco — falava a ela de forma incoerente, em meio aos sons de aprovação que ela emitia a cada vez que o impacto de pele com pele se misturava ao de fricção em umidade acontecia. — Eu preciso fazer isso com você. Só com você.
Só com ela, os dedos entrelaçados enquanto ele metia fundo e com força, a buceta de Daisy o apertando cada vez mais, o fazendo respirar fundo e gemer para ela, em retorno. Eram só eles, quando sentiu que não ia mais aguentar e puxou o corpo dela para cima, abraçando o corpo feminino contra o seu, os dois o mais próximo que poderiam. Quando Daisy chamou por ele, vazando em seu pau, ele a chamou de volta, deixando sua buceta transbordando com sua porra.
A respiração dele era uma confusão e seu corpo suado estava grudado ao dela. Mas em nenhum fez menção a soltar de Daisy. O rosto enfiado no pescoço dela, acariciava a cintura dela com cuidado, o amor em cada ponta de seus dedos.
— Nós somos perfeitos um para o outro.
Sihun Lim/Hana Ozu, HP Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Teenage Couple, Oral sex, Cunnilingus (f receiving), Face sitting, Face riding, Protected Sex, Right use of condoms, Young and In Love, Adoration Kink, Lots of cute names, Minors DNI.
A namorada dele é uma deusa e ele tem certeza disso toda vez que ele tem o menor vislumbre dela. Podia ser 7 horas da manhã e estarem naquele refeitório lotado da escola, o cheiro de café se misturando com outras comidas de nacionalidades diferentes para atender todos os públicos que frequentavam Maejig Senteo, toda a cacofonia de alunos falando sem parar em diversos pontos do lugar e ainda assim, quando Hana sorria, o mundo de Sihun se tornava mais bonito imediatamente.
Ele tinha uma sorte enorme por ela achar que ele era o merecedor de todos os sorrisos dela, os sorrisos ainda mais bonitos e que faziam aquecer o corpo inteiro, e ele tinha mais do que a obrigação de retribuir essa atenção que ela sempre deu a ele. Fosse dando presentinhos que ele mesmo fazia, como buquês de flores silvestres com conchas adornando, ou presentes elaborados como uma vassoura personalizada que ela poderia trocar as cores quantas vezes quisesse. Ou se oferecendo para que ela fizesse o que ela quisesse com ele, como naquele momento, em que estava prestes a deixar esse mundo enquanto Hana esfregava a buceta em sua cara com vontade.
Ele não era a pessoa mais sortuda do mundo, mas se ela queria cavalgar no rosto dele, esfregando a buceta por todo o caminho até atingir seu clitóris em seu nariz, então ele tinha ganhado na loteria. Poderia desencarnar fácil debaixo de coxas grossas e estapeando aquela bunda perfeita, ele não ia se importar com isso. Ia ser a melhor forma de morrer, inclusive.
Quando Hana gemeu apertando os próprios seios e falando que estava muito bom, ele apenas continuou fazendo exatamente o mesmo naquele instante, devorando a buceta dela com vontade, deixando sua língua desbravando cada canto de seus lábios, antes de se voltar ao clitóris dela e sugar do jeito que ela gostava. Porque ele ficava muito feliz em ser o responsável por aquela garota tremendo enquanto gozava no rosto dele, o permitindo lamber cada gota dela enquanto ela ainda estava buscando fôlego.
Sihun beijava cada canto do corpo dela em adoração, o baixo-ventre, a barriga, o espaço entre os seios, o pescoço dela e então o rosto inteiro de Hana, rindo juntamente com ela, os dois presos em uma bolha de felicidade ímpar. Os olhos dele brilhavam enquanto eles se encaravam, feliz como se tivesse ganhado um presente inacreditável, completamente esquecido de sua ereção doendo a essa altura entre suas pernas. Sua atenção era toda para ela e como a sua namorada fazia uma careta fofa quando ele mordiscou o pescoço dela e deixou uma marca avermelhada em sua pele.
