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Hanfu photoset via coser小梦, Part 6/?
Creative outfits combining elements of traditional Chinese hanfu & modern fashion. (Source)
Reality Research Festival by designer Fanny Papay
Why you still breathing?
Dead, Madison Beer
#relatable
Pool
Bunnyshi!. livecam update!
Just for u, senpai. ♡
#ShizukanaShiori #PrivateLive #CamBoy #HighSchool #OurSecret #OnlyForAdults
ねこの すまほ事情
😍 - your muse notices mine for the first time, and its love at first sight
info: universo alternativo, ainda changshi
tw: assédio sexual (coloquei a parte entre parênteses, então é só pular)
Não são só risos que ouve. Quando deixa a quintanda, qual função principal não passa de disfarce para o galpão com as armas da organização japonesa, ele está cansado e levemente irritado, então ouvir risos o incomoda. Mas, realmente, não são só risos. Ao que se aproxima do beco apertado e escuro, ele ouve sussurros e pedidos. Assusta-se discretamente com o animal que surge correndo e pulando seus sapatos, um rato, e tem a certeza: algo anormal está acontecendo ali. Algo que só o deixaria ainda mais cansado e irritado, certamente. Dongil aperta os últimos dois passos que faltava para poder dobrar a quina do prédio e adentrar o beco. ( O escuro esconde os quatro corpos até certo ponto, mas logo se torna fácil compreender a situação: três contra um, este contra a parede sendo violado. Tiveram o azar de ter Dongil por perto. O homem tem feições suaves e, até, tranquilas quando saca a arma e atira na coxa do que tem as mãos nas vestes de baixo do mais magro de todos. ) Não é só o tiro da bala que quebra no ar, mas os gritos. Dongil prossegue se aproximando. “Carreguem seu amigo para o hospital antes que ele morra.” Diz, simplesmente. Não que se importasse. Logo, ele estica a outra mão para segurar o garoto de fios compridos e roupas abertas pelo alto da cabeça e puxa-lo para mais perto de si. Os xingamentos que brandam para si não o afetam em nada. De perto, Dongil consegue ver que não passam de jovens com seus poucos vintes. Os rostos com mais cor e os trejeitos bambos, mostram que estão bêbados. Felizmente, para a dor de cabeça de Dongil, eles conseguem carregar o que sangra e sairem. O suspiro é irritadiço. Poderia já está comendo da comida de Jihwan, mas deparou-se tendo que lidar com a forma humana que mais o incomoda: adultos só na lei, porque continuam adolescentes. Dongil usa da mão que segura o único outro para virar a cabeça do mesmo e olha-lo. “Ya-” a voz some, como também qualquer outro pensamento. De repente, sua mente vai branco. Dongil parece que congela, talvez porque afunda nos olhos alheios. Definitivamente não é uma garota, como chegou suspeitar por um segundo antes de se aproximar do grupo e ver o peito alheio exposto, mas os traços delicados o fazem parecer tão bonito quanto uma. Não é isso, no entanto, que deixa Dongil sem palavras, mas o conhecimento de que seu coração nunca bateu tão forte e tão alto, como também a sensação de já ter visto aquele garoto. Em algum lugar, em algum tempo - talvez em outra vida. Existe amor à primeira vista? Dongil nunca acreditou. Na verdade, Dongil sequer amou - não aquele tipo amor, pelo menos. Então, não, não dá para saber o quê é aquilo que sente; que o faz deslizar a mão pelos fios alheios ao que a deixa cair ao seu lado. Ele pigarreia. Sentia-se como se tivesse parecido um idiota. “Desculpe. Espero que… Não tenha assustado. Você está bem?” Definitivamente, é um tom de voz que surpreende até ele próprio. Dongil recua um passo e guarda a arma. “Vista-se direito.” Manda. “Onde você mora?” Porque não, não mais o deixará sozinho.
Neon lights pt3
Bunnyshi!. livecam update!
