baby hippogriff - dorcas, eva & zana (part 3)
Após a rápida apresentação e as últimas trocas de farpas observo a garota da sonserina brincar com o pequeno hipogrifo e ainda insinuar que faria tudo sozinha, me aproximo de Eva e coloco a mão sobre seu ombro. — “Realmente acha que será capaz de lidar sozinha? Conseguir os alimentos certos? Sair do castelo sem ser percebida todos os dias? Matar aulas? ” — Pergunto a encarando com certo cansaço, sua reprodução de ofensas eram as mesmas pelas quais já havia decorado graças aos seus companheiros. “Mas lembre-se, e realmente espero que isso não ocorra, se algo der errado não venha atrás de nós procurando ajuda ou se safar. Dumbledore pode passar a mão na sua cabeça, mas duvido muito que seus companheiros de casa sejam tão compreensivos como nós para te ajudar ou permanecer ao seu lado quando perder pontos. Podemos ser de outra casa, mas somos melhores de muitos sonserinos por ai. E nem você pode dizer o contrário sobre isso.” — Me aproximo do bichinho que rodopiava pelo chão se esfregando nas folhas secas e com um sonoro barulho, que provavelmente era natural para bebês hipogrifos, e aguardava mais carinhos em sua cabeça. —“ E antes que cometa mais um erro, ele é ela! É uma fêmea. As penas da cabeça são mais baixas do que as de um macho, ela não deve ter mais que 4 meses. Provavelmente se perdeu da mãe ou algo mais trágico. ” — Abaixo-me ao esticar uma das mãos com muito cuidado para não assusta-la, minha cabeça permanece abaixada em uma pequena reverência enquanto a criatura se aproxima e arrasta o bico por meus dedos. Mesmo sendo um filhote, os hipogrifos, costumam ser temperamentais e gostam de demonstrar isso de várias formas. —“ Vou sugerir Tulipa, ou ainda Gaia, Artemis, mas sou apenas uma lufana, não é? Espero de verdade que tenha decorado o caminho até aqui. Vamos Eva, tenho certeza que a Dorcas irá conseguir fazer tudo sozinha, posso conseguir outros bichinhos para você.” — Já de pé paro perto da saída, que se encontrava em direção oposta a qual havíamos chego até o local e já não observava Dorcas, olhava de relance para Eva e a chamava para perto de mim.