Então eles se beijaram, e os quadris dela encontraram os dele e foi impossível não notar o quanto ele estava duro por ela, a sentindo tão molhada, quente e macia em seu colo. Suas mãos passeavam pelo corpo dela como se estivesse indeciso onde tocar primeiro, como se ele estivesse de volta a primeira vez que eles ficaram a sós em um quarto e ela disse que ele não precisava ficar nervoso porque tudo o que eles iriam fazer naquele momento seria com amor. Sihun sentia que toda vez que ele e Hana transavam, era ainda da mesma forma: amor transbordando em toques e suspiros.
— Você tá pronta? Porque eu vou pegar a camisinha — ele avisou contra os lábios dela, um pouco arfante.
Claro que se ela falasse que não queria nada além de ser chupada por ele de novo naquela tarde, ele não iria se opor. Podia sim passar o resto daquele fim de semana com o rosto enfiado entre as pernas dela enquanto ela puxava seus cabelos. Mas ver Hana fazendo que sim com a cabeça e se ajeitando na cama para esperá-lo lhe dava um choque de adrenalina muito grande. Ele amava aquela garota. Ele amava estar com aquela garota. E amava mais ainda quando ela olhava para ele e silenciosamente deixava claro que queria ele tanto quanto ele queria ela.
— Ah, merda, você é sempre tão boa… — ele deixou escapar, enquanto a penetrava lentamente, deixando seu cacete a invadir até o fundo.
Suas mãos seguravam os quadris de Hana, a mantendo o mais aberta possível para ele. Ele gostava de quando faziam naquela posição e ele podia continuar olhando para ela, trocando sorrisos e pequenas confissões.
— Eu nunca pensei que pudesse ser assim tão… tão gostoso — comentou, movendo o quadril para trás, desencaixando aos poucos, até a invadir novamente, em um ritmo torturante. — Mas eu acho que é porque é com você. Tudo é perfeito quando é com você.
E era mesmo perfeito, como ele se apoiou no espelho da cama e as unhas de Hana encontraram suas costas e então ele deixou enfim seu instinto falar mais alto e então passou a fodê-la de forma urgente e desajeitada, forte, intenso, a preenchendo por completo e a fazendo gemer arrastado. Era perfeito em como eles se moviam em sincronia e estavam entregues à vontade de fazer o outro se sentir o mais próximo um do outro possível. Era perfeito até a forma desajeitada como ele tentou colocar as pernas dela apoiadas em seu peito e então as deixou escapar algumas estocadas depois, os dois rindo da forma desastrada dele, antes que Sihun afundasse o rosto no pescoço de Hana beijando e mordiscando enquanto a macetava com toda a sua energia, ouvindo o som dos suspiros dela e a forma úmida como a buceta dela o recebia.
Não importava se ele estava em constante aprendizado, entendendo como ele podia dar mais prazer a ela, o que importava para Sihun era que ele ia sim, aprender o que fazia Hana revirar os olhos do jeito que ela fazia quando ele acertava o ponto certo dentro dela ou como um tapa no momento certo ia fazê-la agarrar seus cabelos com força.
— Eu vou… Ah, não, eu vou… — anunciou, quando sentiu a buceta dela o apertando com força enquanto ela mesma se derretia ao redor do caralho dele.
Ele a enchia de beijos toda vez que ela gozava, como se desse parabéns a namorada, como ele achava que merecia. E logo após aquele pequeno gesto, se pegou encarando a garota que ele amava por alguns segundos antes de perguntar em voz baixa:
— Ainda tenho algumas camisinhas na minha mochila. Você quer fazer tudo de novo?
Eleanor “Lea” Yoon/Cheol Paek, HP Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Restraining, Enemies to Lovers, Lea is a little shit, Lea is bad with feelings, Spanking, DomxSub dynamic, Brat x Brat Tammer, Dirty Thoughts, Clit play, Oral Sex (m receiving), Orgasm Denial, Minors DNI.