Little boy. ♡
#ShizukanaShiori #PrivateLive #CamBoy #HighSchool #OurSecret #OnlyForAdults
The lunch.
tci-shizu:
With!: @tci-yuuri
Milagrosamente as aulas já haviam acabado naquele dia. Shiori nem podia acreditar que havia sobrevivido há mais um dia de aulas arrastadas, em que quase dormia olhando para o professor. Nem sabia porquê estava lá, mas só faltava um ano para aquela tortura terminar. De todo modo, a falta de saco e faltas que tinha no colégio, eram compensadas com as altas notas quando queria. Mas só quando queria. Se um professor lhe enchesse a paciência demais, facilmente se tornava o pior dos alunos e a perturbação na mente de seu “sensei”. Era a única diversão ali.
Quando o sinal tocou, anunciando o fim das aulas, Shiori juntou o material mais rápido do que qualquer outro aluno, tropeçando em alguns colegas quando saía da sala apressado. Não, não tinha ninguém lhe esperando. Mas só em sair daquele prédio era um alívio.
As mãos tateavam os bolsos, caçando o bip que não podia ser usado durante as aulas – ainda que constantemente ele quebrasse essa regra –. Buscava o contato de um dos melhores amigos, Yuuri não deveria estar fazendo nada de importante naquela hora. As mensagens eram digitadas rapidamente, como alguém viciado àquela tecnologia como o japonês era.
“Yuuri!!
Vamos almoçar em algum lugar. Minhas aulas acabaram, me responda!
Shizu.”
Naquele dia, acordara relativamente tarde. Acabara com um turno duplo no Mao’s na noite anterior, consequentemente o cansando mais que o habitual — passar madrugadas inteiras dançando podia parecer fácil, mas era exaustivo. Assim, decidira desperdiçar o dia na cama, assistindo alguns dramas na televisão e usando o laptop para planejar o conteúdo de seus “próximos serviços”; assim como, ocasionalmente, responder as mensagens de seus clientes. Para ele, nunca havia uma folguinha se quisesse manter o pão em sua mesa. Não checou o bip no minuto em que esse tocou, se distraindo com uma cena de tensão no drama que assistia e, por sua vez, demorando a responder. Mas assim que olhou a notificação do bip, não evitou um sorriso ao ver de quem se tratava; o semblante tornou-se mais alegre quando leu o conteúdo da mensagem. Era Shiori o convidando para almoçar. Colocou o laptop de lado, se pondo a responder, ❝ Shizu ♡ Perdão a demora, estava distraído (◠︿◠✿) Nós podemos almoçar! Onde você gostaria de ir? ❞ Assim que enviou a resposta, se levantou da cama, indo em direção ao banheiro para que pudesse, rapidamente, dar um jeito em sua aparência. O stripper tinha muitos amigos, mas o mais novo, de certo, era um de seus poucos queridinhos – especialmente por compartilharem os mesmo passatempos — embora, por vezes, sentia que Shizu era novo demais para a exposição e tornava-se protetor do rapaz. Mas ele próprio começara cedo demais, então havia pouco que pudesse dizer. Sendo assim, apenas se dispunha a divertir-se junto ao outro.
A demora o deixava impaciente. Será que Yuuri estava dormindo? Os lábios se torciam ao pensar nessa possibilidade bem real. Sabia do trabalho do amigo e como era cansativo para ele, mas esperava sinceramente que não. Não queria almoçar sozinho naquele dia e muito menos encarar o fogão ou as comidas prontas que comprava quando estava com preguiça. No decorrer dos anos aprendeu a cozinhar por uma questão de sobrevivência, nem ele era muito fã da própria comida.
Quando seu bip tocou, as mãos já estavam neles e os dedos nervosos buscaram o autor da mensagem com certa ansiedade, abrindo um sorriso largo quando recebeu a resposta. Mais uma vez a habilidade – um tanto inútil – em digitar se mostrava ao responder o amigo.
