Mood>>

tannertan36
Xuebing Du

祝日 / Permanent Vacation

Love Begins
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
noise dept.
hello vonnie

PR's Tumblrdome
One Nice Bug Per Day
Sweet Seals For You, Always
trying on a metaphor

roma★
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Cosimo Galluzzi
wallacepolsom
we're not kids anymore.
Not today Justin

Origami Around
🪼

seen from Egypt
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@textualiza-r
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“Caí em meu patético período de desligamento. Muitas vezes, diante de seres humanos bons e maus igualmente, meus sentidos simplesmente se desligam, se cansam, eu desisto. Sou educado. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser bom com os outros, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma espécie de pasta espiritual. Deixa pra lá. Meu cérebro se tranca. Eu escuto. Eu respondo. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali.”
— Charles Bukowski.
Cidades de Papel ( Paper Towns )
Nadando contra a corrente… Só pra exercitar.
Cazuza. (via aquarela-nordestina)
Eu estou tentando não precisar de você, e isso está me partindo ao meio.
Nickelback. (via florestrelas)
Katarzyna
Tu não és para mim senão uma pessoa inteiramente igual a cem mil outras pessoas. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo.
O Pequeno Príncipe. (via manuscrite)
O bom de ter o coração partido é que você distribui os pedaços por aí.
Soulstripper. (via versificar)
Sou da poesia o cigarro. Dei-me um trago e me largue por aí, no cinzeiro, que é minha cama, minha casa. Desalentado, permaneço esperando o próximo vício. De nicotina a gin, de conhaque adulterado estamos cheios. Eu e a poesia não aguentamos o cheiro do condomínio e as pessoas que passam com seus desígnios pouco fascinantes. É um que coleciona selos, outro que vive trancado, introvertido. É uma senhora que cria gatos, os gatos que miam e bebem leite, que andam pelos becos. Reproduzem-se. Porta frente porta, uma ninhada de crias quebra a louça enquanto alguém, pago para fazer, lava os copos e talheres gordurosos do almoço. Riem sofregamente, como se fossem chicoteados para isso. É um alarido fino, dolorido, que causa pânico, desespero. Não há mais gargalhadas. É lá que a poesia mora, reside, fixou morada e eu a acompanhei escondido na mala. Hoje estamos no muquifo. E ouso dizer, compenetradamente, que ela já esteve pior. Sou dela o cigarro e quando ela cansa de me fumar, descarta, como quem chiclete mascado. Eu sempre prego na cadeira, no sofá da sala, no cabelo. Volto. Permaneço sendo da poesia o cigarro, o copo de bebida, o vício. Acompanho seus surtos, suas internações, sua fome. Sou sua comida quando ela quer. Sou sua cama quando quer dormir. Sou a porta que parou de ranger. Sou da poesia um pouco da insônia que ela tanto quer. Sou o café preto, a água do chuveiro. Sou o frio, mas sou também calor. Deixem que eu fique um pouco mais. Quero tornar os pensamentos, os versos, mais cálidos, menos inúteis.
Theu Souza (via oxigenio-dapalavra)