Toda vez que alguém mencionava Cheol, Lea fazia questão de dizer que odiava esse cara. Assim, nessas palavras, com direito a uma expressão de desdém. Ela não podia suportar aquele homem e seu sorriso de quem sabia muito mais do que ela e do que todo mundo no mesmo ambiente do que ele. Ela detestava ele com todas as forças, principalmente porque estavam em lados opostos, ela fazendo parte de um grupo de justiceiros, ele trabalhando juntamente aos aurores na Coréia do Sul. Eram naturalmente opostos.
Por isso, estar amarrada naquela cadeira, amordaçada, a fazia chutar o ar com raiva.
A outra razão era porque ela odiava o fato de que o mesmo sorriso arrogante e a mesma postura de quem sabe de tudo deixava sua calcinha molhada, como estava agora mesmo, independente do quanto ela se debatia para se soltar e voltar a ameaçar a vida dele.
Ela não sabia explicar bem como, ela nem mesmo gostava de falar sobre aquilo, mas Cheol era o mais perto que ela encontrou de alguém que a fizesse ficar maluca e abandonar qualquer cautela. Ali estavam eles, depois de uma longa discussão que tinha envolvido blefes das duas partes com a promessa do uso de maldições para cima um do outro, respirando pesadamente depois de se beijarem como se estivessem famintos. O cheiro dele a deixava naquele estado, o som da voz dele a arrepiava e o beijo dele deixava ela completamente transtornada.
Lea queria muito dar para aquele homem que chegava a ficar sem forças.
Ouvia as palavras dele, perguntando se ela entendia que estava sob o domínio dele, se ela entendia que ela era uma presa que ele poderia esmagar a qualquer momento. Sim, ela sabia, e por isso sua respiração estava cada vez mais rasa e ele estava cada vez mais dentro de sua mente. Mas não iria fraquejar, então só rolou os olhos para ele, fazendo pouco caso.
Cheol ficou ainda mais próximo, erguendo o queixo dela para que ele conseguisse encará-la diretamente nos olhos, e seu corpo inteiro se cobrou de arrepios. Os mamilos estavam duros e a buceta estava fisgando. Ele perguntou novamente se ela entendia que estava na mão dele e Lea tentou chutá-lo.
A sensação do couro estalando em suas coxas a fez cerrar os dentes e urrar. De raiva e de prazer.
Era claro que ela podia dizer não, se levantar dali e ir embora. Ninguém estava ali obrigado e era muito claro entre os dois desde a primeira vez que eles resolveram uma discussão dando amassos. Mas Cheol estava sem camisa, ela estava apenas de calcinha e ela precisava gozar para ele. Ela precisava muito gozar para ele.
O assistiu rir e sentiu os calafrios de novo, e como sua buceta ficava cada vez mais molhada, tão evidente no tecido delicado da calcinha que chegava a ser vergonhoso. Quando ele perguntou se ela iria se comportar agora, ela virou o rosto, mas os dedos dele tocaram entre suas pernas, apertando a parte interna de sua coxa, dedilhando a sua virilha, esfregando os dígitos em seu clitóris inchado. E então gemeu. Gemeu angustiada. “Por favor, me come”.
Mas ele nunca comia e isso fazia ela ficar acordada até tarde durante à noite. Por que? Por que ele simplesmente não arrombava a buceta dela e a fodia com força e eliminava toda a tensão que eles tinham um pelo outro? Por que ele simplesmente não a jogava em uma mesa e a fazia engolir todos os insultos enquanto gemia pelo nome dele, sendo uma vagabunda obediente e obcecada pelo cacete dele? Por que ele não sussurrava coisas imundas que faziam o coração dela disparar enquanto a fazia dele?
Cheol circulava os dedos por cima da calcinha encharcada, criando o ritmo e estímulo certo que a fazia rebolar na direção contra, criando uma urgência e a sensação maravilhosa que a fazia ficar ainda mais arfante. “Por favor, me fode”.