“Sem problemas! (⁀ ᗢ ⁀) Eu pensei comer alguma coisa no mercado e depois podemos tomar um chá.”
O japonês digitou a mensagem e estava prestes a guardar o aparelho quando o pegou de novo, mandando uma nova mensagem em cima quando se lembrou.
“Pode me trazer uma blusa? Estou com uniforme do colégio e esqueci a minha em casa. Ja nee.”
Shiori sempre levava uma muda de roupas na mochila ou ao menos uma blusa para trocar quando deixava o colégio, justamente porque poderia ou não ir para casa e detestava andar com aquele logo grudado em seu peito. Era quase um chamariz, dependendo para a área que estivesse indo. Mas naquele dia em especial a havia esquecido largada em cima da cama, simplesmente porque estava ocupado demais respondendo outras mensagens no bip.
名前についてのこと: ‘bout names
tci-shizu:
Tinha certeza que suas dores nas costas poderiam ser curadas com uma boa massagem. Mas…Precisava mesmo ir até ali? A sauna não é um dos lugares que Shiori mais gostava de frequentar, mas tinha que admitir que ela possuía as melhores massagistas de todos os tempos. E por que não se dar um luxo de vez em quando? A dúvida pairava sobre a mente do japonês quando ele dava os primeiros passos para dentro daquele ambiente.
Sabia exatamente porque não gostava daquele lugar. Primeiro, que eventualmente poderia esbarrar com algum conhecido. Segundo, porque devido as lives privativas, alguém mais atento poderia o reconhecer, já que estava cansado de ler histórias de seus espectadores sobre suas idas à sauna. Por isso preferiu ir tarde da noite, os riscos diminuam assim, pelo menos era o que pensava.
Pagou por um combo, queria a sauna, a massagem e um banho de banheira. Se arrependeu logo em seguida quando leu o letreiro que nenhum dos serviços era privado, exceto a massagem que era dada em uma salinha separada. Mas já estava ali, iria até o final. Guardou suas roupas no armário e preferiu ficar com o roupão para se movimentar pelo local, em nenhum dos serviços tirou a toalha que lhe cobria ao menos uma parte do corpo. O último por fim era a banheira. Felizmente vazia. Shiori tinha alguma sorte e tão contente, pediu um drink para aproveitar melhor.
Não era o lugar mais silencioso do mundo, mas não se incomodava. Gostava do barulho. A toalha quente sobre seu rosto, enquanto a cabeça se apoiava na beira da banheira o ajudava a relaxar ainda mais. Sim, ele sentiu quando alguém entrou ali. Não, ele não olhou quem era. Estava confortável demais, podia dormir se não fosse acordado pela funcionária da qual pediu o drink colorido que lhe era entregue. O jovem abria um sorriso fácil apesar de tentar ser um pouco mais sério, a agradecendo e depois de encostar o canudo aos lábios, seus olhos finalmente pararam sobre o segundo usuário da banheira. Sorriu sem jeito para ele, não era comum dividir muitas coisas com outras pessoas, ainda mais um banho, mas quando ouviu aquela pergunta, acabou se assustando. Como ele sabia quem era sua mãe?
O moreno abaixou o copo, em uma altura que a água da banheira não entrava e o olhou com curiosidade. Era raro a mulher falar de si, ainda mais para algum desconhecido, a não ser que quisesse o usar isso ao seu favor.
– Trabalha sim…Você conhece a minha mãe?
A surpresa é esperada, mas não faz nada mudar na expressão do assassino. Ainda sob calmaria, Dongil olha um pouco mais para o garoto. Definitivamente, alguém de estilo bastante diferente, no mínimo. Não está acostumado, mas seria o último a julgar aparências. ❝ ━ Defina conhecer. ❞ Ele responde, franzindo levemente as sobrancelhas e partindo os lábios discretamente. Como sempre, tem o olhar intenso, seu característicos, presos no outro. É assim que prefere; assim que preza: olhos nos olhos, sempre. Uma das coisas que mais odeia é que, em uma conversa ou em uma simples pergunta, não mantenham o olhar nos seu. Claro que lhe apetece o medo alheio, aquele que faz outros não conseguirem olha-lo corretamente - isso até o momento em que referir-se à pessoa. Os olhos dizem muito, afinal de contas.
