✦ Nome do personagem: Ryu Yesol.
✦ Faceclaim e função: @seb1nnn - Instagrammer.
✦ Data de nascimento: 16/12/2002.
✦ Idade: 22 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Qualidades: Extrovertida, otimista e observadora.
✦ Defeitos: Insegura, impulsiva e explosiva.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Garçonete no Dionysus Lounge.
✦ Bluesky: @AM02RY
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE, SMUT.
✦ Char como condômino: Sol costuma ser o tipo de moradora tagarela que vai puxar assunto pelos cantos em qualquer oportunidade, fazendo amizade muito fácil e também se propondo a ajudar em qualquer que seja a situação.
TW's na bio: negligência parental.
Biografia:
Yesol nasceu em Busan sendo a filha mais velha de um CEO de uma empresa com foco em tecnologia financeira e de uma renomada cirurgiã plástica, crescendo em um lar repleto de luxo e expectativas sociais. Desde pequena, sua vida foi marcada por um clima de pressão constante, mas uma questão ainda mais complexa a acompanhava: uma deficiência auditiva que começou a se manifestar lentamente. Nos primeiros anos, seus pais não perceberam a gravidade do problema, acreditando que Yesol estava se desenvolvendo em seu próprio ritmo; com o passar do tempo, a condição foi piorando, fazendo com que a garota se sentisse cada vez mais isolada em uma família que parecia não querer enxergar sua condição.
Quando seu irmão mais novo nasceu, a dinâmica familiar se alterou ainda mais. O patriarca parecia dar mais atenção e aprovação ao garoto, tratando-o como o “filho perfeito” e enfatizando suas conquistas. Yesol, por outro lado, lutava para se fazer ouvir e sentir-se aceita. Esse contraste no tratamento deixou-a frustrada e confusa, fazendo com que se perguntasse se seu pai a amava menos devido à sua condição.
Para escapar das constantes intrigas familiares e do ódio mascarado que o pai sentia da jovem, Sol encontrou consolo na música aprendendo a tocar violoncelo, instrumento esse que se tornou seu maior refúgio e um meio de expressão essencial. O ponto de ruptura entre Yesol e seu pai aconteceu quando ela decidiu que queria seguir uma carreira musical; ao compartilhar seu sonho com o patriarca, Dohyun reagiu de forma negativa afirmando que ela estava desperdiçando seu potencial por não seguir uma carreira “mais respeitável” no mundo dos negócios, como ele.
Esse confronto a levou a decidir que precisava se afastar e encontrar seu próprio caminho, longe da pressão familiar. Ao completar 20 anos, Yesol decidiu buscar a liberdade que sempre desejou, mudando-se para o Acropolis Complex e tomando um novo rumo para sua vida, ocultando seu passado e sobrenome para viver melhor no anonimato.
Apesar de sua nova vida, a coreana ainda sente a sombra dos segredos familiares pairando sobre si e mesmo que não esteja pronta para investigar os rumores sobre a vida da mãe e um possível caso extraconjugal, essas inquietações continuam a acompanhá-la. Yesol se vê em um dilema interno, lutando para equilibrar o desejo de descobrir mais sobre si mesma e os mistérios que a cercam, enquanto tenta construir sua própria identidade longe da imagem pública que sua família esperava que ela mantivesse.