Ele tinha o olhar intenso sobre ela, aquele olhar de quem sabia que ele era a única pessoa que poderia dominá-la e que sabia a forma certa de fazer isso. Independente do quanto Lea dissesse que ele não entendia nada e estava mentindo, ela devolvia o olhar para ele com a resposta sincera: ela queria que ele a fizesse dele, quantas vezes quisesse, quantas vezes fosse preciso. Sua buceta contraia e sua respiração ficava ainda mais superficial e estava sentindo o orgasmo vindo quando os lábios dele encostaram sobre os dela, meio cobertos pela mordaça. Eram tão bons, tão bons, ela queria tanto mordê-los…
Lentamente o tecido afrouxou e sua boca encontrou a masculina, o deixando ouvir o som abafado de seu gemido quando o polegar dele pressionou o seu clitóris, a fazendo tremer por inteiro. Faltava tão pouco.
— Por favor… — ela deixou escapar, antes que Cheol segurasse seu rosto mais uma vez, e então sentisse o ardor do chicote estalando, dessa vez nas suas mãos, de forma bem mais leve e menos punitiva. Lea piscou, confusa. — Mas eu…
E então ele a lembrou quem mandava, no momento em que a braguilha desceu e a ereção dele ficou visível. Lea sabia que não iria gozar para ele, não assim, não com os dedos dele a tocando. Tudo bem. Era um jogo em que os dois podiam participar.
Quando ele colocou a cabeça do pau alinhado aos lábios de Lea, ela o encarou com toda a luxúria que cabia em seu corpo, a língua se arrastando pela cabeça e tomando posse do pré gozo que ali se encontrava. Sorrindo quando ele fechou os olhos, suspirando por causa dela, Lea o engoliu aos poucos, deixando sempre a língua acariciar sua extensão, memorizando cada veia, então puxou a cabeça para trás, a expressão de vitória em seu rosto.
— Você entende que você está sob o meu domínio, não entende?
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A melhor coisa dos fins de semana era que ele podia passar o tempo assim: deitado na cama, apenas alisando cada curva e cada canto do corpo de Ianthe, enquanto o mundo acontecia do lado de fora. Nada de aulas, nada de ensaios, nada de provas e testes práticos. Apenas o apartamento que eles dividiam, a cama deles, sua garota deitada de barriga para baixo, com aquele rabo maravilhoso empinado para o alto, enquanto Kyoya fazia questão de deslizar a palma da mão de suas costas até a curvatura da bunda. Ele apreciava de perto, cada suspiro, cada pequena pinta na pele dela, cada arrepio que ela dava e cada leve aumento na temperatura do corpo dela.
— Como pode ser tão bonita? — ele pergunta para ela, mas também era uma indagação para ele mesmo.
Não tem um dia que ele não pense nisso; no formato dos seios, na curva dos quadris, no desenho perfeito daquele lábios, na maciez da pele dela, no gosto que ela tem. Kyoya achava sua garota o ser humano mais perfeito a pisar na Terra. Bastava um rápido olhar e ele já se sentia duro e completamente rendido por ela.
Ele continua passando a mão pelo corpo dela, até as pontas dos dedos deslizarem para além do espaço entre as pernas dela, afundando nas dobras e experimentando o espaço apertado e molhado da buceta dela. Um sorriso de satisfação preenche todo o rosto dele, que com a outra mão acerta um tapa forte na bunda dela.
— Minha putinha já tá querendo ser comida? — pergunta a ela, em um tom imundo. — Hmm? — Seus lábios encontram os ombros de Ianthe, seguindo pelas costas, e então fazendo o mesmo percurso que a palma de sua mão fez antes, dois dedos brincando com a entrada dela de maneira tortuosa. — Você quer dar essa bucetinha pra mim, meu amor?
A pergunta é completada pelo momento em que ele morde a bunda dela e os dígitos invadem o buraco de vez, dando duas estocadas ali dentro, apenas para arrancar o gemido mais manhoso possível da garota. O pau de Kyoya pulsa. Ele quer ela tanto quanto ela quer ele.
— Mas você sabe que eu não posso foder você do jeitinho que você gosta — ele curva os dedos dentro dela e então os move precisamente onde ele sabe que vai fazê-la gemer ainda mais alto. E quando ela faz, ele beija o quadril de Ianthe. — Então preciso deixar você pronta antes de qualquer coisa.