❝ ━ Na verdade, conheci faz um tempo. Ela me fez um favor. ❞ Dongil adianta-se. Ele puxa o corpo, sentando-se corretamente e, agora deixando o peito exposto. A água não lhe alcançava ali. ❝ ━ E me disse que tem um filho. Você, pelo jeito. ❞ O sorriso é minúsculo, ou melhor, a sombra de um sorriso. Tão sereno quanta a imagem que passa. Pelo menos ali e agora. ❝ ━ Seu nome é… peculiar. Shiori me lembra shiro… Sabe o que significa no coreano? ❞ Dongil sorrir maior. Dessa vez de soslaio, deixando os caninos à mostra. Não é de seu feitio falar curiosidades. Honestamente, não é de seu feito, ao todo, falar -principalmente se com quem lhe é estranho ou, simplesmente, um adolescente.
Esperava uma resposta de maneira realmente ansiosa. Não pelo desconhecido saber quem era ou quem era sua mãe, mas por esta última falar de si. Que tipo de conversa teriam para a mulher chegar a tocar em seu nome? O que ela havia falado de si? Ponderou por alguns segundos de esperança, mas murchou um pouquinho quando pensou que poderia ser algo ruim também. O corpo escorregou um pouco mais para a água, assim como seu copo. E acabou usando a outra mão só para empurrar o canudo aos lábios e bebericar um pouco mais do líquido, antes de os torcer com a resposta. Ninguém parecia se conhecer de verdade por ali mesmo.
O dar de ombros do jovem foi quase escondido pela água conforme ele escorregava. As mexas começavam a molhar mais do que as pontas, mas não era como se realmente ligasse para isso.
– Não sei bem, minha mãe não fala muito sobre mim.
Bem, havia dado um motivo para sua surpresa. Mas aquele traço de melancolia sumiu logo que os olhos subiram ao outro rapaz e um novo sorriso curvou os lábios um tanto avermelhados. Apesar dos pesares, Shiori tinha um ótimo humor e parecia lidar bem com aquela situação incomoda. Só parecia mesmo.
Mas a resposta dele o fez assentir com a cabeça, em sinal de entendimento. Sabia quais tipos de favores a mãe prestava, apesar de nunca se meter nos negócios dela ou de seu pai. Eram escolhas deles, não suas. E com o desenrolar da explicação, o japonês voltou a se endireitar naquela banheira, subindo seu corpo e deixando o copo na borda enquanto fazia um coque com as mexas, impedindo que as molhasse mais. Seus olhos não se desviavam, na verdade o adolescente era um menino bem intenso, até na maneira de olhar. Uma coisa simples poderia fazer parecer algo maior só pela maneira em que observava o alvo de sua atenção. Mas esses se apertaram um tanto ao ouvir sobre seu nome, tentando buscar na memória aquela informação. Não, Shiori não sabia, na verdade, conhecia muito pouco do coreano, ainda que falasse a língua, era um japonês.
– Iie... O que significa? Algo bom, pelo menos?
Um pequeno riso escapou de si. Podia ser um xingamento e, definitivamente, Shizu iria gostar disso. Bem, explicaria muita coisa que em sua língua natal faltava.
– Shiori em japonês pode significar “guia” ou “flexível”, mas como meu avô gostava de combinações de kanjis, o meu significa “tecer um poema”.
Não que esperasse que o outro fosse entender, mas de todo modo o menino desenhou no ar os kanjis que representavam seu nome. Havia sido verdadeiro inferno quando foi alfabetizado, possuía muitos traços para escrever “詩織”, mas com o passar dos anos havia se acostumado e aprendido a fazer rápido.