Poucas coisas chocavam uma mente que tendia a ver as mais diferentes formas de morte durante os sonhos por praticamente todas as noites desde que conseguia se lembrar. E uma dessas coisas, de fato, foi flagrar @zenlarcn chorando em um canto mais isolado. A filha de Atena sempre pareceu-lhe austera como uma rocha, capaz de ceifar a alma de alguém fazendo o uso apenas de seu olhar ríspido (exageros à parte, não seria algo tão impossível assim, tendo em vista a influência divina que todos ali compartilhavam). Portanto, a um primeiro momento, pegara-se imóvel, incerta sobre como prosseguir. Já não havia mais como omitir a própria presença, o que teria sido a opção escolhida sem sombra de dúvidas. Vencida pela curiosidade, então, decidiu virar-se e tentar oferecer alguma ajuda.
“ — Está, uh... tudo bem?” Oh, claro. Ela devia estar chorando porque achou uma bolsa cheia de dracmas no chão. Erika reprimiu a vontade de rolar os olhos para sua própria falta de tato, temendo que Zen a interpretasse erroneamente. Urgh, era melhor que tivesse ficado calada.