E a ideia dele de pronta é continuar a estimulando, fodendo ela com os dedos cada vez mais rápido, acertando as bochechas da bunda dela com força quando ela começa a mover os quadris conforme ele move os dedos dentro da buceta apertada e quente. A imagem é perfeita, segundo Kyoya: aquele rabo maravilhoso empinado para cima, a jóia do plug que ela usa brilhando quando a luz da janela alcança ela, a buceta encharcada engolindo os dedos dele, inclusive o terceiro que ele introduz sem cerimônias, a vendo gemer mais alto e rebolar com mais vontade. É tão gratificante ver sua noiva naquele estado que ele acaricia o próprio pau dentro da cueca a assistindo, um sorriso perverso no rosto.
— Ainda acho que você não tá pronta pra gozar, sabe? — ele comenta, desacelerando os movimentos, só para ver Ianthe protestar. Ele ri. — Eu acho que você precisa de mais.
O som de vibração preenche o ar, enquanto ele afasta ainda mais as pernas dela com os próprios joelhos, esfregando o vibrador na velocidade fraca em cima do clitóris inchado. Ele a fode com ritmo e determinação, sentindo a buceta dela cada vez mais molhada e cada vez mais apertada, o brinquedo em sua mão subindo de velocidade na mesma proporção que os gemidos femininos ficam mais altos, até ele a sentir vazando e tremendo para ele, as pernas fraquejando em cima do colchão.
— Você gostou? — pergunta, antes de acertar um tapa forte na bunda dela. — Não, ainda não acabou. Você vai saber quando eu tiver acabado com você e isso é só o começo. Empina. Empina bem gostoso. E então mostra pra mim o que eu quero ver.
A elasticidade de dois dancers era algo incrível e eles adorava explorar isso. Era uma das coisas que fazia deles dois perfeitos um para o outro: eram melhores amigos, tinham nenhum tabu com sexo e com os próprios corpos, dividiam uma rotina parecida e gostos similares. Eles se entendiam fora da cama como ninguém e em cima dela, eles eram os maiorais. E ele sabe disso, quando Ianthe habilidosamente apoia o rosto no colchão, de lado, e sorri de modo imundo enquanto afasta as pernas e exibe a buceta para ele, pulsando ainda do orgasmo que acabou de ter.
— Putinha gostosa — ele fala, em um tom de veneração e luxúria.
Duas palavras que poderiam definir bem a forma como ele a tratava.
Porque Kyoya comia aquela buceta como se ele estivesse saboreando cada canto, cada gota, lambendo e chupando como se fosse a última oportunidade de sua vida. E também porque era imundo, com ele empurrando de vez em quando o plug ainda mais fundo no outro buraco dela, a deixando consciente do que ele iria fazer logo mais. E ele sabe que ela ia amar.
Esse era o outro segredo do relacionamento deles: eles sabiam exatamente o que o outro queria porque eles não tinham medo de confessar isso um para o outro. Fosse algo grande como problemas de família e todos os caquinhos que eles juntavam todo o dia para se tornarem um todo, fosse os pensamentos mais sujos que tinham um pelo outro. Kyoya sabia o que sua melhor amiga precisava, assim como sabia o que a sua noiva ansiava.
Por isso ele continua a chupar o clitóris dela, assim que ela começa a gemer alto avisando que vai gozar de novo.
Ele a ama num todo e ama como ela é insaciável. Ama como ela vaza na boca dele e ainda assim continua se esfregando em seu rosto, pedindo por mais, e ele obviamente vai fazer isso por ela. Então ele continua a comendo, lambendo aquela buceta molhada necessitada, a devorando com determinação até que ela goze de novo e de novo, o molhando cada vez mais e o deixando cada vez mais duro.
Quando ele tem Ianthe trêmula é que ele a vira na cama, a colocando deitada de costas e sobre almofadas e travesseiros, o mais confortável possível. E então ele acaba soltando o ar lentamente, observando atentamente o peito arfante, os seios inchados e a curva de nada ali na sua barriga.
— Eu amo você — ele fala, acariciando a barriga dela com gentileza. — E eu amo você também.
E por amar ambos que ele sabe que não poderia foder a buceta de Ianthe com a força e determinação que eles gostavam. Então ele alcança o lubrificante na mesinha de cabeceira e liga o vibrador na velocidade máxima. Porque o amor da sua vida amava sentir o seu cacete duro dentro dela, e ele não iria negar isso a ela.
Kyoya tira o plug anal de Ianthe e então dá um último tapa na bunda dela.
— Pronta pra gozar com meu pau te empalando gostoso?
Ele sabia que sim. Porque ele sabia tudo sobre ela. E era por isso que eram feitos um para o outro.
Lucas Pasqualle/Ayla Tatcher, Formula One Alternate Universe, PWP - Porn With Plot, Masturbation, Clit Stim, Stablished relationship, Horny couple, Handcuff, Belt as handcuff, Unprotect Sex, Dirty Talk, Tits play, Clit play, Bite marks, Rough Sex, Creampie, Breeding, Minors DNI.
A proposta era que fosse apenas uma coisa rápida, para se aliviarem. Lucas tinha em mente que eles precisavam aparecer no evento de qualquer jeito, afinal ganhando ou perdendo eles eram os pilotos da Red Bull Racing, mesmo sendo das categorias mais baixas. Iam sentir a falta deles e por isso eles deveriam ter apenas dado uns amassos antes de terminar de se arrumar para o evento.
Como ele parou com o polegar na boca de Ayla, esfregando o dígito na língua dela enquanto a assistia gemer para ele, o pau duro e latejando dentro da calça, Lucas não saberia explicar. Assim como não saberia explicar a umidade que a perna da calça adquiria enquanto a namorada esfregava a buceta em sua perna, a calcinha afastada para o lado, as pernas afastadas para conseguir se encaixar e deixar o atrito acontecer livremente, com ele em pé junto a cama.
Era meio engraçado, sabe, como as coisas escalaram rápido entre eles. Porque até pouco tempo atrás, ele estava se humilhando por um pódio na sprint para conseguir uma chance de falar pelo menos um bom dia para Ayla sem que ela torcesse o nariz porque não beijava perdedores. E agora a família dele adorava ela e ele estava animado em conhecer a Tatcher mais velha na primeira oportunidade. Lucas sorria muito sabendo que venceu, e venceu mesmo, porque a garota mais bonita que ele viu na vida estava com uma frente única ameaçando revelar os seios enquanto se esfregava cada vez mais avidamente contra sua perna, gemendo para ele.
— Eu já disse que você fica linda vermelha de tesão assim? — perguntou em voz baixa, encarando Ayla como se fosse devorá-la.
E ele iria mesmo, e se pudesse morreria sufocado entre as pernas dela. Chegava a sentir inveja do tecido de sua roupa encharcado com a lubrificação da namorada, que gemia cada vez mais alto. Ele abriu um sorriso fofo antes de dar um tapa na cara dela, a pegando de surpresa.
— Eu deixei você gozar, linda? — perguntou, com um tom de voz suave que não acompanhava as suas palavras. Ele falava gentilmente, mas segurava o rosto dela para olhar para cima, assistindo o desespero da namorada que ainda se esfregava contra a perna dele, cada vez mais perto de um orgasmo. Então ele deu um passo atrás, a deixando ali, vazia, sem o que precisava. O som de insatisfação encheu o quarto. — Eu sei, eu sei que você precisa.
E ele também precisava, para ser honesto.
Já estavam atrasados mesmo, iam tomar uma bronca enorme, então por que não simplesmente receber a punição por algo que fizeram por completo?
O polegar deslizou pelo lábio inferior da namorada, a observando com os olhos em chama e o desejo pulsando dentro de si. Ela era tão linda, o beicinho se formando por querer mais do que tinha recebido, as pequenas gotas de suor na pele, o tom corado pelo esforço. Ele abriu e puxou o cinto em um movimento rápido e brusco, o som do couro estalando no ar.
— Mãos nas costas, linda.
Havia algo de mágico em ver aquela mulher ser amarrada por ele daquele jeito, o cinto amarrando o suficiente para imobilizá-la, mas não forte demais para machucar. O vestido curto levantado, a abertura do decote permitindo os seios começarem a escapar por ele, a expressão de desejo que ela exibia... Pasqualle era um homem morto de tesão naquele momento.
A sequência a seguir foi tão urgente quanto necessitada: a rapidez com que ele abriu a braguilha da calça e puxou o pau para fora, o pré-gozo evidente na cabeça, as veias desenhadas pela extensão evidenciando o quanto ele queria aquela mulher para si, e tão logo estava sentado na beira da cama, a puxando para seu colo, a colocando alinhada com sua ereção. Eles tiveram apenas um segundo, onde tudo congelou, um sorriso sujo e ao mesmo tempo feliz surgindo no rosto dele e se espelhando no dela, e então Lucas empurrou de uma única vez dentro da buceta dela.
— Puta. Que. Pariu. É tão... — quente, e molhada, e feita para ser aberta pelo cacete dele. As mãos de Lucas subiram para o rosto da namorada, segurando com firmeza enquanto a beijava, engolindo os gemidos de ambos enquanto deixava claro o quanto ele estava atordoado por ela, como todas as vezes anteriores e futuras. Contra os lábios dela, ele sussurrou: — Minha gostosa, minha mulher, só minha.
E então ergueu os quadris de Ayla, seu pau aos poucos escorregando para fora dela, e então a puxou para baixo de uma única vez, a empalando no seu pau e a fazendo soltar um gritinho fraco. Ele repetiu o gesto mais algumas vezes, até Ayla encontrar seu equilíbrio e então seguir os movimentos dele, quicando em seu colo sem pudor algum.
— Uma delícia, você é uma delícia — murmurava contra a pele quente e macia, enchendo o pescoço dela de beijos, até cravar os dentes com força, a fazendo gemer ainda mais alto.
Ele esfregava o rosto nos peitos dela, passando a língua entre eles sempre que conseguia os alcançar, enchendo as mãos na bunda dela, que vez ou outra recebia um tapa forte. Não resistindo, puxou o tecido do vestido para o lado, abocanhando o bico de um dos seios e chupando com força, assistindo as reações dela com fascínio. Seu pau estava sendo mastigado pela buceta dela e ele sabia que faltava pouco, agora.
— Você quer gozar, linda? Eu vou deixar você gozar agora — ele falava, devotado, os dedos buscando o meio das pernas dela, rodando no clitóris inchado em movimentos circulares, a vendo tremer de imediato. — Goza no meu pau, babe, deixa eu te sentir.
Se antes Lucas estava fascinado por Ayla, naquele momento, a vendo tremer e sufocar seu cacete dentro de si, enquanto gemia o nome dele, ele estava em outra dimensão. Era hipnótico para ele aquela cena, aquele momento, como ela estava entregue. A namorada ainda estava sendo levada pelos tremores quando a colocou de barriga para baixo na cama, as pernas dela sendo afastadas enquanto ele montava sobre o corpo menor. O grito dela foi abafado pelo colchão quando ele a penetrou novamente, se movimentando rápido e forte dentro dela, a segurando pelos cinto em seus pulsos. Ele não precisava de muito agora, com ela gemendo desesperada embaixo dele e sua buceta o apertando mais uma vez, tão gulosa por ele, tão moldada a ele.
A cada jato que ele despejava dentro dela, mais alto os sons que ele produzia em satisfação, esvaziando as bolas dele enquanto a deixava transbordando com seu sêmen.
— Puta merda, essa foi intensa — ele comentou, soltando pulsos dela e beijando e acariciando o local. — Amor... Você tá tão linda agora.
Com os cabelos desalinhados, um chupão no pescoço, o vestido virado praticamente do avesso e a buceta inchada escorrendo porra. Uma obra de arte pintada por ele.
— A gente desce pra festa ou... Sabe... A gente continua o que tá fazendo aqui?
Porque ela era tão linda, mas tão linda, que sabia que iria gozar dentro dela pelo menos mais duas vezes ainda naquela noite, só não sabia se antes ou depois daquele evento. Não à toa que até o final daquele dia tinham feito um bebê.